Este é daqueles autores que se lêem sempre bem, tem uma escrita fácil e envolvente, mas com este livro contraria a máxima dos "romances em que tudo acaba bem", pois se pensam que vai ter um final muito feliz e muito cor-de-rosa, é puro engano.
Fala acima de tudo de amor: amor depois dos 40 anos, amor vivido à distância, amor de mãe para filha que, para ajudar, expõe o mais bem guardado dos seus segredos.
Amor... é o que faz tanta falta no nosso mundo de hoje...
Adrienne Willis é uma mulher forte e corajosa que conseguiu criar e educar os três filhos sozinha, depois de o marido a ter abandonado por uma mulher mais nova. Agora, passados mais de quinze anos, a sua filha Amanda precisa desesperadamente da sua ajuda: a morte do marido está a conduzi-la para o abismo. Nesse momento, Adrienne resolve contar-lhe o seu mais profundo e íntimo segredo.
Tudo acontecera há catorze anos... Três anos depois do divórcio, Adrienne, já com quarenta e cinco anos, ainda não conseguira reconstruir a sua vida. Até que, durante um fim-de-semana, parte para Rodanthe a fim de tomar conta da estalagem de uma amiga enquanto esta estivesse fora.
Uma forte tempestade aproxima-se e Adrienne recebe o único hóspede para o fim-de-semana: Paul Flanner, um prestigiado médico de cinquenta e quatro anos, cheio de dúvidas e problemas de consciência. É então que, quando menos se espera, nasce um amor que irá para sempre mudar as suas vidas...
Notas sobre o autor:
Nicholas Sparks é um autor que dispensa apresentações, consagrado internacionalmente pelo público e já com diversas obras publicadas no nosso país - O Diário da Nossa Paixão, As Palavras Que Nunca Te Direi, Um Momento Inesquecível, Corações em Silêncio, Uma Viagem Espiritual e Uma Promessa Para Toda a Vida.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
CHÁ DE INVERNO
Confesso que sou quase tão viciada em chá como em livros... eh eh eh. Aliás, se conseguir aliar um chá com um bom livro, tenho o momento perfeito. E sou daquelas pessoas que não liga a um simples chá de camomila ou de limão, eu gosto é de chás com sabores diferentes e exóticos.
Por isso quando vi esta sugestão de chá de Inverno na página de Facebook da Mycook, tomei logo nota da receita para a preparar quando chegasse a casa.
Aproveitei pão duro que tinha, preparei umas fatias (bem à moda algarvia) e acompanhei com este chá que tem um sabor delicioso.
1500gr de água
50gr de açucar mascavado
1 pau de canela
1 estrela de anis
4 cascas de limão
2 cascas de laranja
2 saquetas de chá preto
Colocar no copo da Mycook a água e o açucar, inserir o cesto e programar 10 minutos, 120º, velocidade 5.
Colocar os restantes ingredientes no copo e programar 5 minutos, 100º, velocidade 5.
Coar o chá com a ajuda do cesto, colocar num bule aquecido e servir de seguida, de preferência com uma rodela de limão na chávena.
Tem um sabor muito exótico! Experimentem...
Por isso quando vi esta sugestão de chá de Inverno na página de Facebook da Mycook, tomei logo nota da receita para a preparar quando chegasse a casa.
Aproveitei pão duro que tinha, preparei umas fatias (bem à moda algarvia) e acompanhei com este chá que tem um sabor delicioso.
1500gr de água
50gr de açucar mascavado
1 pau de canela
1 estrela de anis
4 cascas de limão
2 cascas de laranja
2 saquetas de chá preto
Colocar no copo da Mycook a água e o açucar, inserir o cesto e programar 10 minutos, 120º, velocidade 5.
Colocar os restantes ingredientes no copo e programar 5 minutos, 100º, velocidade 5.
Coar o chá com a ajuda do cesto, colocar num bule aquecido e servir de seguida, de preferência com uma rodela de limão na chávena.
