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terça-feira, 24 de novembro de 2015

"O TERCEIRO GÉMEO"

Leitura excelente carregada de mistério, se bem que algumas partes são muito previsíveis e conseguimos facilmente adivinhar o passo que se segue.
De qualquer forma o autor faz uma abordagem muito interessante sobre o tema da manipulação genética, sobre o facto se nascemos com "genes maus" que nos tornam pessoas maldosas, ou se isso será fruto do meio onde fomos criados e das pessoas com quem convivemos...
Uma vez mais Ken Follet demonstra ser um autor muito versátil e cheio de interesse.
A cientista Jeannie Ferrami, especialista em gémeos e nos componentes genéticos da agressão, faz uma descoberta espantosa. Recorrendo a um banco de dados do FBI, descobre dois homens que parecem ser gémeos verdadeiros: Steve, estudante de direito, e Dennis, assassino condenado. No entanto, nasceram em dias diferentes, de mães distintas, em hospitais separados por centenas de quilómetros.
Que segredo terá ela desvendado? Poderá confiar no seu chefe e mentor, ou terá de pôr a sua vida nas mãos de Steve Logan, o gémeo por quem se apaixona, apesar de ele estar envolto em intriga e suspeita? Uma coisa é certa: não há nada que faça certas pessoas deixar de conspirar na sombra…
Notas sobre o autor:
Ken Follett nasceu a 5 de Junho de 1949, em Cardiff, no País de Gales, e licenciou-se em Filosofia no University College, em Londres. Começou a sua carreira como jornalista no South Wales Echo e, mais tarde, no London Evening News. Trocou a profissão de jornalista pela de editor e continuou a escrever no tempo livre. A sua primeira obra foi publicada em 1978 sob o título Eye of the Needle, um thriller que venceu o Edgar Award e deu origem a um filme. Vive em Londres com a mulher, a deputada Barbara Follett, e os seus dois Labrador retrievers. Tem estado associado a diversas associações para a promoção da literacia e da leitura; é membro da Welsh Academy e Fellow da Royal Society of Arts. Follett é um grande apreciador de Shakespeare e um músico amador.

sábado, 14 de novembro de 2015

"TEIA DE SONHOS"

Último livro da saga que mais não é do que um retorno, em forma de diário, à infância de Leigh/Angel, a personagem que nunca chegamos a conhecer desde o primeiro livro, pois já tinha morrido quando a narrativa teve início.
Assim com este último volume somos docemente transportados ao início de tudo e certos factos que fomos lendo ao longo dos livros anteriores começam a fazer muito mais sentido.
Gostei muito de ter relido estas histórias mais de 20 anos depois de o ter feito pela primeira vez.
Para quem gosta de histórias recheadas de intriga e emoções fortes, esta saga é ideal!

Sem ter para onde ir nem ninguém para ajudá-la, Leigh fuge para os braços de Luke Casteel!  
Leigh Van Voreen teve que fugir de Boston, da famosa Mansão Farthinggale... O segredo sujo que ela abrigava em seu interior parecia escurecer sua vida para sempre. Jillian, a sua mãe, não acreditaria nela ... e Tony Tatterton, o padrasto, traíra-a de uma forma cruel.
Mas a pura devoção de Luke Casteel deu-lhe esperança e alento... Somente Luke sabia o seu mais profundo segredo ... 

Corajosamente tentou agarrar a felicidade que há tanto tempo buscava e rezou fervorosamente para que no final o destino lhe desse a felicidade tão procurada...
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Notas sobre a autora:
V.C. Andrews, Cleo Virginia Andrews, (06/06/1923-19/12/1986) era pintora profissional até se dedicar à escrita a tempo inteiro.
Os seus romances combinam horror gótico e saga familiar, girando em torno de segredos de família e amor proibido (envolvendo frequentemente temas de incesto consensual, na maioria das vezes entre irmãos. 
O mais conhecido é Herdeiros do Ódio (1979), que celebra agora o seu 35º aniversário. Os livros de V. C. Andrews venderam mais de 105 milhões de exemplares em 22 línguas.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

"A RAPARIGA APANHADA NA TEIA DE ARANHA"

É de louvar o autor David Lagercrantz pois conseguiu a 200% manter o estilo de escrita de Stieg Larsson, praticamente nem se dá pelas diferenças, sendo que até lhe consigo apontar o mesmo "defeito" que apontava a Larsson: por vezes há um excesso de personagens que não têm interesse para o desenvolvimento da história e que por vezes nos podem confundir.
Uma vez mais Lisbeth consegue surpreender tudo e todos com a sua forma peculiar de se envolver nos problemas e de encontrar a resolução dos mesmos.
Mikael continua igual a si próprio, cheio de estilo e charme, sempre de pé atrás com Lisbeth mas ao mesmo tempo necessitado da sua ajuda e dos seus dotes informáticos.
De louvar a introdução de uma criança com autismo, que nos faz perceber um pouco mais sobre esta doença.
Espero que David Lagercrantz continue a dar continuidade à saga, pois acho que Mikael e Lisbeth ainda têm muito para viver juntos.

