Sugestões para oferecer ou para ler...


terça-feira, 20 de setembro de 2016

"O DOM"

Um livro carregado de sentimentalismo e de emoções fortes, que me deixou com um nó na garganta e, confesso, no final me fez derramar algumas lágrimas.
Emocionei-me muito com algumas passagens, porque toda a obra aborda temas fortes como laços familiares que se quebram, familías monoparentais, leucemia, crianças, Natal, amor/tristeza... enfim, uma espiral de emoções que nos fazem ter vontade de não largar o livro...
Boa leitura, embora não recomendada a pessoas sensíveis e facilmente emotivas!

Enquanto para o mundo o Natal era um dia de alegria e celebração, para Nathan Hurst era a lembrança do acontecimento que lhe destruiu a infância. Tudo muda na sua vida e no seu coração no dia em que uma tempestade de neve e um voo cancelado o levam ao encontro de uma jovem mãe e o seu filho. Aquilo que parece ser uma obra do acaso, poderá ser afinal, o encontro com a sua paz interior. Poderá Nathan descobrir que o Natal é, de facto, a época dos milagres?
Notas sobre o autor:
Richard Paul Evans, um antigo executivo de publicidade, escreveu A Arca de Natal para as suas filhas. Encorajado por aqueles que leram a história, Evans publicou o livro numa edição de autor. Vive em Salt Lake City, Utah, com a sua mulher e três filhas.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

"´PÉROLA NAS BRUMAS"

Segundo volume da saga Landry... a ida das gémeas para uma escola privada, o feitio cada vez mais destestável de Giselle e as artimanhas da madrasta Daphne conseguem transformar a vida de Ruby num inferno que se agrava a cada dia que passa.
Uma vez mais o livro está escrito de forma interessante, um leque de novas personagens que entram e saem nos momentos certos e nos deixam ansiosos para o próximo volume...

Mesmo depois de um ano fazendo parte da família Dumas, Ruby aise encanta com o esplendor da mansão de Nova Orleães da família, e regozija-se com o amor do pai que ela nunca havia conhecido. Mas a verdadeira felicidade na sua nova casa é tão evasiva como névoa do pântano. Rubi deve evitar cuidadosamente um inimigo venenosa: a madrasta, Daphne, que faz tudo para rebaixá-la. E também todos os esforços para fazer amizade com sua irmã gêmea, Gisselle - especialmente desde o acidente que a deixou incapacitada - são respondidos com amargura e traição.No idílico colégio de Greenwood - internato que seu pai escolheu para suas filhas- talvez seja a altura de ter um pouco de paz e aprofundar a amizade com a sua irmão gémea. Mas Gisselle está em  missão de quebrar todas as regras da escola, deixando a irmã Ruby sofrer as punições em seu lugar. Mas Ruby não perder a esperança... até que uma terrível tragédia a deixa sozinha num mundo que nunca realmente quis. Ruby vai ter que usar cada última gota de sua força cajun para recuperar sua casa, seu futuro, e a felicidade que ela conheceu uma dia ....
Notas sobre a autora:
V.C. Andrews, Cleo Virginia Andrews, (06/06/1923-19/12/1986) era pintora profissional até se dedicar à escrita a tempo inteiro.
Os seus romances combinam horror gótico e saga familiar, girando em torno de segredos de família e amor proibido (envolvendo frequentemente temas de incesto consensual, na maioria das vezes entre irmãos. 
O mais conhecido é Herdeiros do Ódio (1979), que celebra agora o seu 35º aniversário. Os livros de V. C. Andrews venderam mais de 105 milhões de exemplares em 22 línguas.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

ESPARREGADO DE FEIJÃO VERDE

Sou fã de comidas "verdes", sejam em forma de prato principal ou de acompanhamento. Para mim a palavra esparregado soa-me sempre a qualquer coisa deliciosa e com um nível de suavidade de nos fazer babar... Confesso que nunca tinha experimentado esparregado de feijão verde, mas depois que descobri esta receita tão fácil de fazer, sempre que é época deste legume e o encontro a preço acessível, faço este acompanhamento diferente mas muito saudável.
600gr de feijão verde cortado em pedaços pequenos
1000gr de água
50gr de azeite
1 dente de alho
1 folha de louro
sal q.b.
15gr de farinha
1 colher de sopa de vinagre

Coloque no copo da Bimby o feijão verde e a água e programe 15 minutos, 100º, velocidade 1 inversa. Coe com a ajuda do cesto e reserve.
No copo limpo coloque o azeite e o alho e pique 8 segundos, velocidade 5.
Adicione a folha de louro e refogue 3 minutos, Varoma, velocidade 1 inversa.
Adicione o feijão verde reservado e o sal e programe 15 minutos, 100º, velocidade colher inversa.
Retire a folha de louro, adicione a farinha e o vinagre e programe 2 minutos, 100º, velocidade colher inversa.
De seguida programe 10 segundos, velocidade 5.
Sirva como acompanhamento de pratos de peixe ou carne.
Nota: o esparregado de feijão verde é um prato típico de Fornos de Algodres, região da Beira Alta.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

"IRMÃ"

Esta obra foi a minha estreia com esta autora e confesso que durante a sua leitura passei por sentimentos contraditórios.
O livro mexe muito com o universo feminino, visto que a maioria das suas personagens são mulheres, e ao mesmo tempo aborda temas polémicos tais como gravidez, doenças geneticamente transmissíveis, clínicas com tratamentos suspeitos, etc.
Tudo isto narrado por Beatrice que tem durante a história uma luta desesperada para tentar provar que a irmã foi assassinada, e não praticou suicídio, como todos os factos indicavam.
Tem algumas partes que eram perfeitamente dispensáveis para a história de modo a não a tornarem tão maçadora, mas as personagens estão todas muito bem interligadas e o final conseguiu surpreender-me.

