Sugestões para oferecer ou para ler...


terça-feira, 15 de Abril de 2014

FOLAR DE PÁSCOA

Os dias passam a correr e temos novamente a Páscoa à porta. Como esta é a época por excelência dos folares, decidi arriscar mais uma vez e usei esta receita adaptada à Mycook. 
Consegui um mega folar delicioso... para a próxima vez vou dividir a massa ao meio e fazer dois folares pequenos. Na opinião do meu marido falta-lhe açucar, mas para mim e para a minha filha está no ponto certo.
100gr de água
100gr de leite
150gr de manteiga
1 saqueta de Fermipan
2 ovos
200gr de açucar
750gr de farinha
1 colher de chá de canela
1 colher de sopa de erva doce em pó
1 ovo cozido (usei 2)
gema de ovo para pincelar

Coloque no copo a água, o leite, a manteiga e o Fermipan e programe 3 minutos, 50º, velocidade 3.
Junte os ovos e o açucar e bata 3 minutos na velocidade 4.
Adicione 700gr de farinha, a canela e a erva doce. Misture 30 segundos na velocidade 7. De seguida programe 5 minutos na função "Amassar". Aos 4 minutos adicione pelo bocal as restantes 50gr de farinha. Deixe fermentar cerca de 40 a 60 minutos (eu deixei levedar dentro do copo, embrulhado num cobertor).
Molde uma bola sobre a bancada enfarinhada, coloque os ovos e por cima coloque duas tiras de massa. Disponha no tabuleiro do forno polvilhado com farinha e leve ao forno, pré-aquecido a 170º, durante uma hora.
Uma Páscoa feliz para todos!!!

quinta-feira, 10 de Abril de 2014

"18 SEGUNDOS"

Um livro muito confuso no início pois entram novas personagens a cada capítulo e às páginas tantas começamos a ficar baralhadas, mas com o desenrolar da história tudo começa a fazer sentido e o livro transforma-se num thriller fantástico.
É daqueles livros que nos agarram e que, mesmo parecendo confusos, não o conseguimos largar.

CONSEGUE DESCOBRIR O ASSASSINO APENAS PELOS 18 SEGUNDOS QUE ANTECEDERAM O CRIME?
Apelidado de "explosivo" e "um dos mais bem escritos policiais", 18 Segundos oferece ao leitor momentos de pura acção, adrenalina e suspense. A autenticidade com que a narrativa é descrita envolvem o leitor numa jornada psicológica pelo mundo do crime. A experiência profissional do autor, que passou vinte anos ao serviço da polícia, conferem a este thriller verosimilhança e credibilidade, como se se tratasse de um caso real. A vivacidade do enredo suportado por personagens bem delineadas, impelem o leitor a procurar pistas que o conduzirão à apoteose final. Em 18 Segundos, assistimos à capacidade invulgar de Sherry Moore para «ver» os últimos 18 segundos de vida das vítimas de homicídio. Um talento raro que será explorado ao serviço da polícia de New Jersey e Pensilvânia. Thriller poderoso oferece-nos uma nova visão sobre a investigação criminal.
Notas sobre o autor:
George D. Shuman, originário da Pensilvânia, foi para Washington, DC, para ingressar no Departamento da Polícia Metropolitana, desempenhando cargos de crescente responsabilidade durante vinte anos, altura em que se demitiu passando a exercer cargos civis relacionados com hotelaria e recursos humanos. Actualmente dedica-se à sua carreira de escritor a tempo inteiro.

terça-feira, 8 de Abril de 2014

GOMAS SEM AÇUCAR

Férias da Páscoa significam crianças em casa... e as crianças em casa andam sempre em busca de coisas doces para petiscar.
Todos os míudos (e quase todos os graúdos também) gostam de gomas, por isso hoje trago-lhes uma sugestão de gomas sem açucar, que as crianças e os adultos podemo comer sem pesos na consciência!
A receita apresentada foi feita em dose dupla, com 2 sabores diferentes de gelatina. Uma vez mais tomei como referência esta receita do blog As Delícias das Guerreiras.
200ml de água
1 saqueta de gelatina de sabor a gosto
3 folhas de gelatina neutra