Tem um sabor muito exótico! Experimentem...
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
"OBJECTOS CORTANTES"
Fantástico!!! É mesmo a única coisa que me apraz dizer sobre este livro - é FAN-TÁS-TI-CO!!!
Desde o início somos confrontados com dois crimes estranhos e muito misteriosos... ao longo do livro as suspeitas vão recaindo sobre as mais variadas personagens, mas aposto com quem quiser que ninguém conseguirá adivinhar quem é realmente a pessoa responsável pelos crimes, pois tal mistério só é desvendado, de uma forma surpreendente, na penúltima página do livro.
Esta será com toda a certeza uma autora a seguir com a máxima atenção e, segundo parece, o seu próximo livro vai ser lançado no nosso país já no próximo mês de Fevereiro.
Estou curiosa...
As palavras são como um mapa de estradas para o passado perturbado da jornalista Camille Preaker. Acabada de vir de uma estadia breve num hospital psiquiátrico, o primeiro artigo que o jornal de segunda categoria onde Camille trabalha lhe atribui leva-a relutantemente de volta à sua cidade natal para cobrir o assassinato de duas pré-adolescentes.
Desde que saiu da cidade há doze anos, Camille raramente falou com a sua neurótica e hipocondríaca mãe, nem com a meia-irmã que mal conhece: uma bela rapariga de treze anos que exerce uma misteriosa influência sobre a cidade. Agora, instalada de novo na mansão vitoriana da família, Camille é assombrada pela tragédia da infância que passou toda a vida a tentar amputar da memória.
Enquanto Camille se esforça por revelar a verdade sobre estes crimes violentos, começa a sentir-se identificada com as vítimas - talvez um pouco demasiado. As pistas conduzem-na constantemente a lado nenhum, forçando Camille a desvendar o quebra-cabeças psicológico do seu passado para chegar ao cerne da história. Acossada pelos seus próprios demónios, Camille terá de se confrontar com o que lhe aconteceu há anos atrás se quiser sobreviver a este regresso a casa.
Notas sobre a autora:
Gillian Flynn é a crítica principal da revista Entertainment Weekly. Com Objectos Cortantes, venceu, em 2007, o Prémio Ian Fleming Steel Dagger, para o melhor thriller do ano, bem como o New Blood Dagger. Gillian Flynn vive em Chicago, onde está a escrever o seu segundo romance.
Desde o início somos confrontados com dois crimes estranhos e muito misteriosos... ao longo do livro as suspeitas vão recaindo sobre as mais variadas personagens, mas aposto com quem quiser que ninguém conseguirá adivinhar quem é realmente a pessoa responsável pelos crimes, pois tal mistério só é desvendado, de uma forma surpreendente, na penúltima página do livro.
Esta será com toda a certeza uma autora a seguir com a máxima atenção e, segundo parece, o seu próximo livro vai ser lançado no nosso país já no próximo mês de Fevereiro.
Estou curiosa...
As palavras são como um mapa de estradas para o passado perturbado da jornalista Camille Preaker. Acabada de vir de uma estadia breve num hospital psiquiátrico, o primeiro artigo que o jornal de segunda categoria onde Camille trabalha lhe atribui leva-a relutantemente de volta à sua cidade natal para cobrir o assassinato de duas pré-adolescentes.
Desde que saiu da cidade há doze anos, Camille raramente falou com a sua neurótica e hipocondríaca mãe, nem com a meia-irmã que mal conhece: uma bela rapariga de treze anos que exerce uma misteriosa influência sobre a cidade. Agora, instalada de novo na mansão vitoriana da família, Camille é assombrada pela tragédia da infância que passou toda a vida a tentar amputar da memória.
