Às vezes falta-me a imaginação do que fazer para o jantar... não sei se faço peixe ou carne, se acompanho com massa ou arroz... o que me vale nestas alturas são as revistas de culinária e/ou a internet.
Descobri esta receita num fascículo da revista "TV 7Dias" e achei tão simples que decidi testar.
Foi aprovadérrima por todos cá em casa, mas quanto a mim a receita deveria ser alterada: era conveniente levar mais tomate para que a tarte não se tornasse tão seca. Por isso já sei... a próxima vez que a fizer vou colocar, pelo menos, duas camadas de tomate.
De resto é uma receita muito simples e prática, que pode ser servida quente ou fria.
4 ovos
250gr de farinha
2 colheres de chá de fermento
3 colheres de sopa de óleo de girassol
5 colheres de sopa de leite
150gr de tomate (usem mais à vontade)
300gr de atum de conserva
100gr de queijo parmesão ralado
cebolinho picado
sal, pimenta, manteiga e farinha q.b.
Bata os ovos com a varinha mágica e junte a farinha, o fermento, o óleo e o leite. Tempere com sal e pimenta. Bata até obter uma mistura cremosa e homogénea.
Corte o tomate às rodelas e escorra o atum. Unte uma tarteira com manteiga e polvilhe-a com farinha.
Coloque metade da massa dentro da mesma. Disponha as rodelas de tomate e o atum por cima. Polvilhe com o queijo ralado e o cebolinho picado (aqui podem colocar outra camada de rodelas de tomate, pois creio que assim a receita ficará a ganhar).
Cubra com a restante massa e leve ao forno, pré-aquecido a 180º, durante 40 minutos. Sirva morno ou frio.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
"A PINTORA DE PLANTAS"
Uma
história bonita com um toque de mistério e romantismo, com a acção a
passar-se em duas épocas temporais diferentes: o que se passou há 200
anoa atrás e o que se passa no presente, de modo a conseguir-se fazer o
paralelismo entre as duas épocas.
Embora tenha achado algumas partes algo monótonas confesso que estava bastante curiosa por saber onde andava a tão "afamada" ave rara falada na história.
Não foi um livro que me encantasse por aí além, mas é uma leitura bastante leve e agradável!
Em 1774, a segunda expedição do Capitão Cook aos Mares do Sul registou uma ave até então desconhecida: o espécime foi capturado, conservado e trazido de volta para Inglaterra, onde acabou por ser entregue ao naturalista Joseph Banks. Estranhamente, nenhum outro exemplar dessa ave voltou a ser visto, nem nas Ilhas da Sociedade, onde fora encontrado, nem em qualquer outro ponto do planeta. E, mais estranhamente ainda, o espécime que Joseph Banks exibiu orgulhosamente na sua colecção também acabou por desaparecer. Se não fosse uma ilustração a cores feita pelo desenhador que viajara a bordo do navio de Cook, dir-se-ia que a Misteriosa Ave de Ulieta, como ficou conhecida, nunca chegara a existir.
Duzentos anos mais tarde, o irreverente professor John Fitzgerald recebe um telefonema suspeito de uma antiga paixão. Curioso sobre a razão do reencontro, descobre afinal que Gabriella e o seu actual companheiro têm um estranho pedido a fazer-lhe: sendo Fitz o maior estudioso da sua área, deve ajudá-los a procurar a ave embalsamada. Os motivos? Bastante obscuros. A recompensa? Deveras aliciante. A resposta? Não, o genial Fitz recusa-se a colaborar.
No entanto, ao voltar para casa, descobre que a mesma foi assaltada e que o objecto da devassa eram… os seus apontamentos. Lança-se então na tentativa de recapitular a história da ave, descobrindo pormenores surpreendentes sobre o papel de uma estranha Miss B na vida e na carreira de Joseph Banks. Poderá ser ela a chave do mistério - chave que o leve até à descoberta da Misteriosa Ave de Ulieta? Saltando entre dois períodos, de uma história de amor para a história de uma pesquisa científica de proporções detectivescas, este romance é simultaneamente o relato da vida secreta de Joseph Banks e a corrida quase impossível de Fitz para encontrar a ave desaparecida.
Notas sobre o autor:
Martin Davies, produtor da BBC Television, é autor de dois livros policiais protagonizados pela governanta de Sherlock Holmes. Vive em Londres. Viaja bastante pelo mundo inteiro. Grande parte de A Linguagem Secreta das Mulheres foi escrita na Sicília.