Coloque as folhas de gelatina num pouco de água para ficarem moles (2 a 3 minutos).
Num tacho coloque os 200ml de água e deixe ferver. Baixe o lume.
Junte as folhas de gelatina previamente amolecidas e a saqueta de gelatina com sabor. Em lume branco vá mexendo durante 5 minutos.
Se usar formas de silicone pincele-as antes com um pouco de óleo, mas muito pouco mesmo.
Verter o preparado nas formas de silicone e deixar no frigorífico até solidificar (é melhor ficar de um dia para o outro).
Retirar das formas e guardar numa caixinha.
Já não há desculpa para não dar gomas aos miúdos!!!

domingo, 6 de Abril de 2014

"DANÇAS & CONTRADANÇAS"

Esta é já uma das minhas autoras favoritas pela sua escrita fluente e fácil de ler, mas confesso que tive alguma dificuldade em saber que classificação atribuir a este livro, por ser um livro de contos.
Para mim um livro de contos é daquele tipo de livros de fácil leitura, bom para ler na praia ou levar na mala para ler no autocarro... mas alguns destes contos pareceram-me confusos e desinteressantes.
Mas em contrapartida houve outros contos que me apaixonaram completamente, pois tinham personagens divertidas que me seduziram completamente.
Joanne Harris continua a ser uma autora a manter debaixo de olho.

As sarcásticas histórias de Danças & Contradanças podem ser resumidas em duas palavras: malévolas e maliciosas. Como em muitos dos seus romances, Joanne Harris consegue combinar de uma forma única situações e personagens comuns - e até banais - com o extraordinário e o inesperado. Mais do que nunca, a autora dá largas à sua imaginação e apresenta-nos uma exuberante e prodigiosa caixa de Pandora que contém tudo quanto é extravagante, estranho misterioso e perverso. De bruxas suburbanas a velhinhas provocadoras, monstros envelhecidos, vencedores da lotaria suicidas, lobisomens, mulheres-golfinho e fabricantes de adereços eróticos, estas são vinte e duas histórias onde o fantástico anda de mãos dadas com o mundano, o amargo com o doce, e onde o belo, o grotesco, o sedutor e o perturbador estão sempre a um passo de distância.
Escolham o vosso par, por favor. Danças & Contradanças é o primeiro livro de contos de Joanne Harris, que, com a mestria a que já nos habituou, consegue deliciar, surpreender, entreter e horrorizar em igual medida. Suficientemente longas para aguçar o apetite, e breves a ponto de serem lidas num piscar de olhos, estas são histórias maliciosas, divertidas, por vezes provocadoras, mas sempre pessoais e capazes de revelar uma faceta de Joanne Harris até agora desconhecida dos seus leitores.
Notas sobre a autora:
Escritora franco-inglesa, Joanne Michèle Sylvie Harris nasceu a 3 de Julho de 1964, em Yorkshire. Filha de pai inglês e mãe francesa, ambos professores, cresceu sentindo-se deslocada por força do seu bilinguismo, num meio adverso ao cosmopolitismo. Refugiou-se portanto na leitura, que povoou a sua fantasia de amigos imaginários, sobretudo nos primeiros dez anos da sua vida. Estudou no Wakesfield Girl's High e no Barnsley Sixth Form College. Passou grande parte da sua adolescência a escrever, imitando os seus autores favoritos, à procura do seu próprio estilo. Ao terminar o ensino secundário, ingressou no St. Catherine's College de Cambridge, onde se diplomou em Línguas e Literaturas Medievais e Modernas, Variante de Estudos Franceses e Alemães. Neste período envolveu-se em algumas actividades extra-curriculares, como a prática do Ju-Jitsu e a música, chegando a actuar em vários bares de Cambridge com o seu baixo. Antes de responder à vocação familiar do ensino, passou por uma breve fase em que trabalhou como guarda-livros e como música. Começou depois a ensinar Francês na Leeds Grammar School e, mais tarde, Literatura Francesa na Universidade de Sheffield. Em 1989 publicou o seu primeiro romance, The Evil Seed, a que se seguiu Sleep Pale Sister (1993). Ambas as obras passaram despercebidas pela crítica, nunca chegando a ser reeditadas. No entanto, dez anos após o aparecimento do seu primeiro trabalho, surgiu com Chocolat (1999). A obra, que constituiu um sucesso de vendas imediato, foi nomeada para um Prémio Whitbread. Situado num lugar exótico no vale do Loire, em França, o romance contava a história de uma jovem viúva que chega a uma aldeia oprimida e decide abrir uma lojas de chocolates, que usa para adoçar a amargura da população. Foi adaptado para o cinema pelo realizador Lasse Hallström, contando com a presença de Juliette Binoche no papel principal. No ano de 2001 apareceu Five Quarters Of The Orange (Cinco Quartos de Laranja), a que seguiram Blackberry Wine (2001), The French Kitchen, A Cookbook (2002), Coastliners (2002, A Praia Roubada) e Holy Fools (2003).

