Fantástico!!! É a primeira palavra que me vem à cabeça ao terminar de ler este livro.
Esta autora é realmente muito boa e consegue prender-nos às páginas do livro como se a nossa vida dependesse disso.
Uma vez mais uma história muito bem construída, sem momentos mortos e/ou aborrecidos, a acção decorre com coerência e é muito interessante travar um conhecimento mais aprofundado com a vida particular da médica legista Maura e da detective Rizzoli, mulheres que apresentam uma carapaça dura, uma imagem indestrutível mas que no fundo têm as suas fragilidades como qualquer outra pessoa.
A trama, envolvendo castátrofes ambientais e empresas poderosas, está muito bem enredada nas personagens, fazendo com que a história tenha um final surpreendente.
Dei 5 estrelas a este livro no Goodreads porque não é possível atribuir mais... mas merece, no mínimo, umas 30 estrelas! LOL!!!
Os corpos de duas freiras, vítimas de violência brutal, encontrados no
solo sagrado da Capela da Nossa Senhora da Luz Divina conduzem a
médica-legista Maura Isles e a detective Jane Rizzoli para o centro da
investigação. Não vai ser fácil encontrar uma explicação para aquele
cenário brutal, pois as freiras vivem em clausura, no convento, não
tendo contactos com o exterior. Para adensar o mistério, Maura Isles
descobre, ao fazer a autópsia à irmã Camille, uma jovem de vinte anos,
que esta dera à luz pouco antes de ser barbaramente assassinada. Quando é
encontrado o cadáver mutilado e irreconhecível de uma mulher num prédio
abandonado, as investigações mudam de rumo. Começa então a desvendar-se
a tenebrosa relação entre as mortes e, à medida que segredos há muito
esquecidos vêm a lume, descobre-se um antigo horror que está por detrás
destes homicídios horrendos.
Notas sobre a autora:
De
ascendência chinesa, Tess Gerritsen cresceu nos EUA e formou-se em
Medicina na Universidade da Califórnia. Após o nascimento dos filhos,
começou a escrever ficção, e em 1987 publicou o seu primeiro romance.
Em 1996 publicou o seu primeiro thriller médico, Harvest, a que se seguiu O Cirurgião e O Aprendiz, entre outros, protagonizados pela detective Jane Rizzoli.
Com
o sucesso alcançado, a autora desistiu da carreira em Medicina e
dedicou-se à escrita a tempo inteiro. A sua obra está traduzida em mais
de 30 línguas e já vendeu mais de 20 milhões de exemplares em todo o
mundo.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
"QUARTA CAMPA DEBAIXO DOS MEUS PÉS"
Uma vez mais dei por mim a dar gargalhadas com as aventuras e desventuras de Charley, com os imprevistos que lhe aparecem pela frente... é que tudo lhe acontece, mas os acontecimentos fazem com que a história seja do mais divertido que possam imaginar.
Os encontros de Charley com Reyes - filho de Satã - são sensuais e hilariantes ao mesmo tempo.
A autora tem um sentido de humor fantástico que faz com que a leitura desta saga seja uma delícia.
Estou ansiosa por pegar no quinto e último volume!
Às vezes, ser ceifeira negra é isso mesmo. Ter uma vida negra. Como o último caso de Charley acabou tão mal, ela resolve passar alguns meses atulhada nas maravilhas da autopiedade.
Mas quando uma mulher lhe aparece à porta, convencida de que alguém está a tentar matá-la, Charley tem de forçar-se a trabalhar. Ou pelo menos a vestir-se. Percebe que algo está errado quando todos os que conhecem a mulher juram que é louca. Enquanto isso, o sensual filho de Satã, Reyes Farrow, foi ilibado de todas as acusações. Saiu da prisão e da vida de Charley. Entretanto, há outras coisas a considerar, como o facto da cidade de Albuquerque estar refém de um incendiário e de Reyes ser um dos suspeitos. Onde há fumo há fogo. Quando tudo parecia ter voltado ao normal, Charley é empurrada novamente para o mundo do crime, do castigo e do diabo em calças de ganga.
Notas sobre a autora:
Darynda Jones foi a vencedora do Prémio Golden Heart de 2009 para Melhor Romance Paranormal pela obra Primeira Campa à Direita.
Darynda não se lembra de não escrever. Vive no Novo México com o marido e os dois filhos.