Embora tenha achado algumas partes algo monótonas confesso que estava bastante curiosa por saber onde andava a tão "afamada" ave rara falada na história.
Não foi um livro que me encantasse por aí além, mas é uma leitura bastante leve e agradável!
Em 1774, a segunda expedição do Capitão Cook aos Mares do Sul registou uma ave até então desconhecida: o espécime foi capturado, conservado e trazido de volta para Inglaterra, onde acabou por ser entregue ao naturalista Joseph Banks. Estranhamente, nenhum outro exemplar dessa ave voltou a ser visto, nem nas Ilhas da Sociedade, onde fora encontrado, nem em qualquer outro ponto do planeta. E, mais estranhamente ainda, o espécime que Joseph Banks exibiu orgulhosamente na sua colecção também acabou por desaparecer. Se não fosse uma ilustração a cores feita pelo desenhador que viajara a bordo do navio de Cook, dir-se-ia que a Misteriosa Ave de Ulieta, como ficou conhecida, nunca chegara a existir.
Duzentos anos mais tarde, o irreverente professor John Fitzgerald recebe um telefonema suspeito de uma antiga paixão. Curioso sobre a razão do reencontro, descobre afinal que Gabriella e o seu actual companheiro têm um estranho pedido a fazer-lhe: sendo Fitz o maior estudioso da sua área, deve ajudá-los a procurar a ave embalsamada. Os motivos? Bastante obscuros. A recompensa? Deveras aliciante. A resposta? Não, o genial Fitz recusa-se a colaborar.
No entanto, ao voltar para casa, descobre que a mesma foi assaltada e que o objecto da devassa eram… os seus apontamentos. Lança-se então na tentativa de recapitular a história da ave, descobrindo pormenores surpreendentes sobre o papel de uma estranha Miss B na vida e na carreira de Joseph Banks. Poderá ser ela a chave do mistério - chave que o leve até à descoberta da Misteriosa Ave de Ulieta? Saltando entre dois períodos, de uma história de amor para a história de uma pesquisa científica de proporções detectivescas, este romance é simultaneamente o relato da vida secreta de Joseph Banks e a corrida quase impossível de Fitz para encontrar a ave desaparecida.
Notas sobre o autor:
Martin Davies, produtor da BBC Television, é autor de dois livros policiais protagonizados pela governanta de Sherlock Holmes. Vive em Londres. Viaja bastante pelo mundo inteiro. Grande parte de A Linguagem Secreta das Mulheres foi escrita na Sicília.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
"DESAPARECIDAS"
Este é realmente um livro muito, muito, mas mesmo muito bom! Um policial muito bem escrito, que nos faz suster a respiração a cada momento.
A história não tem momentos mortos nem monótonos e consegue prender-nos até à última página.
É interessante ver como o papel de mãe da protagonista consegue por vezes interferir com a sua profissão de investigadora.
Uma autora a repetir muito em breve...
Uma mulher sem identificação parece ser apenas mais um corpo a aguardar autópsia no Instituto de Medicina Legal de Boston - até ao momento em que a doutora Maura Isles vê o cadáver abrir os olhos. A desconhecida, completamente em pânico, é levada de imediato para o hospital, onde acaba por matar um segurança e fazer vários reféns, incluindo a detective Jane Rizzoli, que fora internada nessa manhã para dar à luz o seu filho.
No exterior do hospital, o marido de Jane, o agente do FBI Gabriel Dean, desespera ao ver as horas passarem sem que a polícia consiga resolver aquilo que tudo indica ser um vulgar caso de sequestro de vários refens. Contudo, depressa o caso começa a revelar-se bem mais complicado e com implicações mais profundas quando um segundo sequestrador entra em cena. E momentos antes de o grupo de resgate tomar o hospital de assalto para libertar os reféns, a mulher avisa Jane: " A Mila sabe."
Quem é Mila? Qual é o terrível segredo que esconde? E por que razão os serviços secretos estão tão empenhados em ocultar todas as provas que poderiam ajudar a resolver o caso? Numa corrida contra o tempo, Jane e Gabriel partem em busca da misteriosa Mila, que detém a chave que poderá desvendar o tenebroso mistério. Mas há mais alguém desesperado para a encontrarm e disposto a tudo para a silenciar...
