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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

"UM HOMEM COM SORTE"

Há quem diga que a escrita de Nicholas Sparks é lamechas e desinteressante, mas eu gosto... e gostei especialmente deste livro, que nos faz pensar nas nossas crenças e no facto de quando acreditamos nalguma coisa, se lutarmos por ela, mesmo que seja necessário andar muito, nunca devemos desistir dos nossos sonhos nem dos nossos objectivos.
O final do livro foi algo trágico, mas era o desfecho ideal para uma história de coragem e determinação, que terminou em história de amor e sentimentos fortes de união.


Logan Thibault sempre foi um homem que em tudo se pode considerar comum. No entanto a sua vida estava prestes a mudar… A combater no Iraque, Thibault encontra a fotografia de uma mulher nas areias do deserto, e apanha-a pensando que alguém acabará por a reclamar. Mas ninguém aparece e, apesar de rejeitar a ideia, a fotografia passa a ser encarada como um talismã da sorte que faz com que Thibault sobreviva, sem ferimentos graves, a situações de indescritível perigo. De regresso aos EUA, o militar não consegue esquecer a mulher da fotografia decidindo procurá-la pelo país. Mas assim que a encontra a sua vida toma um rumo inesperado e o segredo que Thibault guarda pode custar-lhe tudo aquilo que lhe é querido. Uma história apaixonante sobre a força avassaladora do destino. 
Notas sobre o autor:
Nicholas Sparks nasceu em 1965 em Omaha, Nebraska. Cresceu em Fair Oaks na Califórnia e vive actualmente na Carolina do Norte com a família. Foi durante algum tempo delegado de informação médica até que Theresa Park, agente literária, decidiu começar a representá-lo, vendendo os direitos do seu primeiro romance O Diário da Nossa Paixão (The Notebook) à Warner Books. O sucesso foi imediato e a obra permaneceu durante 56 semanas consecutivas nos tops americanos. Seguiram-se livros como As Palavras que Nunca te Direi(Message in a Bottle) e Um Momento Inesquecível (A Walk to Remember), Corações em Silêncio (The Rescue) também eles sucessos editoriais de grandes proporções, tendo o primeiro sido adaptado para versão cinematográfica pelo próprio autor. Considerado o golden boy da ficção comercial americana é um autor consagrado internacionalmente pelo público.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

BIFES DE FRANGO RECHEADOS COM TOMATE SECO E MOZZARELLA, COM MOLHO DE ESPINAFRES

A minha filha sempre foi um bocadinho "avessa" a comer tudo o que seja verde, mas se as "folhas" forem introduzidas nos pratos em forma de "molho", com um aspecto algo elaborado, marcha tudo e não há reclamações.
Por isso quando me facultaram esta receita e a experimentei cá em casa, foi de imediato aprovada, sendo que já repeti a parte do molho de espinafres várias vezes, para acompanhar outros pratos.
Quando torcem o nariz a certos ingredientes, nada como dar a volta à situação e tentar introduzi-los de outra forma... eh eh eh.
600gr de bifes de frango cortados finos
sal q.b.
uma pitada de pimenta
40gr de tomate seco
200gr de mozzarella de búfala
2 colheres de chá de oregãos
25gr de azeite (mais um pouco para regar)
800gr de água
3 dentes de alho
200gr de espinafres
uma pitada de noz moscada
250gr iogurte natural (ou queijo quark)
1 colher de chá de mostarda

Corte os bifes em tiras com cerca de 5cm de largura, tempere com sal e pimenta e reserve.
Coloque no copo o tomate, a mozzarella, uma colher de chá de sal, os oregãos, e pique 6 segundos, velocidade 5. Barre os bifes com este preparado, enrole e prenda cada um com um palito. Coloque os bifes enrolados na Varoma e regue com um fio de azeite.
Coloque no copo a água, a Varoma, e programe 25 minutos, Varoma, velocidade 2. Retire e reserve a Varoma.
No copo limpo coloque o alho e o azeite, pique 6 segundos, velocidade 5. Depois refogue 3 minutos, 100º, velocidade 1.
Adicione os espinafres, o sal, a noz moscada, e programe 5 minutos, 100º, velocidade colher inversa.
Adicione o iogurte (ou quark) e a mostarda e programe 2 minutos, 90º, velocidade 2 inversa.
Deite o molho por cima dos bifes e sirva com acompanhamento a gosto.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