Os encontros de Charley com Reyes - filho de Satã - são sensuais e hilariantes ao mesmo tempo.
A autora tem um sentido de humor fantástico que faz com que a leitura desta saga seja uma delícia.
Estou ansiosa por pegar no quinto e último volume!
Às vezes, ser ceifeira negra é isso mesmo. Ter uma vida negra. Como o último caso de Charley acabou tão mal, ela resolve passar alguns meses atulhada nas maravilhas da autopiedade.
Mas quando uma mulher lhe aparece à porta, convencida de que alguém está a tentar matá-la, Charley tem de forçar-se a trabalhar. Ou pelo menos a vestir-se. Percebe que algo está errado quando todos os que conhecem a mulher juram que é louca. Enquanto isso, o sensual filho de Satã, Reyes Farrow, foi ilibado de todas as acusações. Saiu da prisão e da vida de Charley. Entretanto, há outras coisas a considerar, como o facto da cidade de Albuquerque estar refém de um incendiário e de Reyes ser um dos suspeitos. Onde há fumo há fogo. Quando tudo parecia ter voltado ao normal, Charley é empurrada novamente para o mundo do crime, do castigo e do diabo em calças de ganga.
Notas sobre a autora:
Darynda Jones foi a vencedora do Prémio Golden Heart de 2009 para Melhor Romance Paranormal pela obra Primeira Campa à Direita.
Darynda não se lembra de não escrever. Vive no Novo México com o marido e os dois filhos.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
CREME DE FRUTOS
Para começarmos bem o mês de Outubro deixo uma sugestão que vinha num dos fascículos da revista "TV 7Dias", que é uma óptima alternativa para quem, como eu, é preguiçoso para comer fruta, sendo que também é uma receita que pode servir para saciar a vontade de doces, naqueles dias em que só nos apetece mesmo fazer asneiras, visto que cada tacinha tem apenas 99 Kcal.
Quando as vossas crianças fizerem birra para comer fruta, experimentem servi-la desta forma...
2 maçãs
2 pêssegos
2 colheres de sopa de açucar amarelo
1 pau de canela
canela em pó q.b.
Arranje os frutos, elimine-lhes as cascas e as sementes. Corte-os em pedaços e coloque-os num tacho juntamente com o açucar, o pau de canela e uns pingos de água.
Leve a lume brando, mexendo até cozer os frutos. Retire do lume, elimine o pau de canela e triture o preparado, obtendo um creme.
Distribua-o por taças e deixe arrefecer. Sirva fresco polvilhado com canela em pó, podendo também usar passas, chocolate em pó, canudos de bolacha, bolacha ralada, etc.
É ou não é uma sobremesa/lanche muito fácil de fazer?
Quando as vossas crianças fizerem birra para comer fruta, experimentem servi-la desta forma...
2 maçãs
2 pêssegos
2 colheres de sopa de açucar amarelo
1 pau de canela
canela em pó q.b.
Arranje os frutos, elimine-lhes as cascas e as sementes. Corte-os em pedaços e coloque-os num tacho juntamente com o açucar, o pau de canela e uns pingos de água.
Leve a lume brando, mexendo até cozer os frutos. Retire do lume, elimine o pau de canela e triture o preparado, obtendo um creme.
Distribua-o por taças e deixe arrefecer. Sirva fresco polvilhado com canela em pó, podendo também usar passas, chocolate em pó, canudos de bolacha, bolacha ralada, etc.
É ou não é uma sobremesa/lanche muito fácil de fazer?
domingo, 29 de setembro de 2013
"A RUA ONDE VIVEM"
Não é à toa que dei 5 estrelas a este livro no Goodreads, pois das mãos de uma autora destas só poderia sair um livro excelente.
A história está maravilhosamente construída de tal maneira que, a cerca de 20 páginas do final, continuava com 3 suspeitos "debaixo de olho" e não conseguia deduzir quem era o assassino.
A acção não tem paragens nem momentos mortos e a leitura prende-nos a atenção e faz-nos arrepiar.
Um belo livro para nos fazer companhia nestas primeiras tardes de chuvicos!
Após um divórcio conturbado e perseguida pelos fantasmas de sucessivas perseguições, a advogada Emily Graham deixa Albany para iniciar nova vida em Manhattan. Decidida a criar raízes, compra a casa que em tempos pertenceu à sua família, um edifício vitoriano que se ergue junto ao mar, em Spring Lake, e de onde uma antepassada de Emily desapareceu sem deixar rasto.
