Sugestões para oferecer ou para ler...


quinta-feira, 18 de maio de 2017

"NA BOCA DO LOBO"

Mais um reencontro com a detective Helen Grace, que desta vez passa de acusadora a acusada.
Uma série de homicídios que vão tendo lugar durante o desenrolar da história, em que todas as vítimas de uma maneira ou de outra, num passado distante ou mais recente, tinham cruzado a vida e história da detective Helen, fazendo dela a única e principal suspeita de todos os crimes.
Uma vez mais um livro muito bem escrito, que mantém o nível de suspense em alta até às últimas páginas e que tem um final que nos deixa ansiosos para ler já de seguida o próximo livro.
Qual será o destino de Helen Grace?

UM HOMICÍDIO NUM CLUBE NOTURNO. UMA VÍTIMA ASFIXIADA ATÉ À MORTE. E O JOGO PERVERSO AINDA AGORA COMEÇOU…
Quando a detetive Helen Grace encontra a vítima no chão, presa a uma cadeira, percebe que não se trata apenas de um jogo sexual que terminou mal — as provas demonstram que o agressor dispusera dos meios para libertar o seu refém, mas decidira não o fazer. Ao remover a fita adesiva do rosto da vítima, Grace reconhece-a: trata-se de alguém com quem mantinha um relacionamento de que ninguém pode saber. Helen inicia uma autêntica caça ao assassino, ao mesmo tempo que luta por manter a sua vida privada em segredo. Contudo, as várias pistas seguidas revelam-se infrutíferas, e surge um novo homicídio. Travando uma batalha contra o tempo, Helen enfrenta uma escolha impossível: confessar os seus segredos mais obscuros e perder o controlo do caso, ou ocultar a verdade e arriscar-se a cair numa armadilha?
Notas sobre o autor:
M. J. Arlidge trabalha em televisão há 15 anos, tendo-se especializado em produções dramáticas de alta qualidade.
Nos últimos 5 anos produziu um grande número de séries criminais passadas em horário nobre na ITV, rede de televisão do Reino Unido.
Encontra-se presentemente a escrever uma série policial para a BBC, além de estar a criar novas séries para canais de televisão britânicos e americanos.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

"MENINA RICA, MENINA POBRE"

Um livro muito interessante, que me fez lembrar o estilo de escrita de Lesley Pearse.
A história é um lugar comum que já foi tema de muitas obras: duas irmãs separadas em pequenas, cujas vidas tomaram rumos completamente diferentes, com níveis de vida bem distintos, mas que no final acabam por se reencontrar e descobrir toda a verdade sobre o passado de ambas.
A narrativa transporta-nos a diferentes países e vai fazendo o paralelismo entre a vida das duas personagens principais: as irmãs Thea e Romy.
Desde a difícil vida de um orfanato na Alemanha até à vida abastada de ricos empresários, somos levados a conhecer uma série de personagens que entram sempre no momento certo e dão um contributo importante ao desenrolar da história.
Apenas acho que o momento do reencontro das duas irmãs deveria ter sido mais "rebuscado".... um livro de leitura fácil e agradável, que nos emociona em muitas das suas partes.
Thea e Romy são duas lindas bebés cujo futuro é ditado por uma moeda atirada ao ar. Separadas e vendidas na calada da noite, os seus destinos não podiam ser mais diferentes. Thea é enviada para os Estados Unidos, onde a espera uma vida de privilégio e luxo. Romy é internada num violento e degradado orfanato na Alemanha de Leste. Embora vivam em continentes diferentes, os seus caminhos vão cruzar-se ao longo dos anos, sem que nenhuma conheça a identidade da outra. Mas os seus mundos acabarão por colidir um dia. Face a uma tragédia iminente, com tudo o que lhes é mais querido em jogo, elas têm apenas duas opções: destruírem-se mutuamente ou unirem-se, arriscando as próprias vidas, para descobrir a chocante verdade sobre o seu passado.
Das vielas decadentes de Londres aos arranha-céus de Nova Iorque, das montanhas geladas da Europa de Leste às exuberantes praias das Caraíbas, duas mulheres unidas pelo poder invisível dos laços de sangue constroem as suas vidas numa luta permanente contra a arbitrariedade do acaso.
Notas sobre a autora:
Joanna Rees cresceu no Essex, em Inglaterra, e licenciou-se em Inglês e Teatro no Goldsmiths College, em Londres. Após uma sucessão de empregos bizarros, que vão desde um negócio de entrega de sandes à escrita de textos promocionais em embalagens de cereais, publicou o seu primeiro romance em 1997, sob o seu nome de solteira, Josie Lloyd. Isto permitiu-lhe conhecer o romancista Emlyn Rees, com quem escreveu vários bestsellers traduzidos para vinte e seis línguas e com quem casou e teve três filhos. A partir de 2007, voltou a escrever a solo. Menina Rica, Menina Pobre é o seu primeiro romance publicado na ASA.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