"TEIA DE CINZAS"

Cada vez estou mais fã desta autora, pois é tão fácil ficarmos horas perdidas a fio embrenhadas na leitura das suas obras, que quando damos por isso o livro acabou e ficamos com um gosto de "E agora...? Quando vem o próximo?"
O aparecimento de uma criança morta, aparentemente por afogamento, e a descoberta que afinal a morte tratou-se de um homicídio com contornos algo estranhos, numa cidade pequena onde todos se conhecem, e onde todos parecem suspeitos, é o ponto de partida para um enredo fantástico e arrepiante.
Confesso que até ao final nunca consegui descobrir o verdadeiro culpado nem as suas motivações, mas quando se descobre tudo faz sentido.
Livro muito bom!!!
Outono em Fjällbacka. Um pescador que acabou de recolher os covos de lagosta que lançara ao mar está em estado de choque. No deck do barco jaz agora à sua frente o corpo inerte de uma menina.
Enquanto Erica Falk desespera no seu papel de mãe, Patrick Hedstrom é mais uma vez chamado a desvendar o mistério daquela morte que vai afectar de forma devastadora a vida de muita gente que lhe é próxima. E enquanto a investigação vai decorrendo, os mistérios continuam: que pasta negra era aquela que a menina tinha no estômago quando foi autopsiada? Quem atirou cinza para um bebé que ficara por um momento num carrinho à porta da loja onde a mãe tinha ido fazer compras? Que cinzas eram aquelas que atiraram à bebé do próprio Patrick Hedstrom? Perguntas a que só a investigação da competente equipa liderada por Patrick Hedstrom poderá responder.
Notas sobre a autora:
Nascida em 1974, Camilla Läckberg licenciou-se na Universidade de Economia de Gotemburgo antes de se mudar para Estocolmo, onde foi economista durante alguns anos. Contudo, um curso sobre escrita criativa de livros policiais despoletou uma mudança drástica de carreira. Foi considerada a escritora sueca do ano em 2004 e 2005, e os seus quatro primeiros livros atingiram o primeiro lugar no top de vendas da Suécia. Actualmente, a autora vive com os dois filhos em Estocolmo.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

"AMOR E CHOCOLATE"

Um livro que é uma verdadeira comédia romântica e que me deixou a pensar que deveria dar uma excelente adaptação ao cinema.
Um rapaz e rapariga que sempre foram amigos, conhecem praticamente todos os segredos um do outro... com a agravante que a rapariga tem uma auto-estima algo baixa e que o rapaz é um verdadeiro "Don Juan" que não pode ver um rabo de saias.
Um dia ele declara-se apaixonado pela amiga e ela descobre que também gosta dele, mas que é impossível confiar em alguém tão leviano.
Todo este enredo misturado com mais dois amigos estranhos (que por acaso até namoram), uma família com um padrão algo invulgar e muitos momentos de humor, dão ao livro um sabor e aroma tão delicioso como só um bom chocolate pode ter...
Amber Salpone não queria sentir-se atraída pelo amigo Greg Walterson, mas não consegue evitar. E, de cada vez que a atracão se concretiza em algo mais, a aventura secreta fica mais perto de se tornar numa relação séria, o que, sendo ele um mulherengo e tendo ela fobia ao compromisso, constitui um grande problema.
Enquanto Amber luta para aceitar o que passou a sentir por Greg, apercebe-se também de que ela e Jen, a sua melhor amiga, estão cada vez mais afastadas. Pouco a pouco, à medida que as duras verdades das vidas de todos vão sendo reveladas, Amber tem de enfrentar o facto de o chocolate não curar tudo e, por vezes, fugir não é opção…
Notas sobre a autora:
Apaixonada desde sempre pela palavra escrita, Dorothy Koomson escreveu o seu primeiro romance aos 13 anos. A filha da minha melhor amiga foi o seu primeiro livro editado em Portugal. A história comovente de duas amigas separadas pela mentira e unidas por uma criança encantou as leitoras portuguesas. Pedaços de ternuraBons sonhosmeu amorO amor está no ar Um erro inocenteO outro amor da vida dela A praia das pétalas de rosaforam igualmente bem-sucedidos, consagrando a autora como uma referência para as leitoras portuguesas. 