As obras de restauro do edifício e a construção da piscina conduzem a uma descoberta macabra: um esqueleto que é identificado como sendo de uma mulher que desapareceu da vila há alguns anos. Mas o mais estranho é que entre os seus dedos segura o anel da família de Emily...
Notas sobre a autora:
Mary Higgins Clark é autora de mais de trinta romances que obtiveram um êxito assinalável, tendo vendido mais de 80 milhões de livros em todo o mundo. O facto de ter sido criada no Bronx e a morte prematura do pai não auguravam boas perspectivas de carreira, mas a autora soube vencer todas as adversidades. Trabalhou como secretária e depois como hospedeira, e depois de se casar dedicou-se à escrita. Com a morte prematura do marido, que a deixou com cinco crianças pequenas para sustentar, a autora investiu na escrita de guiões para rádio, e depois nos romances. Rapidamente tornou-se num dos grandes nomes da literatura de suspense, conquistando os tops de vendas, a crítica e os fãs. Mary Higgins Clark escreve igualmente em parceria com a filha, a escritora Carol Higgins Clark.
A história está maravilhosamente construída de tal maneira que, a cerca de 20 páginas do final, continuava com 3 suspeitos "debaixo de olho" e não conseguia deduzir quem era o assassino.
A acção não tem paragens nem momentos mortos e a leitura prende-nos a atenção e faz-nos arrepiar.
Um belo livro para nos fazer companhia nestas primeiras tardes de chuvicos!
Após um divórcio conturbado e perseguida pelos fantasmas de sucessivas perseguições, a advogada Emily Graham deixa Albany para iniciar nova vida em Manhattan. Decidida a criar raízes, compra a casa que em tempos pertenceu à sua família, um edifício vitoriano que se ergue junto ao mar, em Spring Lake, e de onde uma antepassada de Emily desapareceu sem deixar rasto.
As obras de restauro do edifício e a construção da piscina conduzem a uma descoberta macabra: um esqueleto que é identificado como sendo de uma mulher que desapareceu da vila há alguns anos. Mas o mais estranho é que entre os seus dedos segura o anel da família de Emily...
Notas sobre a autora:
Mary Higgins Clark é autora de mais de trinta romances que obtiveram um êxito assinalável, tendo vendido mais de 80 milhões de livros em todo o mundo. O facto de ter sido criada no Bronx e a morte prematura do pai não auguravam boas perspectivas de carreira, mas a autora soube vencer todas as adversidades. Trabalhou como secretária e depois como hospedeira, e depois de se casar dedicou-se à escrita. Com a morte prematura do marido, que a deixou com cinco crianças pequenas para sustentar, a autora investiu na escrita de guiões para rádio, e depois nos romances. Rapidamente tornou-se num dos grandes nomes da literatura de suspense, conquistando os tops de vendas, a crítica e os fãs. Mary Higgins Clark escreve igualmente em parceria com a filha, a escritora Carol Higgins Clark.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
BOLO MÁRMORE DE LIQUIDIFICADOR
Há dias descobri esta receita no blog Cook Addiction que me pareceu muito interessante por ser feita no liquidificador, o que torna tudo mais simples e rápido.
Fica um bolo tão fofinho que vocês nem imaginam... apenas um conselho: deixem arrefecer bem antes de desenformar, senão acontece-lhes como eu - desenformei ainda morno e o bolo desfez-se um bocadinho...
3 ovos
1,5 chávena de açucar
2 chávenas de farinha
2 colheres de chá de fermento
1/2 chávena de chocolate em pó
1 chávena de leite
1 chávena de óleo
manteiga e farinha para untar a forma
* a chávena utilizada tem a capacidade de 200 ml
Coloque no copo do liquidificador os ovos, o açucar, o leite e o óleo. Bata até estar ligado.
Junte a farinha e o fermento aos líquidos e bata até estar ligado. Se não couber no copo do liquidificador pode bater em outro recipiente.
Divida a massa em duas partes. Junte o chocolate a uma das partes e bata mais um pouco.
Coloque a massa alternadamente numa forma untada com manteiga e polvilhada com farinha e leve ao forno, pré-aquecido a 180º, durante 45 minutos a 1 hora (faça o teste do palito para verificar se está cozido).