Notas sobre a autora:
De ascendência chinesa, Tess Gerritsen cresceu nos EUA e formou-se em Medicina na Universidade da Califórnia. Após o nascimento dos filhos, começou a escrever ficção, e em 1987 publicou o seu primeiro romance.
Em 1996 publicou o seu primeiro thriller médico, Harvest, a que se seguiu O Cirurgião e O Aprendiz, entre outros, protagonizados pela detective Jane Rizzoli.
Com o sucesso alcançado, a autora desistiu da carreira em Medicina e dedicou-se à escrita a tempo inteiro. A sua obra está traduzida em mais de 30 línguas e já vendeu mais de 20 milhões de exemplares em todo o mundo.
A história não tem momentos mortos nem monótonos e consegue prender-nos até à última página.
É interessante ver como o papel de mãe da protagonista consegue por vezes interferir com a sua profissão de investigadora.
Uma autora a repetir muito em breve...
Uma mulher sem identificação parece ser apenas mais um corpo a aguardar autópsia no Instituto de Medicina Legal de Boston - até ao momento em que a doutora Maura Isles vê o cadáver abrir os olhos. A desconhecida, completamente em pânico, é levada de imediato para o hospital, onde acaba por matar um segurança e fazer vários reféns, incluindo a detective Jane Rizzoli, que fora internada nessa manhã para dar à luz o seu filho.
No exterior do hospital, o marido de Jane, o agente do FBI Gabriel Dean, desespera ao ver as horas passarem sem que a polícia consiga resolver aquilo que tudo indica ser um vulgar caso de sequestro de vários refens. Contudo, depressa o caso começa a revelar-se bem mais complicado e com implicações mais profundas quando um segundo sequestrador entra em cena. E momentos antes de o grupo de resgate tomar o hospital de assalto para libertar os reféns, a mulher avisa Jane: " A Mila sabe."
Quem é Mila? Qual é o terrível segredo que esconde? E por que razão os serviços secretos estão tão empenhados em ocultar todas as provas que poderiam ajudar a resolver o caso? Numa corrida contra o tempo, Jane e Gabriel partem em busca da misteriosa Mila, que detém a chave que poderá desvendar o tenebroso mistério. Mas há mais alguém desesperado para a encontrarm e disposto a tudo para a silenciar...
Notas sobre a autora:
De ascendência chinesa, Tess Gerritsen cresceu nos EUA e formou-se em Medicina na Universidade da Califórnia. Após o nascimento dos filhos, começou a escrever ficção, e em 1987 publicou o seu primeiro romance.
Em 1996 publicou o seu primeiro thriller médico, Harvest, a que se seguiu O Cirurgião e O Aprendiz, entre outros, protagonizados pela detective Jane Rizzoli.
Com o sucesso alcançado, a autora desistiu da carreira em Medicina e dedicou-se à escrita a tempo inteiro. A sua obra está traduzida em mais de 30 línguas e já vendeu mais de 20 milhões de exemplares em todo o mundo.
PÃO DE CENTEIO E BAGAS DE GOJI
Confesso que já tinha saudades de colocar a minha máquina de pão a trabalhar, e andava lá por casa com um pacote de bagas de goji e ainda não me tinha decidido o que fazer com elas.
Depois de ter visto esta receita de pão com nozes, em que diziam que as nozes podiam ser substituídas por outro fruto seco ou por sementes, adaptei a receita que ficou fantástica... apenas acho que exagarei na dose do mel (confesso que foi a olho), pois o pão ficou algo "amarelado".
Mas o sabor.. fantástico!!!
60gr de iogurte natural
270gr de leite
1 colher de café de sal
20gr de mel
200gr de farinha de trigo
100gr de farinha de trigo integral
200gr de farinha de centeio integral
50gr de bagas de goji
1 pacote de Fermipan
Coloque todos os ingredientes na cuba da máquina do pão pela ordem em que estão descritos na receita.
Seleccionar o programa "Pão Integral". Após terminar retirar o pão e deixá-lo arrefecer sobre uma rede.
Dicas úteis:
* o iogurte natural pode se substituído pela mesma quantidade de leite
* em vez de mel pode usar-se 2 colheres de sopa de açucar amarelo
* em vez de bagas de goji podem usar-se nozes, avelãs, amêndoas, passas, sementes, etc.
Depois de ter visto esta receita de pão com nozes, em que diziam que as nozes podiam ser substituídas por outro fruto seco ou por sementes, adaptei a receita que ficou fantástica... apenas acho que exagarei na dose do mel (confesso que foi a olho), pois o pão ficou algo "amarelado".