Enquanto Camille se esforça por revelar a verdade sobre estes crimes violentos, começa a sentir-se identificada com as vítimas - talvez um pouco demasiado. As pistas conduzem-na constantemente a lado nenhum, forçando Camille a desvendar o quebra-cabeças psicológico do seu passado para chegar ao cerne da história. Acossada pelos seus próprios demónios, Camille terá de se confrontar com o que lhe aconteceu há anos atrás se quiser sobreviver a este regresso a casa.
Notas sobre a autora:
Gillian Flynn é a crítica principal da revista Entertainment Weekly. Com Objectos Cortantes, venceu, em 2007, o Prémio Ian Fleming Steel Dagger, para o melhor thriller do ano, bem como o New Blood Dagger. Gillian Flynn vive em Chicago, onde está a escrever o seu segundo romance.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
CREME DE CURGETTE COM AGRIÃO
Sinceramente faz-me confusão como é que há gente que gosta do Inverno... eu não gosto nem um bocadinho, chateia-me a chuva e o frio. Nestes dias até nos custa a sair de casa e o que apetece mesmo é ficar no quentinho, com um bom livro ou um bom filme e uma sopa aveludada para nos aconchegar o estômago. A receita veio da revista "Saúde à Mesa" de Fevereiro de 2011.
1 cebola
4 colheres de sopa de azeite
450gr de curgettes
1 lata grande de feijão branco
100gr de agriões limpos
Descasque a cebola, corte-a em rodelas e deite-as para um tacho. Junte o azeite, leve ao lume e deixe cozinhar até a cebola ficar macia.
Entretanto, lave as curgettes, corte-as em rodelas (mantendo a casca) e junte-as à cebola. Adicione também o feijão, previamente escorrido e passado por água, e 1,5l de água quente. Mexa e deixe cozinhar durante 15 minutos.
De seguida, acrescente os agriões e deixe cozinhar por mais 5 minutos. Retire do lume, triture tudo muito bem, leve novamente ao lume, deixe ferver e sirva com um fio de azeite.
Bom apetite!!! Abafem-se...
Informação Nutricional da revista "Saúde à Mesa":
Ingredientes para 6 pessoas
Calorias por dose: 158 Kcal
Interesse Nutricional: rica em fibras, proteínas vegetais e vitaminas do complexo B.
1 cebola
4 colheres de sopa de azeite
450gr de curgettes
1 lata grande de feijão branco
100gr de agriões limpos
Descasque a cebola, corte-a em rodelas e deite-as para um tacho. Junte o azeite, leve ao lume e deixe cozinhar até a cebola ficar macia.
Entretanto, lave as curgettes, corte-as em rodelas (mantendo a casca) e junte-as à cebola. Adicione também o feijão, previamente escorrido e passado por água, e 1,5l de água quente. Mexa e deixe cozinhar durante 15 minutos.
De seguida, acrescente os agriões e deixe cozinhar por mais 5 minutos. Retire do lume, triture tudo muito bem, leve novamente ao lume, deixe ferver e sirva com um fio de azeite.
Bom apetite!!! Abafem-se...
Informação Nutricional da revista "Saúde à Mesa":
Ingredientes para 6 pessoas
Calorias por dose: 158 Kcal
Interesse Nutricional: rica em fibras, proteínas vegetais e vitaminas do complexo B.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
"HOTEL VENDÔME"
Mais um livro de Danielle Steel lido e arrumado na estante e mais uma vez volto a dizer que esta é uma das minhas autoras favoritas.
Os seus livros são sempre bonitos, sem cair no exagero, de leitura fácil e este é daqueles a que eu costumo rotular de "livro previsível", pois facilmente se pode adivinhar o que se vai passar a seguir, se bem que a autora consegue sempre surpreender-nos com os pormenores que vai acrescentando ao longo da história.
Gostei bastante do facto do livro abordar o tema da hotelaria, ou não fosse eu uma trabalhadora da indústria hoteleira...