Deixe arrefecer antes de desenformar.
Querem vir lanchar comigo??
domingo, 22 de setembro de 2013
"MILAGRE EM NOVA IORQUE"
Achei este livro lindo e cheio de espírito natalício, o livro ideal para se ler no mês de Dezembro, pois consegue-se facilmente imaginar o cheiro a azevinho e visualizar as árvores de natal com as luzinhas a piscar.
Acima de tudo é uma história de desencontros familiares derivado a um conflito entre pai e filho.
Se é verdade que os pais querem sempre o melhor para os filhos, idealizando o seu futuro, também é verdade que lhes devem dar "asas" para voar e seguirem os seus próprios sonhos, mesmo que não concordem inteiramente com eles.
Acima de tudo é uma história de escolhas pessoais, de liberdade e, como não podia deixar de ser num livro de Luanne Rice, de amor!
Christy Byrne é um viúvo que ganha a vida a cultivar pinheiros de Natal no Canadá e a vendê-los em Manhattan. Um dia, o impensável acontece. Christy discute com o filho, Danny, de dezasseis anos. A polícia é chamada e, enquanto Christy é algemado, Danny foge. A viúva Catherine Tierney vê a luta, toma Danny sob a sua protecção, e dá-lhe acesso à biblioteca privada onde trabalha.
Passa um ano e Christy regressa a Nova Iorque com a filha de doze anos para vender as suas árvores. Ele e Catherine sentem-se atraídos um pelo outro, mas ela enfrenta um dilema: irá dizer a Christy que sabe onde Danny está e quebrar a confiança do rapaz, ou trair Christy, mantendo o paradeiro do seu filho um segredo? Unidos na sua preocupação partilhada por Danny, Christy e Catherine vão ajudar-se a esquecer os seus passados conturbados e a avançar juntos em direcção ao futuro.
Notas sobre a autora:
Acima de tudo é uma história de desencontros familiares derivado a um conflito entre pai e filho.
Se é verdade que os pais querem sempre o melhor para os filhos, idealizando o seu futuro, também é verdade que lhes devem dar "asas" para voar e seguirem os seus próprios sonhos, mesmo que não concordem inteiramente com eles.
Acima de tudo é uma história de escolhas pessoais, de liberdade e, como não podia deixar de ser num livro de Luanne Rice, de amor!
Christy Byrne é um viúvo que ganha a vida a cultivar pinheiros de Natal no Canadá e a vendê-los em Manhattan. Um dia, o impensável acontece. Christy discute com o filho, Danny, de dezasseis anos. A polícia é chamada e, enquanto Christy é algemado, Danny foge. A viúva Catherine Tierney vê a luta, toma Danny sob a sua protecção, e dá-lhe acesso à biblioteca privada onde trabalha.
Passa um ano e Christy regressa a Nova Iorque com a filha de doze anos para vender as suas árvores. Ele e Catherine sentem-se atraídos um pelo outro, mas ela enfrenta um dilema: irá dizer a Christy que sabe onde Danny está e quebrar a confiança do rapaz, ou trair Christy, mantendo o paradeiro do seu filho um segredo? Unidos na sua preocupação partilhada por Danny, Christy e Catherine vão ajudar-se a esquecer os seus passados conturbados e a avançar juntos em direcção ao futuro.
Notas sobre a autora:
Luanne
Rice é autora de mais de duas dezenas de livros, marcando regularmente
presença na lista dos mais vendidos do New York Times, Washington Post e
USA Today. A sua escrita, descrita pelo New York Times Book Review como
uma "rara combinação de realismo e romance", fascina milhões de
leitores em todo o mundo. A autora está publicada em 25 países, com mais
de 25 milhões de exemplares vendidos.
Rice
nasceu a 25 de Setembro de 1955, no Connecticut. Desde cedo revelou
talento para a escrita, tendo publicado o primeiro poema aos 11 anos e a
primeira história aos 15. Depois de uma passagem pela Universidade do
Connecticut, teve vários trabalhos até se dedicar exclusivamente à
escrita.
Luanne Rice vive entre Nova Iorque e Old Lyme, no Connecticut, na casa onde costumava passar os Verões em criança.
sábado, 21 de setembro de 2013
"LAÇOS DE FAMÍLIA"
Confesso que este não foi dos livros que mais me agradou ler, pelo facto de ter muita descrição e pouco diálogo, mas a história em si não deixa de ser interessante.