Mas o sabor.. fantástico!!!
60gr de iogurte natural
270gr de leite
1 colher de café de sal
20gr de mel
200gr de farinha de trigo
100gr de farinha de trigo integral
200gr de farinha de centeio integral
50gr de bagas de goji
1 pacote de Fermipan
Coloque todos os ingredientes na cuba da máquina do pão pela ordem em que estão descritos na receita.
Seleccionar o programa "Pão Integral". Após terminar retirar o pão e deixá-lo arrefecer sobre uma rede.
Dicas úteis:
* o iogurte natural pode se substituído pela mesma quantidade de leite
* em vez de mel pode usar-se 2 colheres de sopa de açucar amarelo
* em vez de bagas de goji podem usar-se nozes, avelãs, amêndoas, passas, sementes, etc.
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quinta-feira, 5 de setembro de 2013
"SAPATOS DE REBUÇADO"
O segundo volume da trilogia "Chocolate" é também o segundo livro que leio desta autora, e mais uma vez deixei-me levar e envolver pela história e, acima de tudo, pelo aroma a chocolate e especiarias.
Esta escritora tem o dom de nos transportar para um universo de sabores e aromas que nos fazem crescer água na boca durante a leitura.
O livro aborda ainda o tema amizade e de como, por vezes, as pessoas se aproximam de nós com segundas intenções.
Uma leitura ternurenta e muito doce!
Sapatos de Rebuçado é mais uma viagem ao mundo encantado de Joanne Harris. Um (esperado) regresso a Chocolate.
Após ter abandonado a aldeia de Lansquenet-sur-Tannes, cenário de Chocolate, Vianne Rocher procura refúgio e anonimato em Paris, onde, juntamente com as suas filhas Anouk e Rosette, vive uma vida pacífica, talvez até mesmo feliz, por cima da sua pequena loja de chocolates. Não há nada fora de comum que as destaque de todos os outros. A tempestade que caracterizava a sua vida parece ter acalmado... Pelo menos até ao momento em que Zozie de l’Alba, a mulher com sapatos de rebuçado, entra de rajada nas suas vidas e tudo começa a mudar…
Mas esta nova amizade não é o que parece ser. Impiedosa, retorcida e sedutora, Zozie de l’Alba tem os seus próprios planos - planos que vão despedaçar o mundo delas. E com tudo o que ama em jogo, Vianne encontra-se perante uma escolha difícil: fugir, tal como fez tantas outras vezes, ou confrontar o seu pior inimigo…
Ela própria.
Nota sobre a autora:
Joanne Harris nasceu em Yorkshire em 1964, de mãe francesa e pai inglês.
Chocolate foi o seu primeiro romance traduzido em Portugal. Escreveu depois Vinho Mágico, igualmente publicado no nosso país.
Esta escritora tem o dom de nos transportar para um universo de sabores e aromas que nos fazem crescer água na boca durante a leitura.
O livro aborda ainda o tema amizade e de como, por vezes, as pessoas se aproximam de nós com segundas intenções.
Uma leitura ternurenta e muito doce!
Sapatos de Rebuçado é mais uma viagem ao mundo encantado de Joanne Harris. Um (esperado) regresso a Chocolate.
Após ter abandonado a aldeia de Lansquenet-sur-Tannes, cenário de Chocolate, Vianne Rocher procura refúgio e anonimato em Paris, onde, juntamente com as suas filhas Anouk e Rosette, vive uma vida pacífica, talvez até mesmo feliz, por cima da sua pequena loja de chocolates. Não há nada fora de comum que as destaque de todos os outros. A tempestade que caracterizava a sua vida parece ter acalmado... Pelo menos até ao momento em que Zozie de l’Alba, a mulher com sapatos de rebuçado, entra de rajada nas suas vidas e tudo começa a mudar…
Mas esta nova amizade não é o que parece ser. Impiedosa, retorcida e sedutora, Zozie de l’Alba tem os seus próprios planos - planos que vão despedaçar o mundo delas. E com tudo o que ama em jogo, Vianne encontra-se perante uma escolha difícil: fugir, tal como fez tantas outras vezes, ou confrontar o seu pior inimigo…
Ela própria.
Joanne Harris nasceu em Yorkshire em 1964, de mãe francesa e pai inglês.