O hotel era velho. No entanto, para Hugues Martin, um jovem de ascendência suíça e hoteleiro ambicioso, trata-se de um diamante em bruto, aninhado numa sossegada rua de Manhattan. Hugues compra o edifício e transforma-o num dos melhores hotéis de luxo do mundo.
Em breve, o Hotel Vendôme torna-se afamado pela sua elegância, eficiência, serviço incomparável e discrição - o refúgio nova-iorquino ideal para os ricos e famosos, bem como o lar perfeito para a bela e jovem esposa de Hugues e a filha deles.
Todavia, quando a esposa foge com uma estrela de rock famosa, Hugues vê-se de súbito pai solteiro da pequena Heloise, de quatro anos de idade. À medida que os anos passam, Hugues e o hotel são o centro da vida de Heloise, um universo de mistérios e prazeres inesperados, de crises e celebrações que dão magia a cada dia.
Notas sobre a autora:
Danielle Steel nasceu em Nova Iorque em 1949. Passou parte da sua infância em França, e, regressada aos Estados Unidos, estudou Literatura Francesa e Italiana na Universidade de Nova Iorque. Tem sido aclamada como uma das autoras mais populares a nível mundial, traduzida em 28 línguas e publicada em 47 países, com mais de 590 milhões de livros vendidos.
Os seus bestsellers internacionais incluem Mistérios do Sul, Assuntos do Coração, Um Dia de Cada Vez, Grande Mulher, entre outros títulos.
Os seus livros são sempre bonitos, sem cair no exagero, de leitura fácil e este é daqueles a que eu costumo rotular de "livro previsível", pois facilmente se pode adivinhar o que se vai passar a seguir, se bem que a autora consegue sempre surpreender-nos com os pormenores que vai acrescentando ao longo da história.
Gostei bastante do facto do livro abordar o tema da hotelaria, ou não fosse eu uma trabalhadora da indústria hoteleira...
O hotel era velho. No entanto, para Hugues Martin, um jovem de ascendência suíça e hoteleiro ambicioso, trata-se de um diamante em bruto, aninhado numa sossegada rua de Manhattan. Hugues compra o edifício e transforma-o num dos melhores hotéis de luxo do mundo.
Em breve, o Hotel Vendôme torna-se afamado pela sua elegância, eficiência, serviço incomparável e discrição - o refúgio nova-iorquino ideal para os ricos e famosos, bem como o lar perfeito para a bela e jovem esposa de Hugues e a filha deles.
Todavia, quando a esposa foge com uma estrela de rock famosa, Hugues vê-se de súbito pai solteiro da pequena Heloise, de quatro anos de idade. À medida que os anos passam, Hugues e o hotel são o centro da vida de Heloise, um universo de mistérios e prazeres inesperados, de crises e celebrações que dão magia a cada dia.
Notas sobre a autora:
Danielle Steel nasceu em Nova Iorque em 1949. Passou parte da sua infância em França, e, regressada aos Estados Unidos, estudou Literatura Francesa e Italiana na Universidade de Nova Iorque. Tem sido aclamada como uma das autoras mais populares a nível mundial, traduzida em 28 línguas e publicada em 47 países, com mais de 590 milhões de livros vendidos.
Os seus bestsellers internacionais incluem Mistérios do Sul, Assuntos do Coração, Um Dia de Cada Vez, Grande Mulher, entre outros títulos.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
"POR TI RESISTIREI"
Nunca tinha lido nada de Júlio Magalhães (shame on me), mas gostei bastante do que li. Este livro tem uma escrita leve e muito fácil de ler, capítulos pequeninos, boa transição entre uma passagem e outra da história e é o que eu chamo de "livro de fim de semana", pois lê-se facilmente em dois dias.
Fala da história de amor de dois jovens em cenário de guerra, sem recorrer a cenas de erotismo ou de cariz sexual, e sem adoptar "imagens" extremamente violentas ou sangrentas para descrever os cenários da Segunda Guerra Mundial.