QUEIJADINHAS DE COCO E CANELA

Há sempre aqueles dias em que nos apetece algo doce para o lanche, ou para acompanhar o café depois das refeições...
Se conseguirmos arranjar uma "fórmula mágica" que nos sacie a vontade dos doces e que não prejudique o nosso peso na balança nem "envenene" a nossa saúde com quantidades de açucar desnecessárias, é uma maravilha não é?
Tomem nota desta receita fantástica, que se faz enquanto o diabo esfrega um olho. apta para regimes Paleo e Low Carb e aprovada por toda a gente!!!
Se servirem as queijadas frescas ainda é melhor.
4 ovos
250gr de quark
raspa de limão
2 colheres de sopa de mel
60gr de coco ralado
1 colher de chá de fermento
canela q.b.

No copo da Bimby colocar o queijo quark, os ovos, a raspa de limão e o mel, e programar 1 minuto, velocidade 3.
Juntar o coco e o fermento e programar 1 minuto, velocidade 2.
Preparar as forminhas (usei formas de silicone apenas passadas por água, mas se quiserem podem untar com um pouco de óleo de coco) e deitar o preparado até 3/4.
Levar ao forno, pré-aquecido a 180º, entre 15 a 20 minutos.
Depois de frias polvilhar com canela em pó.

"PRIVATE - PRINCIPAL SUSPEITO"

Um bom policial, com capítulos curtinhos e muito fácil de ler, bem ao estilo de James Patterson.
Um crime em que todas as suspeitas apontam para Jack e o esforço que este tem que fazer para conseguir provar a sua inocência...
Crimes passionais cometidos em quartos de hotéis, aparentemente ligados à prostituição, mas sem elos em comum entre as vítimas...
São várias as pistas que nos deixam a pensar e que nos fazem sentir envolvidas com esta leitura.
Recomendo a quem goste de suspense!

Uma ex-namorada assassinada. Investigações à margem da lei.
A Private é a agência de investigação mais eficiente do mundo, criada para resolver de forma discreta os problemas dos ricos e poderosos. Jack Morgan, antigo fuzileiro naval e agente da CIA, é o seu dono. Os agentes da Private são os mais inteligentes e rápidos, e dispõem das tecnologias mais avançadas.
Desta vez, é o próprio Jack Morgan que se torna o principal suspeito da morte da sua ex-namorada. Ao mesmo tempo que é vigiado pela polícia, a Máfia obriga-o a recuperar 30 milhões de dólares em material farmacêutico roubado, e a bela presidente de uma cadeia de hotéis pede-lhe que investigue uma série de assassínios ocorridos nas suas propriedades.
Numa luta contra o tempo para provar a sua inocência, Jack tem de enfrentar os inimigos mais fortes e inteligentes de sempre. Com mais ação, intriga e surpresas do que nunca, Private: Principal Suspeito é James Patterson ao seu melhor nível.
Notas sobre o autor:
James Patterson é indiscutivelmente um dos grandes nomes do thriller, sendo mesmo o mais popular neste género em todo o mundo, com mais de 150 milhões de exemplares vendidos, traduzidos em 49 línguas.
Patterson publicou a sua primeira obra em 1976 e é autor de um impressionante número de bestsellers. Entre outros prémios, foi distinguido com o Edgar Award, a distinção mais importante do mundo atribuída a este género de romance.
A série O Clube das Investigadoras, anuncia-se como uma das mais vendidas na última década nos Estados Unidos. Foi adaptada à televisão pela ABC, em 2007. Em Portugal, os episódios da série são exibidos pelo canal por cabo Fox Life.
Patterson vive na Florida com a família.