É marcante verificar que a ausência de uma boa estrutura familiar gera pessoas com graves problemas de identidade, crises e conflitos.
É o que se passa com as duas irmãs do livro, que perderam o pai, passaram pelo suícidio da mãe, foram entregues aos cuidados da avó, que entretanto vem a falecer, ficam novamente entregues a duas tias-avó idosas, que não sabem bem como lidar com 2 crianças e, finalmente, aparece uma tia que vai (tentar) acompanhá-las até ao final da história.
Vivências difíceis que podiam ter acontecido a qualquer um de nós.
Um livro bem escrito, se bem que de leitura algo maçadora!
A mãe de Ruthie, a jovem narradora do livro, e Lucille deixa-as à porta da casa da avó, numa cidade remota, antes de se suicidar, atirando-se do alto de uma falésia para o lago onde o pai tinha desaparecido muitos anos antes, na sequência do descarrilamento de um comboio.
As meninas são criadas por uma série de parentes até ficarem, finalmente, ao cuidado de Sylvie, a irmã da mãe, que volta a casa após muitos anos desaparecida.
A vida com Sylvie, que passou uma grande parte da vida a deambular por diversos sítios, é pouco comum, já que esta se vai revelando algo lunática. No início, as suas excentricidades parecem ser pouco importantes, mas, à medida que o tempo vai passando, o seu comportamento torna-se errático. Lucille começa a querer uma vida diferente, mais convencional, e esse desejo afasta-a da irmã. A sonhadora e desarticulada Ruthie, ainda marcada pela perda da mãe, e cada vez mais afastada da vida da comunidade local, prefere a trágica, mas poderosa e poética, visão do mundo da tia, e passa vários anos sem ver a irmã, ainda que não pare de pensar nela.
Laços de Família, seleccionada pelo The Observer como uma das 100 melhores obras de todos os tempos, é uma obra de puro encanto, acerca da natureza transitória do amor e da impermanência de todas as coisas.
Notas sobre a autora:
Marilynne Robinson é autora do romance Ao Meu Filho (Difel, 2006), que lhe valeu um Prémio Pulitzer, e de dois livros de não ficção, Mother Country e The Death of Adam. Laços de Família venceu o Prémio PEN/Hemingway para um primeiro romance notável, tendo sido adaptado ao cinema, com Christine Lahti e Sara Walker nos papéis principais. Marilynne Robinson vive na cidade de Iowa, onde lecciona em workshops da Universidade de Escritores do Iowa.
É marcante verificar que a ausência de uma boa estrutura familiar gera pessoas com graves problemas de identidade, crises e conflitos.
É o que se passa com as duas irmãs do livro, que perderam o pai, passaram pelo suícidio da mãe, foram entregues aos cuidados da avó, que entretanto vem a falecer, ficam novamente entregues a duas tias-avó idosas, que não sabem bem como lidar com 2 crianças e, finalmente, aparece uma tia que vai (tentar) acompanhá-las até ao final da história.
Vivências difíceis que podiam ter acontecido a qualquer um de nós.
Um livro bem escrito, se bem que de leitura algo maçadora!
A mãe de Ruthie, a jovem narradora do livro, e Lucille deixa-as à porta da casa da avó, numa cidade remota, antes de se suicidar, atirando-se do alto de uma falésia para o lago onde o pai tinha desaparecido muitos anos antes, na sequência do descarrilamento de um comboio.
As meninas são criadas por uma série de parentes até ficarem, finalmente, ao cuidado de Sylvie, a irmã da mãe, que volta a casa após muitos anos desaparecida.
A vida com Sylvie, que passou uma grande parte da vida a deambular por diversos sítios, é pouco comum, já que esta se vai revelando algo lunática. No início, as suas excentricidades parecem ser pouco importantes, mas, à medida que o tempo vai passando, o seu comportamento torna-se errático. Lucille começa a querer uma vida diferente, mais convencional, e esse desejo afasta-a da irmã. A sonhadora e desarticulada Ruthie, ainda marcada pela perda da mãe, e cada vez mais afastada da vida da comunidade local, prefere a trágica, mas poderosa e poética, visão do mundo da tia, e passa vários anos sem ver a irmã, ainda que não pare de pensar nela.
