Ontem quando cheguei a casa apetecia-me tudo menos cozinhar... é que não me apetecia nada.
Em primeiro lugar tinha ido almoçar fora com as minhas colegas, para celebrar o aniversário de uma delas, tínhamos almoçado uma magnífica açorda de marisco e eu ainda tinha o estômago cheio.
Em segundo lugar, à tarde, na hora do lanche, a colega aniversariante apareceu com um bolo delcioso para cantarmos os parabéns.... lá foi mais uma fatia de bolo e um copo de champanhe.
E em terceiro lugar... porque estava deprimida e não me apetecia cozinhar... juro que não me apetecia... nem sei porque é que estava deprimida (deve ser do tempo, está sueste e eu com o sueste fico estranha) mas o que é certo é que a minha gente tinha que jantar, certo?
Para o Sr. Risonho ia fazer bacalhau à brás, que é uma coisa que nem dá muito trabalho. Mas, e para a Risonha Júnior? Ela detesta bacalhau.... mas a míuda tinha que jantar, não é?

Olhem, tentanto afastar a preguiça ao máximo, o que me saíu foi isto que passo a apresentar, e que acho que é uma óptima sugestão para o desafio da quinzena que a Valentina lançou lá no
Colher de Tacho.Num recipiente próprio para microondas coloquei cerca de 250gr de macarrão, água, um fio de azeite e um pouco de sal, e levei ao microondas por 10 minutos, mexendo a meio do tempo.
Entretanto cortei em tiras fiambre de porco e fiambre de frango e aproveitei também um pouco de milho doce que tinha no frigorífico.
Juntei os fiambres e o milho ao macarrão e levei novamente ao microondas por mais 5 minutos.
Escorri a água, deitei um pouco de margarina e envolvi bem.
Juntei cubos de queijo flamengo, polvilhei com oregãos, misturei tudo e levei ao microondas por mais 3 minutos, apenas para o queijo derreter.
Servi polvilhado com mais um pouco de oregãos.
Nota: acho que deveria ter chamado a este prato "macarrão milagroso"... é que eu acabei por comer um pouco e senti-me imediatamente melhor, deixei de estar deprimida... será verdade aquilo que dizem que as massas levantam a moral? LOL!
Comigo aconteceu... afinal não foi tão mau ter chegado deprimida a casa... eh eh eh!