Júlio Magalhães está de parabéns - publicou uma obra que é difícil não se gostar. Um belo escritor português... o que é nacional é bom!!!
Carlos e Nicole conheceram-se nas ruas de Paris. As tropas alemães avançavam em passo forte e determinado, mas todos acreditavam que a capital francesa estava a salvo da loucura de Adolf Hitler. Enganavam-se. Em poucas semanas, as tropas nazis estavam às portas de Paris e milhares de refugiados procuravam salvação.
Nicole encontrou-a em Bordéus pelas mãos do embaixador Aristides de Sousa Mendes que lhe entregou um visto para chegar até Portugal, onde finalmente cairia nos braços do seu amado. Longe da guerra, longe do perigo, longe do estigma de ser judia, seria finalmente feliz.
Mas há preconceitos que são difíceis de quebrar e mais uma vez os dois amantes são obrigados a seguir caminhos diferentes. Carlos fica em Lisboa, entre os negócios do pai, um homem influente na sociedade salazarista, e a doença da mãe. Nicole parte para Londres, uma cidade que vive dias dramáticos sob a ameaça de ser bombardeada pela aviação alemã. Participa no esforço de guerra da melhor forma que sabe, vestindo a farda de enfermeira, pondo em risco a sua vida para ajudar os outros, na esperança de conseguir esquecer Carlos. Contudo no meio dos escombros da Segunda Guerra Mundial há um amor capaz de resistir a tudo.
Notas sobre o autor:
Júlio Magalhães é jornalista e pivot da TVI. É autor de Os Retornados - Um Amor Nunca se Esquece, Um Amor em Tempos de Guerra e Longe do Meu Coração, três bestsellers com mais de 100 mil exemplares vendidos.
Nascido no Porto a 7 de Fevereiro de 1963, foi para Angola com sete meses, tendo vivido um ano em Luanda e doze em Sá da Bandeira (Lubango). Em 1975 regressou para Portugal, mais precisamente para a cidade do Porto.
Aos dezasseis anos, iniciou a sua carreira como colaborador de O Comércio do Porto na área do desporto. Dois anos mais tarde integrava os quadros do mesmo jornal. Trabalhou ainda no jornal Europeu, no semanário O Liberal, na Rádio Nova e, em 1990, estreou-se na RTP onde, para além de jornalista e repórter, apresentou o programa da manhã e o Jornal da Tarde. Foi director de informação da TVI.
Fala da história de amor de dois jovens em cenário de guerra, sem recorrer a cenas de erotismo ou de cariz sexual, e sem adoptar "imagens" extremamente violentas ou sangrentas para descrever os cenários da Segunda Guerra Mundial.
Júlio Magalhães está de parabéns - publicou uma obra que é difícil não se gostar. Um belo escritor português... o que é nacional é bom!!!
Nicole encontrou-a em Bordéus pelas mãos do embaixador Aristides de Sousa Mendes que lhe entregou um visto para chegar até Portugal, onde finalmente cairia nos braços do seu amado. Longe da guerra, longe do perigo, longe do estigma de ser judia, seria finalmente feliz.
Mas há preconceitos que são difíceis de quebrar e mais uma vez os dois amantes são obrigados a seguir caminhos diferentes. Carlos fica em Lisboa, entre os negócios do pai, um homem influente na sociedade salazarista, e a doença da mãe. Nicole parte para Londres, uma cidade que vive dias dramáticos sob a ameaça de ser bombardeada pela aviação alemã. Participa no esforço de guerra da melhor forma que sabe, vestindo a farda de enfermeira, pondo em risco a sua vida para ajudar os outros, na esperança de conseguir esquecer Carlos. Contudo no meio dos escombros da Segunda Guerra Mundial há um amor capaz de resistir a tudo.
Notas sobre o autor:
Júlio Magalhães é jornalista e pivot da TVI. É autor de Os Retornados - Um Amor Nunca se Esquece, Um Amor em Tempos de Guerra e Longe do Meu Coração, três bestsellers com mais de 100 mil exemplares vendidos.