Chocolate foi o seu primeiro romance traduzido em Portugal. Escreveu depois Vinho Mágico, igualmente publicado no nosso país.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
BIFINHOS DE CEBOLADA
Há dias em que me falta a imaginação sobre o que fazer para o almoço e/ou jantar... a sorte é que a minha mãe todas as semanas compra a revista "TV 7Dias", que traz sempre umas receitas práticas e fáceis de fazer.
Num destes dias, em que a imaginação estava fraca e que o tempo era pouco, preparei esta receita que ficou 5 estrelas!
700gr de bifinhos de porco
4 cebolas
4 dentes de alho
2 tomates limpos
1dl de azeite
2 colheres de sopa de polpa de tomate
2dl de vinho branco
2 colheres de sopa de manteiga
100gr de cogumelos enlatados
300gr de arroz
6dl de água
sal e colorau q.b.
Tempere os bifinhos com sal e colorau, reserve. Corte as cebolas às rodelas, pique os dois dentes de alho e corte o tomate em cubos, limpando-o de pele e sementes.
Coloque a cebola e o tomate no fundo de um tacho e disponha a carne por cima. Junte os alhos picados, o azeite e a polpa de tomate. Regue tudo com o vinho, tape o tacho e cozinhe em lume brando, durante 30 minutos.
Pique os restantes alhos e refogue-os na manteiga. Adicione os cogumelos, cortados em cubos, e refogue mais um pouco. Junte o arroz, envolva e regue com a água. Deixe cozinhar, por 12 minutos, em lume brando. Retire e sirva o arroz com os bifinhos, decorados a gosto.
Num destes dias, em que a imaginação estava fraca e que o tempo era pouco, preparei esta receita que ficou 5 estrelas!
4 cebolas
4 dentes de alho
2 tomates limpos
1dl de azeite
2 colheres de sopa de polpa de tomate
2dl de vinho branco
2 colheres de sopa de manteiga
100gr de cogumelos enlatados
300gr de arroz
6dl de água
sal e colorau q.b.
Tempere os bifinhos com sal e colorau, reserve. Corte as cebolas às rodelas, pique os dois dentes de alho e corte o tomate em cubos, limpando-o de pele e sementes.
Coloque a cebola e o tomate no fundo de um tacho e disponha a carne por cima. Junte os alhos picados, o azeite e a polpa de tomate. Regue tudo com o vinho, tape o tacho e cozinhe em lume brando, durante 30 minutos.
Pique os restantes alhos e refogue-os na manteiga. Adicione os cogumelos, cortados em cubos, e refogue mais um pouco. Junte o arroz, envolva e regue com a água. Deixe cozinhar, por 12 minutos, em lume brando. Retire e sirva o arroz com os bifinhos, decorados a gosto.
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
BOLO DE CHOCOLATE FÁCIL
Na semana passada, quando cheguei a casa do trabalho, a minha filha (que nunca mostrou grande interesse nem jeito para a cozinha) tinha uma surpresa à minha espera: um bolo feito por ela, com a ajuda da minha mãe, que a orientou com o funcionamento do forno e com a preparação da massa.
Ontem a filhota esteve toda a tarde sozinha em casa, tratou de pesquisar algumas receitas na net e encontrou esta receita de bolo de chocolate (que não faço ideia qual é a fonte).
Quando cheguei do trabalho fui surpreendida com este bolo maravilhoso, inteiramente preparado por ela... e melhor ainda: a cozinha totalmente arrumada!!!
É caso para dizer que temos uma futura Risonha! Obrigado filha!!!
1 colher de chá de fermento
240gr de farinha de trigo
320gr de açucar
90gr de chocolate em pó
240ml de água a ferver
120ml de óleo
3 ovos
Bata todos os ingredientes com a batedeira. Se achar que a massa fica muito líquida junte um pouco de leite.
Untar e enfarinhar uma forma de bolo e colocar a massa.
Levar ao forno, pré-aquecido a 180º, durante 30 minutos, fazendo o teste do palito para verificar se está cozido.
Retirar, deixar arrefecer um pouco e desenformar.
Mais fácil que isto não pode haver!!! E é uma delícia!
Ontem a filhota esteve toda a tarde sozinha em casa, tratou de pesquisar algumas receitas na net e encontrou esta receita de bolo de chocolate (que não faço ideia qual é a fonte).
Quando cheguei do trabalho fui surpreendida com este bolo maravilhoso, inteiramente preparado por ela... e melhor ainda: a cozinha totalmente arrumada!!!