quinta-feira, 3 de Abril de 2014

"O TERCEIRO SEGREDO"

Confesso que no início este livro me pareceu verdadeiramente aborrecido e, se não o larguei logo posso agradecer à minha filha, que já o tinha lido e me garantiu que o livro era bom... e realmente não se enganou.
Quem pegar nesta obra previno desde já que as primeira 60/70 páginas são maçadoras, mas têm mesmo que ser assim, para que se possa criar um profundo conhecimento com as personagens e perceber as suas intervenções ao longo da história.
Um thriller muito interessante que põe em casa os dogmas defendidos pela Igreja, sem no entanto desrespeitar os princípios católicos.
Não deixa de ser interessante ver que um autor estrangeiro escolheu como principal tema do seu livro as aparições de Fátima.

As revelações de Fátima num romance controverso, chocante e explosivo.
Explosivo tanto no ritmo como nas suas revelações, O Terceiro Segredo é um thriller extraordinário onde o autor aborda algumas ideias mais controversas do nosso tempo numa viajem alucinante pela história da Igreja e o futuro da religião.
Notas sobre o autor:
Steve Berry é um campeão de vendas do The New York Times. Tem mais de 12 milhões de livros impressos, as suas obras foram traduzidas em quarenta línguas e vendidas em cinquenta e um países. Quando não está a escrever, normalmente encontra-se a viajar para descobrir coisas perdidas com vista a ilustrar o seu próximo romance. Vive na cidade histórica de St. Augustine, na Florida e junto com a sua mulher, Elizabeth, fundou a History Matters, associação dedicada a ajudar na preservação do nosso património.

quarta-feira, 2 de Abril de 2014

BOLINHOS DE ATUM

Começou a aparecer na blogosfera uma verdadeira "explosão" de receitas baseadas nos conselhos da Dra. Ágata Roquette, no âmbito dos princípios da Dieta dos 31 Dias... descobri esta receita fantástica no blog "As Delícias das Guerreiras" e como cá em casa gostamos muito de atum, e sendo que é uma receita saudável, resolvi experimentar para ver o resultado.
2 ovos
1 lata de atum
coentros ou salsa q.b.
queijo ralado
1 lata pequena de cogumelos laminados
sal q.b.

Triturar o atum, os cogumelos, os ovos, o sal e os coentros ou salsa com a varinha mágica.
Aquecer uma frigideira anti-aderente, untada apenas com um fio de azeite, e colocar pequenas porções do preparado, espalmando como se fossem pequenas panquecas.
Quando estiverem cozinhadas de um lado, virar com a ajuda de uma espátula e deixar cozinhar do outro lado.
Servir com salada mista.
Uma bela receita para pic-nics ou para as tardes de praia que não tardam em chegar.

quinta-feira, 27 de Março de 2014

"DESONRADA"

Não se pode dizer que este é um livro fantástico, mas é sim um livro realista que nos faz pensar em como é possível que em pleno século XXI ainda existam jovens a sofrer tortura e represálias da própria família, tudo em nome de uma "suposta" honra e de perceitos religiosos.
Sofia é a prova que nunca devemos baixar os braços nem desistir dos nossos sonhos, por muito tortuoso que nos pareça o caminho.
Não é uma história de amor, não é um romance comovente, é sim uma história de vida muito sofrida que, graças à coragem da protagonista, sofre uma reviravolta e transforma-se numa vida de sonho.
Como diz a própria autora "Nunca é tarde de mais para perseguirmos um sonho e para acreditarmos em nós próprios. Nunca é tarde de mais para recomeçar. Podemos ser aquilo que quisermos."
De vez em quando faz-nos falta ler um livro assim...