Quando Beatrice recebe um telefonema frenético a meio do almoço de domingo e lhe dizem que a sua irmã mais nova, Tess, desapareceu, apanha o primeiro avião de regresso a Londres. Mas quando conhece as circunstâncias que rodeiam o desaparecimento da irmã, apercebe-se, com surpresa, do pouco que sabe sobre a vida de Tess - e de que não está preparada para a terrível verdade que terá de enfrentar. A Polícia, o noivo de Beatrice e até a própria mãe aceitam ter perdido Tess, mas Beatrice recusa-se a desistir e embarca numa perigosa viagem para descobrir a verdade, a qualquer custo.
Notas sobre a autora:
Rosamund Lupton ensina Literatura Inglesa na Universidade de Cambridge. Depois de vários empregos em Londres, incluindo copywriting e revisão para a Literary Review, venceu uma competição para jovens escritores e foi selecionada pela BBC para um curso de jovens escritores. Também foi convidada para o grupo de escritores do Royal Court Theatre. Escreveu guiões originais para televisão e cinema, antes de escrever o seu primeiro romance, Irmã, um bestseller no Reino Unido e nos EUA. O seu segundo romance, Afterwards, também já é um bestseller no Reino Unido. Rosamund vive em Londres, com o marido e os dois filhos.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

NÉCTAR DE LARANJA E CENOURA

Com os dias quentes que se têm feito sentir não há nada mais reconfortante do que um néctar feito em casa, cheio de cor e vitaminas, que bebido bem fresco mata a sede e ainda nos ajuda a manter um bronzeado saudável.
Com a ajuda da Bimby e com a receita do blog De Cozinha em Cozinha, em 2 minutos temos uma bebida refrescante que fica bem em qualquer mesa, a qualquer hora do dia. A receita original pedia adoçante mas eu dispensei, pois as laranjas eram suficientemente doces...
3 laranjas
1 cenoura média
300ml de água fria

Coloque a cenoura no copo e triture com uns golpes de Turbo.
Junte os restantes ingredientes e programe 2 minutos, velocidade 9.
Sirva bem fresco.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

"MEIA-NOITE E DOIS"

Gosto muito do estilo de escrita arrepiante de Stephen King... a minha filha leu este livor antes de mim e andava sempre a dizer-me "a primeira história é muitoooooooo boa, é mesmo boa, é de arrepiar"... tive que agarrar no livro e ler.
Surpresa!!! A primeira história não me agradou nem um bocadinho e foi com grande esforço que a li até ao fim, pelo que se fosse apenas e só este conto no livro dava-lhe nota negativa, com toda a certeza.
A segunda história já é muito mais o meu estilo: misteriosa, cheia de voltas e reviravoltas, personagens estranhas e que nos conseguem pôr os nervos em franja, por isso feito o justo balanço o livro merece nova positiva.
Se gostam de mistério com um acentuado toque de terror, leiam Mr. King que, garanto-vos, momentos haverá em que vão ter medo da vossa própria sombra....