É caso para dizer que temos uma futura Risonha! Obrigado filha!!!
1 colher de chá de fermento
240gr de farinha de trigo
320gr de açucar
90gr de chocolate em pó
240ml de água a ferver
120ml de óleo
3 ovos
Bata todos os ingredientes com a batedeira. Se achar que a massa fica muito líquida junte um pouco de leite.
Untar e enfarinhar uma forma de bolo e colocar a massa.
Levar ao forno, pré-aquecido a 180º, durante 30 minutos, fazendo o teste do palito para verificar se está cozido.
Retirar, deixar arrefecer um pouco e desenformar.
Mais fácil que isto não pode haver!!! E é uma delícia!
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
"HANNIBAL, A ORIGEM DO MAL"
Aqui está um livro que não me entusiasmou muito (razão pela qual só lhe atribui 2 estrelas no Goodreads), não por não ser um livro bem escrito, mas pela simples razão que há relativamente pouco tempo que tinha visto o filme, e como o livro está tão "colado" ao filme, dei por mim a ler e a já saber o que se iria passar a seguir, o que tirou todo o entusiasmo que a história poderia ter.
Tirando este facto, o livro é indicado para quem gosta do género thriller psicológico.
Em "Hannibal: a Origem do Mal" ficamos a conhecer a infância e a adolescência de Hanniball Lecter, o célebre serial killer de "O Silêncio dos Inocentes", e de como se transformou num psicopata canibal.
Thomas Harris traça as origens de Hannibal e da irmã, Misha, na Lituânia, quando os pais são mortos pelas tropas de Hitler. Hannibal sobrevive aos horrores da II Guerra Mundial e, com apenas oito anos, foge para a França. É adoptado por Lady Murasaki, a mulher do tio, uma bela e misteriosa aristocrata japonesa. Completamente só, Hannibal leva os seus demónios consigo que o visitam e atormentam constantemente. É o aluno mais novo de sempre a entrar para a escola médica e, então, passa a ser ele a atormentar os seus próprios demónios. A adolescência torna-se num permanente ajuste de contas com o passado. Descobre que tem dons para além dos académicos e, nessa epifania, Hannibal Lecter torna-se num prodígio da morte.
"Hannibal: a Origem do Mal" é uma narrativa brilhante e íntima, onde Thomas Harris transcende as barreiras do thriller que sempre inspirou a saga de Hannibal Lecter.
Notas sobre o autor:
Thomas Harris iniciou-se na escrita a fazer a cobertura de crimes nos Estados Unidos e no México. Foi jornalista e editor da Associated Press na cidade de Nova Iorque. O seu primeiro romance, Domingo Negro, foi publicado em 1975, seguido por Dragão Vermelho, em 1981, O Silêncio dos Inocentes, em 1988, e Hannibal, em 1999.
Tirando este facto, o livro é indicado para quem gosta do género thriller psicológico.
Em "Hannibal: a Origem do Mal" ficamos a conhecer a infância e a adolescência de Hanniball Lecter, o célebre serial killer de "O Silêncio dos Inocentes", e de como se transformou num psicopata canibal.
Thomas Harris traça as origens de Hannibal e da irmã, Misha, na Lituânia, quando os pais são mortos pelas tropas de Hitler. Hannibal sobrevive aos horrores da II Guerra Mundial e, com apenas oito anos, foge para a França. É adoptado por Lady Murasaki, a mulher do tio, uma bela e misteriosa aristocrata japonesa. Completamente só, Hannibal leva os seus demónios consigo que o visitam e atormentam constantemente. É o aluno mais novo de sempre a entrar para a escola médica e, então, passa a ser ele a atormentar os seus próprios demónios. A adolescência torna-se num permanente ajuste de contas com o passado. Descobre que tem dons para além dos académicos e, nessa epifania, Hannibal Lecter torna-se num prodígio da morte.
"Hannibal: a Origem do Mal" é uma narrativa brilhante e íntima, onde Thomas Harris transcende as barreiras do thriller que sempre inspirou a saga de Hannibal Lecter.
Notas sobre o autor:
Thomas Harris iniciou-se na escrita a fazer a cobertura de crimes nos Estados Unidos e no México. Foi jornalista e editor da Associated Press na cidade de Nova Iorque. O seu primeiro romance, Domingo Negro, foi publicado em 1975, seguido por Dragão Vermelho, em 1981, O Silêncio dos Inocentes, em 1988, e Hannibal, em 1999.
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