Sofia Hayat é bela e talentosa. A sua carreira de modelo e actriz é um sucesso: participou já em longas-metragens, programas televisivos, anúncios e campanhas publicitárias. Dificilmente alguém poderia imaginar o pesadelo que viveu até chegar onde chegou. E é precisamente o que está para lá desta vida glamorosa que faz da sua história um exemplo comovente de triunfo e coragem. Nascida em Inglaterra, no seio de uma família muçulmana tradicional, Sofia foi forçada a viver de acordo com regras de um rigor absoluto: o pai proibia-a de fazer amigos e, se se atrevesse a falar com rapazes, era violentamente castigada. Carente e solitária, viu a sua vida mudar quando foi para a universidade. Aí experimentou pela primeira vez as liberdades que a maior parte das jovens ocidentais tomam como garantidas. Na sua nova vida podia ir a festas e divertir-se. Mas a recém-descoberta alegria durou pouco: das ameaças de morte, os pais passaram ao rapto. A reputação da família estava irremediavelmente manchada. A única solução honrosa era a morte.
Desonrada é o relato inspirador da sua luta. Sofia não abdicou dos seus sonhos nem tão-pouco esqueceu aquilo por que passou para conquistar a liberdade. Actualmente, dedica o seu tempo livre a ajudar jovens mulheres muçulmanas que se encontram em situações semelhantes às que viveu. A sua história é uma inspiração para raparigas de todo o mundo.
Notas sobre a autora:
Sofia Hayat nasceu em 1974 e cresceu no Kent, em Inglaterra. A sua carreira na televisão começou em 2000 na Zee TV. Em 2004, estreia-se na representação na série Absolute Power da BBC. Em 2005, conquista o seu primeiro papel no filme Exitz, seguido de Cash and Curry. Em 2010, foi protagonista de The Unforgettable, que lhe valeu uma nomeação para os Beffta Awards, na categoria de Melhor Actriz. Sofia tem também feito carreira na música, tendo já actuado a solo no Royal Albert Hall; o seu primeiro álbum está prestes a ser editado. Actualmente, está a trabalhar no seu próprio filme, baseado em parte na sua vida.

quarta-feira, 26 de Março de 2014

"O APRENDIZ"

Mais um policial/thriller fantástico desta autora, repleto de pormenores sangrentos e arrepiantes.Um belo livro para quem gosta deste género de literatura.
Foi um prazer reencontrar a detective Jane Rizzoli que, ainda não estando refeita da sua má experiência com o assassino denominado "O Cirurgião", vê renascer todo o pesadelo que não a deixa ter sossego até aos dias de hoje.
Personagens fortes e marcantes e uma história vivida a um ritmo alucinante, se bem que na minha opinião o final foi um pouco abrupto, podia ter dado muito mais "sumo".
De qualquer forma é uma autora a continuar a seguir com todo o interesse.

Jane Rizzoli ainda não recuperou da sua experiência de quase morte às mãos de um serial killer, mas isso não a impede de ir à caça de um assassino cujos métodos lhe são estranhamente familiares. Pode ser que Warren Hoyt esteja atrás das grades, mas Jane pensa que existe uma relação entre ele e o criminoso a que a Polícia chama o Dominador, devido à maneira como subjuga e viola as vítimas antes de as matar. A interferência política do FBI no caso vem inquietar ainda mais Jane. Quando Hoyt foge da prisão e se junta ao seu irmão de sangue para se vingar da mulher polícia que o prendeu, este thriller entra num ritmo alucinante até à sua violenta conclusão.
Notas sobre a autora:
De ascendência chinesa, Tess Gerritsen cresceu nos EUA e formou-se em Medicina na Universidade da Califórnia. Após o nascimento dos filhos, começou a escrever ficção, e em 1987 publicou o seu primeiro romance. Em 1996 publicou o seu primeiro thriller médico, Harvest, a que se seguiu este O Cirurgião e O Aprendiz, entre outros, protagonizados pela detective Jane Rizzoli. Com o sucesso alcançado, a autora desistiu da carreira em Medicina e dedicou-se à escrita a tempo inteiro. A sua obra está traduzida em mais de 30 línguas e já vendeu mais de 20 milhões de exemplares em todo o mundo.