Neste thriller carregado de adrenalina, a genial hacker Lisbeth Salander e o jornalista Mikael Blomkvist enfrentam uma nova e perigosa ameaça que os leva mais uma vez a unir as suas forças.
Uma noite, Blomkvist recebe um telefonema de uma fonte confiável declarando ter informação vital para os Estados Unidos. A fonte tinha estado em contacto com uma jovem mulher, uma super-hacker que se parecia com alguém que Blomkvist conhecia bem de mais. As consequências são surpreendentes.
Blomkvist, a precisar urgentemente de um furo jornalístico para a Millennium, pede ajuda a Lisbeth, que, como habitualmente, tem a sua agenda própria. Em A Rapariga Apanhada na Teia de Aranha, o duo que fez vibrar 80 milhões de leitores com Os Homens Que Odeiam as Mulheres, A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo e A Rainha no Palácio das Correntes de Ar encontra-se de novo num actual e extraordinário thriller.
Notas sobre o autor:
David Lagercrantz nasceu na Suécia em 1962. É escritor e jornalista e vive em Estocolmo. Depois de ter estudado Filosofia e Religião, licenciou-se em Jornalismo pela Universidade de Gotemburgo. Trabalhou para o diário Expressen como repórter criminal tendo feito a cobertura dos casos mais mediáticos no final dos anos 80 e início dos anos 90 na Suécia.
Publicou várias biografias de personalidades muito conhecidas dos suecos e, em 2011, aquela que foi o seu maior sucesso – I am Zlatan Ibrahimovic – a história do famoso jogador de futebol, nomeada para vários prémios importantes, traduzida em 30 línguas e com milhares de exemplares vendidos. Fez a sua estreia na ficção com The Fall of Man in Wilmslow, uma história baseada na vida do célebre matemático britânico Alan Turing que teve um enorme sucesso internacional. Nos livros de David Lagercrantz encontra-se frequentemente um padrão: grandes talentos que se recusaram a seguir as convenções. Interessam-lhe não só os que se destacam da multidão, mas também a resistência que a sua criatividade inevitavelmente enfrenta. Talvez por isso tenha aceitado a proposta que lhe foi feita em Dezembro de 2013 para escrever o quarto volume da série Millennium criada por Stieg Larsson (1954-2004). Decerto não conseguiu resistir a Lisbeth Salander, uma das personagens mais criativas e irreverentes da literatura contemporânea.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

SOPA DE FUNCHO E MAÇÃ

Os dias já estão mais pequenos e com este horário de Inverno já se começa a notar a temperatura a descer, o que faz com que nos apeteça uma sopa bem quentinha ao final do dia.
Como gosto de experimentar novos sabores e para dar uso a um bolbo de funcho que tinha comprado, resolvi experimentar esta receita do blog Chilli com Todos.
Uma sopa diferente para esta estação...
1 fio de azeite
1 dente de alho picado
1 chalota grande picada
1 bolbo de funcho grande, picado grosseiramente
2 maçãs grandes ou 3 pequenas (Granny Smith, Royal Gala, etc) cortadas aos pedaços
2 talos de aipo picados
1 colher de sopa de sumo de limão
1 colher de sopa de mel
1/2 colher de chá de sal
770gr de caldo de legumes
40gr de agrião
rama de funcho
115 gr de natas (usei de soja)

Aquecer o azeite numa panela média. Adicionar a chalota e o alho e fritar durante 2 a 3 minutos até a chalota ficar translúcida.
Adicionar o bolbo de funcho, a maçã, o aipo, o sumo de limão, o mel, o sal e o caldo de legumes. Cozinhar em lume brando até que tudo fique cozido (cerca de 15 a 20 minutos).
Retirar do lume, juntar o agrião e um pouco de rama de funcho, reduzindo a puré de seguida.
Adicione as natas, rectifique os temperos e sirva com rama de funcho e croutons.