terça-feira, 11 de abril de 2017

BOLINHOS DE BRÓCULOS E AVEIA

Cada vez é mais fácil cozinhar de forma saudável e relativamente económica, basta fazermos algumas buscas na internet e colocar a imaginação em funcionamento, tendo em conta os ingredientes que temos em casa.
Confesso que sempre fui fã de croquetes, pastéis, pataniscas e bolinhos.. aquele tipo de coisas que tanto se podem comer quentes como frias, que não dão trabalho a transportar e que tanto podem servir como refeição, como complemento de um pic-nic ou merenda na praia.
Aqui fica a receita de uns bolinhos muito fáceis e rápidos de fazer, sendo que são aptos para quem siga o regime de alimentação Paleo, devendo para isso usar aveia sem glúten.
2 chávenas de aveia triturada (se possível usar aveia sem glúten)
1 cabeça de bróculos pequena
1 batata doce média
1 chávena de queijo parmesão ralado
2 ovos
sal e pimenta q.b.

Picar os bróculos em pequenas porções e reservar.
Coza a batata doce e água e sal e esmague com um garfo.
Num recipiente misture a aveia com os bróculos triturados, acrescente a batata doce esmagada, os ovos batidos e o queijo, temperando com sal e pimenta a gosto.
Com a ajuda de 2 colheres forme os bolinhos e coloque num tabuleiro forrado com papel vegetal.
Leve ao forno, pré-aquecido a 180º, durante 30 minutos, ou até que estejam dourados.
Sirva de seguida com acompanhamento a gosto.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

"SOLTEIRA ATÉ SÁBADO"

Um livro sobre o qual alimentava grandes expectativas, mas que afinal não passa de um romance morno e bastante previsível. Qualquer leitor atento consegue facilmente perceber quais serão as "cenas dos próximos capítulos".
As personagens em si não são nada de especial, a história tem momentos confusos, embora apareçam algumas cenas (não muitas) que não deixam de ser divertidas.
A narrativa sobre um casamento de conveniência que acaba de uma forma inesperada, com uma das partes a apaixonar-se por quem não devia.
Não foi um dos meus livros favoritos, mas é um livro de fácil leitura.

Karen Jones: Loura e bonita casada com uma estrela de Hollywood, afinal é Karen quem passa os seus dias a desempenhar um papel: o de esposa feliz. Há um ano, aceitou casar com um ator para calar rumores acerca da vida privada deste. Agora, o dia do divórcio aproxima-se e há um cheque de cinco milhões de dólares à sua espera. Mas quando se prepara para sair airosamente do seu casamento falso, o cunhado lindo de morrer entra-lhe pela porta de casa… e do coração. Zach Gardner: Moreno de olhos azuis, Zach chega para celebrar o primeiro aniversário de casamento de Michael e Karen. Está ansioso por conhecer a mulher que o irmão escondeu da sua família. Mas mal Zach e Karen se encontram, surge uma faísca. Quando o casal vai visitar todo o clã dos Gardner, Karen tem de manter o segredo do marido bem escondido de todos… até de Zach, que pode muito bem ser o grande amor da sua vida.
Notas sobre a autora:
Catherine Bybee é uma autora best-seller do New York Times. Nasceu em Washington, mas mudou-se para a Califórnia depois do liceu, na esperança de se tornar atriz. Em lugar disso, formou-se em enfermagem e fez a sua carreira sobretudo em urgências hospitalares. Atualmente, é autora a tempo inteiro. Vive na Califórnia com o marido e os dois filhos.