Nascido no Porto a 7 de Fevereiro de 1963, foi para Angola com sete meses, tendo vivido um ano em Luanda e doze em Sá da Bandeira (Lubango). Em 1975 regressou para Portugal, mais precisamente para a cidade do Porto.
Aos dezasseis anos, iniciou a sua carreira como colaborador de O Comércio do Porto na área do desporto. Dois anos mais tarde integrava os quadros do mesmo jornal. Trabalhou ainda no jornal Europeu, no semanário O Liberal, na Rádio Nova e, em 1990, estreou-se na RTP onde, para além de jornalista e repórter, apresentou o programa da manhã e o Jornal da Tarde. Foi director de informação da TVI.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
LIMONADA DE CEREJA
Esta receita, retirada do site Mundo de Receitas Bimby, andava perdida nos meus arquivos desde o Verão passado, época das cerejas, e que eu costumo comprar caixas delas.
Embora o tempo ainda esteja frio e possa parecer estranho esta receita nesta época do ano, os dias passam a correr e quando dermos por nós já é Verão novamente... por isso aproveitem e guardem a "fórmula mágica" para prepararem esta deliciosa bebida quando os dias mais quentes se fizerem sentir.
E porque não pedir ajuda às crianças para preparar a bebida? Com a Mycook não custa nada...
2 limões grandes
100gr de açucar (usei frutose)
1l de água fresca
150gr de cerejas (peso já descaroçadas)
1 folha de hortelã
Corte os limões em pedaços médios (com casca) e coloque no copo da Mycook. Adicione metade do açucar (no meu caso frutose) e a água. Carregue duas vezes no Turbo*. Filtre usando o cesto.
Limpe o copo dos resíduos da limonada. Junte no copo, sem ser necessário lavar, o restante açucar, uma folha de hortelã e as cerejas descaroçadas. Programe 1 minuto, velocidade 8. Adicione a limonada reservada e programe mais 1 minuto, velocidade 6.
Sirva bem fresco. Se quiser pode decorar com folhinhas de hortelã.
Nota: não convém carregar mais do que duas vezes no Turbo, caso contrário em vez de o robot "espremer" os limões, vai triturá-los, passando o sabor amargo da casca para a limonada.
Embora o tempo ainda esteja frio e possa parecer estranho esta receita nesta época do ano, os dias passam a correr e quando dermos por nós já é Verão novamente... por isso aproveitem e guardem a "fórmula mágica" para prepararem esta deliciosa bebida quando os dias mais quentes se fizerem sentir.
E porque não pedir ajuda às crianças para preparar a bebida? Com a Mycook não custa nada...
2 limões grandes
100gr de açucar (usei frutose)
1l de água fresca
150gr de cerejas (peso já descaroçadas)
1 folha de hortelã
Corte os limões em pedaços médios (com casca) e coloque no copo da Mycook. Adicione metade do açucar (no meu caso frutose) e a água. Carregue duas vezes no Turbo*. Filtre usando o cesto.
Limpe o copo dos resíduos da limonada. Junte no copo, sem ser necessário lavar, o restante açucar, uma folha de hortelã e as cerejas descaroçadas. Programe 1 minuto, velocidade 8. Adicione a limonada reservada e programe mais 1 minuto, velocidade 6.
Sirva bem fresco. Se quiser pode decorar com folhinhas de hortelã.
Nota: não convém carregar mais do que duas vezes no Turbo, caso contrário em vez de o robot "espremer" os limões, vai triturá-los, passando o sabor amargo da casca para a limonada.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
"CHOCOLATE"
Doce... Aromático... Misterioso... Guloso... Uma delícia!!!
Estas são apenas algumas das palavras que posso usar para descrever esta obra fantástica, que já há tanto tempo estava na minha estante e que eu ainda não tinha tido tempo de agarrar.