Laços de Família, seleccionada pelo The Observer como uma das 100 melhores obras de todos os tempos, é uma obra de puro encanto, acerca da natureza transitória do amor e da impermanência de todas as coisas.
Notas sobre a autora:
Marilynne Robinson é autora do romance Ao Meu Filho (Difel, 2006), que lhe valeu um Prémio Pulitzer, e de dois livros de não ficção, Mother Country e The Death of Adam. Laços de Família venceu o Prémio PEN/Hemingway para um primeiro romance notável, tendo sido adaptado ao cinema, com Christine Lahti e Sara Walker nos papéis principais. Marilynne Robinson vive na cidade de Iowa, onde lecciona em workshops da Universidade de Escritores do Iowa.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
"O CIRURGIÃO"
Que livro fantástico!!! Esta escritora é realmente muito dotada, pois consegue fazer com que fiquemos com os nervos em franja e os pêlos da nuca arrepiados com a leitura dos seus livros. Dei por mim várias vezes a roer as unhas enquanto lia a história.
Uma trama muito bem construída, grande precisão nos pormenores (tanto os mais macabros como os mais leves), um leque de personagens muito interessantes... Em resumo, uma autora a não perder de vista, pois os seus livros devoram-se como pãezinhos quentes!
Um assassino silencioso desliza pelas casas das mulheres e entra nos seus quartos enquanto elas dormem. A precisão dos ferimentos que lhes inflige sugere que é médico, ou que percebe de medicina, pelo que os jornais de Boston e os atemorizados leitores começam a chamar-lhe O Cirurgião.
A única pista de que a polícia dispõe é a doutora Catherine Cordell, vítima dois anos antes de um crime muito parecido.
O problema é que o autor destes crimes morreu às mãos desta última vítima, que sobreviveu por milagre à agressão.
Catherine Cordell vê-se de novo ameaçada. O pesadelo irá repetir-se?
Um caso intricado para os inspectores Thomas Moore e Jane Rizzoli, da Brigada de Homicídios, resolverem.
Notas sobre a autora:
De ascendência chinesa, Tess Gerritsen cresceu nos EUA e formou-se em Medicina na Universidade da Califórnia. Após o nascimento dos filhos, começou a escrever ficção, e em 1987 publicou o seu primeiro romance.
Em 1996 publicou o seu primeiro thriller médico, Harvest, a que se seguiu O Cirurgião e O Aprendiz, entre outros, protagonizados pela detective Jane Rizzoli.
Com o sucesso alcançado, a autora desistiu da carreira em Medicina e dedicou-se à escrita a tempo inteiro. A sua obra está traduzida em mais de 30 línguas e já vendeu mais de 20 milhões de exemplares em todo o mundo.
Uma trama muito bem construída, grande precisão nos pormenores (tanto os mais macabros como os mais leves), um leque de personagens muito interessantes... Em resumo, uma autora a não perder de vista, pois os seus livros devoram-se como pãezinhos quentes!
Um assassino silencioso desliza pelas casas das mulheres e entra nos seus quartos enquanto elas dormem. A precisão dos ferimentos que lhes inflige sugere que é médico, ou que percebe de medicina, pelo que os jornais de Boston e os atemorizados leitores começam a chamar-lhe O Cirurgião.
A única pista de que a polícia dispõe é a doutora Catherine Cordell, vítima dois anos antes de um crime muito parecido.
O problema é que o autor destes crimes morreu às mãos desta última vítima, que sobreviveu por milagre à agressão.
Catherine Cordell vê-se de novo ameaçada. O pesadelo irá repetir-se?
Um caso intricado para os inspectores Thomas Moore e Jane Rizzoli, da Brigada de Homicídios, resolverem.
Notas sobre a autora:
De ascendência chinesa, Tess Gerritsen cresceu nos EUA e formou-se em Medicina na Universidade da Califórnia. Após o nascimento dos filhos, começou a escrever ficção, e em 1987 publicou o seu primeiro romance.
Em 1996 publicou o seu primeiro thriller médico, Harvest, a que se seguiu O Cirurgião e O Aprendiz, entre outros, protagonizados pela detective Jane Rizzoli.
Com o sucesso alcançado, a autora desistiu da carreira em Medicina e dedicou-se à escrita a tempo inteiro. A sua obra está traduzida em mais de 30 línguas e já vendeu mais de 20 milhões de exemplares em todo o mundo.
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