Os dois primeiros contos do livro Meia-Noite e Quatro:
no primeiro, os passageiros de um avião comercial acordam num mundo vazio, presos numa fenda no tempo;
no segundo conto, uma personagem psicopata acusa o seu autor de plágio.
Notas sobre o autor:
Romancista norte-americano, Stephen King nasceu em 1947, em Portland, Maine. Filho de um marinheiro mercante, que abandonou a família em 1950, foi criado pela mãe, em Durham, juntamente com o seu irmão David. A mãe viu-se forçada a trabalhar precariamente para poder sustentar os seus filhos.
Aos seis anos de idade, o jovem Stephen teve que proceder à punctura do tímpano por diversas vezes, experiência dolorosa que nunca conseguiria esquecer. Deu início aos seus estudos secundários na Lisbon Falls High School, onde começou a escrever contos, ao mesmo tempo que fazia parte de um grupo amador de rock. No ano de 1960, Stephen King submeteu o seu primeiro manuscrito para publicação, o qual seria rejeitado. Entretanto, editava o jornal do liceu, The Drum, e escrevia para o jornal local, o Lisbon Weekly Enterprise. Publicou o seu primeiro conto, In A Half-World Of Terror, numa fanzine de terror.
Em 1970 licenciou-se pela Universidade do Maine e, no ano seguinte, casou com Tabitha Spruce, que também viria a alcançar reputação como escritora. De 1971 a 1974, Stephen King foi instrutor na Hampden Academy, até ter publicado o seu primeiro romance, Carrie (1974), a história de uma rapariga com poderes telecinéticos. Atirou as primeiras páginas do trabalho ao lixo, mas foram resgatadas pela esposa, que o encorajou a prossegui-las. A obra não teve, a princ
ípio, senão um sucesso modesto, mas com a adaptação para cinema e com a publicação do romance Salem's Lot (1976), conseguiu estabelecer-se como importante escritor de literatura de terror.
Nos finais do Verão de 1974, Stephen King decidiu passar umas férias prolongadas no Colorado na companhia da sua família. De visita ao Stanley Hotel, em Estes Park, chegou-lhe a inspiração para o seu romance seguinte, The Shining (1975), que chegaria a obter versão cinematográfica pela mão de Stanley Kubrick, em 1977. Nessa época, segundo confissão do próprio autor, tinha a braços problemas de abuso de álcool e drogas. Na segunda metade dos anos 70, Stephen King começou a publicar uma série de romances sob o pseudónimo Richard Bachman, de que Rage (1977) e The Long Walk (1979) são exemplos.
Em Junho de 1999, o escritor ficou gravemente ferido em consequência de um atropelamento por uma carrinha. Não obstante, no mês seguinte começou a publicar uma série de folhetins virtuais no seu website 'stephenking.com', sendo o primeiro escritor de gabarito a recorrer ao suporte virtual. Na primeira história, uma vinha sobrenatural começa a crescer numa editora de livros de bolso, trazendo sucesso e riquezas em troca de sangue e carne fresca.
Em convalescença do acidente, Stephen King decidiu fazer um balanço do seu início de carreira, com On Writing (2000), obra principalmente destinada a aconselhar potenciais escritores. Stephen King passou a maior parte da sua carreira como romancista em Bangor, no estado do Maine.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

MOLHO DE TOMATE E MANJERICÃO

Molho de tomate é daquelas coisas que se usa sempre na cozinha, e eu até uso com bastante frequência. Se for aromatizado com o perfume do manjericão, melhor ainda... fica uma delícia em massas, pizzas, refogados, etc.
Com esta receita do blog Keep Calm & Vive a Vida e com a ajuda da Bimby, num instante ficamos com molho de tomate caseiro, para as mais diferentes utilizações.
250gr de cebola
4 dentes de alho
40gr de azeite
1200gr de tomate fresco, sem pele nem grainhas (ou 3 latas de tomate pelado em pedaços)
20 folhas de manjericão fresco
sal q.b.

Colocar no copo a cebola partida em quartos, os dentes de alho, o azeite e o tomate e picar 5 segundos, velocidade 5. Acrescentar as folhas de manjericão e programar 15 minutos Varoma, velocidade 1.
Triturar 1 minuto, nas velocidades 5-7-9 (progressivamente).
Colocar em frascos previamente esterilizados, virá-los ao contrário e deixar arrefecer assim.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

"RUBY"

Voltar a reler um livro 16 anos depois é sempre uma surpresa. Li esta saga no ano 2000, e agora como a minha filha a resgatou da minha biblioteca privada para a ler, resolvi pegar nela outra vez.
Confesso que praticamente já não me lembrava da história, mas V.C. Andrews, já há 16 anos atrás, conseguiu prender-me à leitura... e agora não foi diferente, sendo que estou "literalmente" a salivar para pegar no segundo volume.
As cores e os cheiros do bayou são descritos de forma tão intensa que por vezes tenho a impressão que ando por lá a correr com a Ruby, personagem forte, lutadora e determinada.
Se encontrarem esta saga nalgum alfarrabista, dos poucos que ainda há no nosso país, aproveitem e comprem, porque vale a pena.

No coração do bayou, Ruby Landry vive uma vida simples mas feliz. Mas a inocência não dura para sempre ...
A única família que Ruby conhece, é a Grandmère Catherine, umacurandeira espiritual Cajun, e o bêbedo e isilado Grandpère Jack.
A sua vida está cheia de esperanlça e promessa ... especialmente quando a sua atracção pelo belo Paul Tate floresce num lindo amor, mas os pais de Paul proibem-no de se associar com um dos Landry e a  Grandmère incitiva-a a seguir o seu sonho de se tornar pintora, antevendo um futuro onde Ruby estará rodeada pelos ricos na deslumbrante cidade de New Orleans! Ainda assim, Ruby não faz ideia como o seu futuro é incerto ...

Notas sobre a autora:
V.C. Andrews, Cleo Virginia Andrews, (06/06/1923-19/12/1986) era pintora profissional até se dedicar à escrita a tempo inteiro.
Os seus romances combinam horror gótico e saga familiar, girando em torno de segredos de família e amor proibido (envolvendo frequentemente temas de incesto consensual, na maioria das vezes entre irmãos. 
O mais conhecido é Herdeiros do Ódio (1979), que celebra agora o seu 35º aniversário. Os livros de V. C. Andrews venderam mais de 105 milhões de exemplares em 22 línguas.