A história de uma jovem mãe solteira que chega com a sua filha a uma pequena localidade de França, os modos desconfiados com que é recebida pelos habitantes locais, o padre da paróquia que lhe tenta fazer a vida negra.... todo um leque de personagens que nos envolvem como o doce sabor do chocolate.
O livro, quanto a mim, só tem um defeito: é que enquanto o lemos somos assaltados por uma vontade incontrolável de comer chocolates. LOL!
A aldeia de Lansquenet-sur-Tannes tem duas novas moradoras: Vianne Rocher, jovem mãe solteira, e a sua filha Anouk. Ambas correram mundo e querem agora estabelecer-se, pelo que Vianne pensa montar um negócio.
Um negócio aromático e guloso mas, naquelas paragens, pouco comum: uma chocolataria com o nome de "La Céleste Praline".
Para a aldeia, "La Céleste Praline" e a sua encantadora proprietária são um sopro de ar fresco frente à tirania de Francis Reynaud, um jovem padre de uma austeridade a raiar o fanatismo, que não oculta o seu desagrado por um comércio demasiado sofisticado e "tentador", e que vê em Vianne um desafio à sua autoridade. Frente a ele, a jovem Vianne só pode apelar à alegria de viver das gentes de Lansquenet...
Chocolate é um reportório de sabores, descritos de uma maneira tão viva que quase se sentem; é também uma galeria de personagens ternos e cruéis, amáveis e odiosos, sempre intensos e credíveis. Mas é sobretudo um romance tão ameno, tão rico e variado, que deixará nos seus leitores uma impressão imorredoira.
Nota sobre a autora:
Joanne Harris nasceu em Yorkshire em 1964, de mãe francesa e pai inglês.
Chocolate foi o seu primeiro romance traduzido em Portugal. Escreveu depois Vinho Mágico, igualmente publicado no nosso país.
Estas são apenas algumas das palavras que posso usar para descrever esta obra fantástica, que já há tanto tempo estava na minha estante e que eu ainda não tinha tido tempo de agarrar.
A história de uma jovem mãe solteira que chega com a sua filha a uma pequena localidade de França, os modos desconfiados com que é recebida pelos habitantes locais, o padre da paróquia que lhe tenta fazer a vida negra.... todo um leque de personagens que nos envolvem como o doce sabor do chocolate.
O livro, quanto a mim, só tem um defeito: é que enquanto o lemos somos assaltados por uma vontade incontrolável de comer chocolates. LOL!
A aldeia de Lansquenet-sur-Tannes tem duas novas moradoras: Vianne Rocher, jovem mãe solteira, e a sua filha Anouk. Ambas correram mundo e querem agora estabelecer-se, pelo que Vianne pensa montar um negócio.
Um negócio aromático e guloso mas, naquelas paragens, pouco comum: uma chocolataria com o nome de "La Céleste Praline".
Para a aldeia, "La Céleste Praline" e a sua encantadora proprietária são um sopro de ar fresco frente à tirania de Francis Reynaud, um jovem padre de uma austeridade a raiar o fanatismo, que não oculta o seu desagrado por um comércio demasiado sofisticado e "tentador", e que vê em Vianne um desafio à sua autoridade. Frente a ele, a jovem Vianne só pode apelar à alegria de viver das gentes de Lansquenet...
Chocolate é um reportório de sabores, descritos de uma maneira tão viva que quase se sentem; é também uma galeria de personagens ternos e cruéis, amáveis e odiosos, sempre intensos e credíveis. Mas é sobretudo um romance tão ameno, tão rico e variado, que deixará nos seus leitores uma impressão imorredoira.
Nota sobre a autora:
Joanne Harris nasceu em Yorkshire em 1964, de mãe francesa e pai inglês.
Chocolate foi o seu primeiro romance traduzido em Portugal. Escreveu depois Vinho Mágico, igualmente publicado no nosso país.
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