terça-feira, 28 de março de 2017

TARTE DE BATATA DOCE E ESPINAFRES

Tenho o privilégio de viver perto da zona que produz as melhores batatas doces de todo o país (Aljezur) e se antes este era um legume a que eu até nem ligava muito, agora tornou-se num ingrediente de eleição para mim, sendo que passou a ser usado em grande parte das receitas que saem da minha cozinha.
Esta tarte é deliciosa e tem todos os nutrientes para torná-la numa refeição completa e equilibrada, sendo apta para quem pratique alimentação Paleo, ou queira fazer uma receita saudável, sem ficar com pesos na consciência. A receita foi retirada de um vídeo que vi a circular algures na net...
2 a 3 batatas doces
azeite q.b.
350gr de espinafres
220gr de cream cheese ou queijo quark
2 ovos
200gr de queijo feta
sal e piment q.b.

Lavar bem as batatas doces, mantendo a casca, cortar em rodelas finas e alourar de ambos os lados numa frigideira com azeite. Forrar completamente o fundo e as laterais de uma tarteira com as rodelas de batata.
Cozer os espinafres, escorrer bem e picá-los finamente.
Misturá-los com os restantes ingredientes, temperar a gosto com sal e pimenta, deitar por cima das batatas e levar ao forno, pré-aquecido a 160º, durante 30 minutos.
Deixar arrefecer um pouco antes de servir.

domingo, 26 de março de 2017

"O CAMINHO DO INFERNO"

Um livro intenso, que mexe profundamente com as nossas emoções, especialmente se somos mães e temos filhas adolescentes.
O desespero de uma mãe que vê desaparecer a sua filha, sem nunca mais ter havido uma pequena pista ou sinal do que poderá ter acontecido; o ruir de uma família que tinha uma vida perfeita; a morte de um dos elementos do casal na consequência de todos estes acontecimentos... e principalmente a revolta de saber quem fez desaparecer a sua jovem filha, mas não haver provas legais para incriminar o culpado...
Todos estes elementos fazem parte da trama, que está muito bem construída e tem um bom desenvolvimento, se bem que esperava mais do final.
De qualquer forma é um livro que se enquadra bem no estilo de escrita a que esta autora já nos habituou.
«A minha filha desapareceu a 28 de maio de 1986. Passaram quatro anos. Nunca mais ninguém a viu ou ouviu falar dela desde então. Não sei se está viva ou morta, se é ou se era. Se me conformar ao tempo passado, admito que a minha filha desapareceu para sempre. Se me agarrar ao presente, sujeito-me ao infinito tormento da esperança. Vivo no limbo. Não é um local agradável. Daria o que quer que fosse para de lá sair, ou pelo menos para retirar a melancolia da minha alma. Anseio por alguma espécie de limpeza, de catarse, por uma eliminação do lixo tóxico que ficou para trás, na esteira de uma má experiência. A ideia de catarse incitou-me a começar este livro. A ideia, que, ao partilhar a minha experiência com o mundo, o veneno destas memórias poderia de algum modo diluir-se, foi como lançar uma corda a alguém que estivesse a ser arrastado pelas revoltas águas de um dilúvio. O problema, porém, é que não posso escapar à corrente, por muito forte que seja essa corda. Sou mãe de uma criança desaparecida.»
Notas sobre a autora:
Tami Hoag, escritora norte-americana, é originária do Minnesota, casada e a viver em Charlottesville na Virgínia. Os seus livros aparecem nas listas americanas de bestsellers desde a publicação em 1988 do seu primeiro romance.