"A CASA DE BONECAS"

Mais um policial de cortar a respiração que nos deixa presos até à última página.
Foi um gosto voltar a encontrar a detective Helen Grace, que desta vez tem em mãos um caso algo estranho: jovens solitárias que estão mortas já há algum tempo, mas que aparentemente alguém "mantém vivas" através de posts nas redes socias, o que afasta todas as suspeitas que já pudessem estar mortas.
Os pormenores do encarceramento das jovens estão descritos de forma bem real, que por vezes nos fazem arrepiar.
Começo a ficar uma verdadeira fã deste autor...
O corpo de uma jovem é desenterrado numa praia remota, mas o seu desaparecimento nunca tinha sido denunciado. Alguém a mantivera «viva» ao longo do tempo, enviando à família, regularmente, mensagens em seu nome.
Para a detetive Helen Grace, todas as provas apontam para um assassino em série, um monstro distorcido mas engenhoso e hábil — um predador que já matou antes.
À medida que Helen se esforça por destrinçar as motivações do assassino, ela compreende que se trata de uma verdadeira corrida contra o tempo. Uma única falha pode significar a perda de mais uma vida.
Notas sobre o autor:
M. J. Arlidge trabalha em televisão há 15 anos, tendo-se especializado em produções dramáticas de alta qualidade.
Nos últimos 5 anos produziu um grande número de séries criminais passadas em horário nobre na ITV, rede de televisão do Reino Unido.
Encontra-se presentemente a escrever uma série policial para a BBC, além de estar a criar novas séries para canais de televisão britânicos e americanos.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

"OURO SEM BRILHO"

Último livro da saga Landry que não é mais do que um voltar a trás no tempo (tal como todos os últimos livros da autora quando se trata de uma saga) e retornar até às origens onde toda a história teve o seu início.
Vamos conhecer a verdadeira infância de Gabrielle e a realidade do que realmente aconteceu com as pessoas com quem se foi envolvendo durante a sua juventude.
Um remate  final em beleza!

A poucos dias do final das aulas e da sua festa de graduação, Gabrielle Landry está feliz, como seria normal para qualquer jovem. Mas eis que um homem rico da terra, dono da fábrica de conservas, de nome Octavius Tate, descobre-a sozinha junto a um lago e destrói toda a sua felicidade, quebrando a magia da sua vida.
Violada, grávida e desolada, Gabrielle não vê outra saída senão concordar com o esquema proposto pela Sra. Tate: fingir que o bébé esperado é dela, simulando uma falsa gravidez, de modo a esconder a traição do marido...
Depois que o bébé é tirado a Gabrielle, ela sente o seu mundo ruir novamente e todas as suas esperanças de ser feliz voltam a ir por água abaixo.
Até que surge no bayou o misterioso criolo milionário Pierre Dumas, que pode mudar o rumo da sua vida... ou não...
Notas sobre a autora:
V.C. Andrews, Cleo Virginia Andrews, (06/06/1923-19/12/1986) era pintora profissional até se dedicar à escrita a tempo inteiro.
Os seus romances combinam horror gótico e saga familiar, girando em torno de segredos de família e amor proibido (envolvendo frequentemente temas de incesto consensual, na maioria das vezes entre irmãos. 
O mais conhecido é Herdeiros do Ódio (1979), que celebra agora o seu 35º aniversário. Os livros de V. C. Andrews venderam mais de 105 milhões de exemplares em 22 línguas.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

PÃO DE CEREAIS

Não há nada melhor do que o cheirinho do pão acabado de cozer... quentinho, com manteiga a derreter, fofinho e com uma côdea estaladiça... nham nham!!!
Com a ajuda dos modernos robots de cozinha (neste caso a Bimby) qualquer pessoa se pode tornar numa excelente mestre panificadora.
Usando o soro que fica da receita que preparo de queijo fresco e seguindo uma das muitas receitas dos livros da Bimby, consegue-se um pão maravilhoso!!!
330gr de soro do queijo fresco
sal q.b.
100gr de farinha integral (ou especial para pão de sementes)
400gr de farinha tipo 65
20gr de fermento de padeiro fresco ou 1/2 saqueta de Fermipan
50gr de sementes (linhaça, sésamo e girassol)

Coloque no copo o soro e o sal e programe 2 minutos, 37º, velocidade 2.
Junte a farinha integral e 150gr da outra farinha e programe 8 minutos, velocidade 6.
De seguida junte a restante farinha, o fermento e as sementes, e amasse 2 minutos, velocidade Espiga.
Coloque a massa num tabuleiro forrado com papel vegetal e deixe levedar cerca de 30 minutos ou até a massa dobrar de volume.
Polvilhe com sementes a gosto e leve ao forno, pré-aquecido a 180º, cerca de 40 minutos.
Notas: 
* se a quantidade de soro não perfizer as 330gr complete com água. Se não tiver soro use apenas água.
* Para a massa levedar mais depressa pode colocá-la no forno pré-aquecido a 40º cerca de 15 minutos.

"UMA QUESTÃO DE CLASSE"

Tenho que confessar que dos livros que li da autora até ao momento, este não foi o meu favorito.
A história assenta em pilares fortes para desenvolver: ensino de forma conservadora, homossexualidade, discriminação, "buylling", tudo temas que dariam uma boa história.
Mas os constantes "saltos" entre o passado e o presente e as longas narrativas fazem com o que o livro se torne muitas das vezes confuso e maçador.
Na minha opinião não é a melhor escolha para quem queira ler Joanne Harris.

O colégio de St. Oswald é antigo e cheio de tradição.
Mas nos seus imponentes salões e longos corredores, sopram agora ventos de mudança. A vaga de modernidade parece imparável e inclui a admissão de raparigas, novas tecnologias, uma possível "fusão" com um colégio feminino, e até um novo diretor. É por esse motivo que Roy Straitley, o excêntrico professor de Latim, decide adiar a sua reforma. Há mais de trinta anos que Straitley dá aulas em St. Oswald, onde ele próprio estudou.
Para ele, a escola é o seu lar e a sua vida. Enquanto faz os possíveis para manter a tradição, o professor descobre que o novo diretor é nada menos que um ex-aluno seu, um rapaz cuja memória nunca deixou de o atormentar. E que representa agora uma ameaça que apenas Straitley consegue antever. Pois o novo diretor é admirado por todos. Mas por entre o pó de giz que cintila sob o sol de outono e o ranger das tábuas do soalho ancestral, há sombras que se agitam… e alguém que aguarda o momento certo para ajustar contas com o passado.
Uma história única de obsessão, vingança, devoção e amor.
Notas sobre a autora:
Escritora franco-inglesa, Joanne Michèle Sylvie Harris nasceu a 3 de Julho de 1964, em Yorkshire. Filha de pai inglês e mãe francesa, ambos professores, cresceu sentindo-se deslocada por força do seu bilinguismo, num meio adverso ao cosmopolitismo. Refugiou-se portanto na leitura, que povoou a sua fantasia de amigos imaginários, sobretudo nos primeiros dez anos da sua vida. Estudou no Wakesfield Girl's High e no Barnsley Sixth Form College. Passou grande parte da sua adolescência a escrever, imitando os seus autores favoritos, à procura do seu próprio estilo. Ao terminar o ensino secundário, ingressou no St. Catherine's College de Cambridge, onde se diplomou em Línguas e Literaturas Medievais e Modernas, Variante de Estudos Franceses e Alemães. Neste período envolveu-se em algumas actividades extra-curriculares, como a prática do Ju-Jitsu e a música, chegando a actuar em vários bares de Cambridge com o seu baixo. Antes de responder à vocação familiar do ensino, passou por uma breve fase em que trabalhou como guarda-livros e como música. Começou depois a ensinar Francês na Leeds Grammar School e, mais tarde, Literatura Francesa na Universidade de Sheffield. Em 1989 publicou o seu primeiro romance, The Evil Seed, a que se seguiu Sleep Pale Sister (1993). Ambas as obras passaram despercebidas pela crítica, nunca chegando a ser reeditadas. No entanto, dez anos após o aparecimento do seu primeiro trabalho, surgiu com Chocolat (1999). A obra, que constituiu um sucesso de vendas imediato, foi nomeada para um Prémio Whitbread. Situado num lugar exótico no vale do Loire, em França, o romance contava a história de uma jovem viúva que chega a uma aldeia oprimida e decide abrir uma lojas de chocolates, que usa para adoçar a amargura da população. Foi adaptado para o cinema pelo realizador Lasse Hallström, contando com a presença de Juliette Binoche no papel principal. No ano de 2001 apareceu Five Quarters Of The Orange (Cinco Quartos de Laranja), a que seguiram Blackberry Wine (2001), The French Kitchen, A Cookbook (2002), Coastliners (2002, A Praia Roubada) e Holy Fools (2003).