Sugestões para oferecer ou para ler...


terça-feira, 12 de abril de 2016

"À MORTE NINGUÉM ESCAPA"

Confesso que começo a ficar viciada neste autor, pois se gostei do primeiro livro ainda gostei mais deste.
Estava com algumas dúvidas em relação a esta leitura, pois as críticas não o elegiam tão bom como o livro anterior, mas gostei de igual modo, acho que está muito bem equiparado.
Foi um prazer reencontratr Helen Grace e o seu "apurado faro" para investigar os mistérios que se sucedem. E embora se descubra antes do final quem é a pessoa responsável pelos crimes, é interessante a narrativa que se cria em volta dos motivos que levam alguém a assassinar outras pessoas de forma tão brutal.
Recomendo vivamente para quem gosta de bons policiais.

O corpo de um homem é encontrado numa casa vazia.
O seu coração foi arrancado e entregue à família.
A detetive Helen Grace sabe que esta não será a última vítima de um assassino em série. Os media chamam-lhe Jack, o Estripador, mas ao contrário: este mata homens de família que vivem vidas duplas e enganam as suas mulheres.
Helen consegue pressentir a fúria por detrás de cada assassínio. Mas o que ela nunca conseguirá prever é quão volátil na realidade este assassino é. Nem o que a aguarda no final desta caça ao homem.
Notas sobre o autor:
M. J. Arlidge trabalha em televisão há 15 anos, tendo-se especializado em produções dramáticas de alta qualidade.
Nos últimos 5 anos produziu um grande número de séries criminais passadas em horário nobre na ITV, rede de televisão do Reino Unido.
Encontra-se presentemente a escrever uma série policial para a BBC, além de estar a criar novas séries para canais de televisão britânicos e americanos.

terça-feira, 5 de abril de 2016

CARNE DE PORCO À PORTUGUESA

Aqui está um prato típico da nossa cozinha muito apreciado cá em casa, mas confesso que raramente o fazia por ficar com a cozinha "empestada" com o cheiro das frituras. Agora com a ajuda da Actifry, e seguindo esta receita que encontrei no blog O Cantinho da Vanessa, fiquei com a vida facilitada.
Uma refeição rápida e deliciosa com sabor tradicional português.
700gr de rojões
500gr de batatas
3 dentes de alho
1 folha de louro
1 colher medida da Actifry de azeite
1 colher medida da Actifry de massa de pimentão
pickles a gosto
sal e salsa q.b.

Arranje a carne e corte-a em cubos. Coloque numa tigela, junte os dentes de alho picados, a folha de louro, a massa de pimentão, o azeite e o sal. Envolva e deixe marinar no mínimo por 20 minutos.
Deite a carne na Actifry e ligue durante 5 minutos.
Entretanto descasque e lave as batatas, corte-as em cubos pequenos e junte-os à carne, programando mais 20 minutos.
Quando faltar 2 minutos para terminar adicione a salsa picada.
Sirva com salada verde.

sábado, 2 de abril de 2016

"VINHO MÁGICO"

História bonita e ternurenta mas que até meio não me convenceu e até a achei ligeiramente enfadonha... mas a partir de certa altura a "escrita mágica" de Joanne Harris começa a fluir e toma conta de nós de uma forma arrebatadora.
Gostei do facto da acção se passar na mesma aldeia do livro "Chocolate" (um dos meus preferidos até hoje), achei as personagens simples e bem interligadas, os segredos do passado ficaram bem escondidos até ao final o que dá uma aura de mistério à obra.
Uma vez mais Joanne Harris está de parabéns por mais uma excelente obra.

Em Vinho Mágico a história é-nos contada por uma garrafa de Fleurie 1962, um vinho vivo e tagarela, alegre e um pouco impertinente, com um acentuado sabor a amoras.Jay Mackintosh, em tempos um escritor de sucesso, encontra-se em crise, leva uma vida sem sentido e entrega-se à bebida. Até ao dia em que abandona Londres e se instala em França, na aldeia de Lansquenet (a mesma aldeia que serviu de cenário a Chocolate, o primeiro romance de Joanne Harris). A partir daí a sua vida vai modificar-se, nomeadamente por acção da solitária Marise (que esconde um terrível segredo por detrás das persianas fechadas) e das recordações de Joe, um velho muito especial que conheceu na infância e que lhe ofereceu precisamente essa garrafa de propriedades invulgares e misteriosas...
Notas sobre a autora:
Escritora franco-inglesa, Joanne Michèle Sylvie Harris nasceu a 3 de Julho de 1964, em Yorkshire. Filha de pai inglês e mãe francesa, ambos professores, cresceu sentindo-se deslocada por força do seu bilinguismo, num meio adverso ao cosmopolitismo. Refugiou-se portanto na leitura, que povoou a sua fantasia de amigos imaginários, sobretudo nos primeiros dez anos da sua vida. Estudou no Wakesfield Girl's High e no Barnsley Sixth Form College. Passou grande parte da sua adolescência a escrever, imitando os seus autores favoritos, à procura do seu próprio estilo. Ao terminar o ensino secundário, ingressou no St. Catherine's College de Cambridge, onde se diplomou em Línguas e Literaturas Medievais e Modernas, Variante de Estudos Franceses e Alemães. Neste período envolveu-se em algumas actividades extra-curriculares, como a prática do Ju-Jitsu e a música, chegando a actuar em vários bares de Cambridge com o seu baixo. Antes de responder à vocação familiar do ensino, passou por uma breve fase em que trabalhou como guarda-livros e como música. Começou depois a ensinar Francês na Leeds Grammar School e, mais tarde, Literatura Francesa na Universidade de Sheffield. Em 1989 publicou o seu primeiro romance, The Evil Seed, a que se seguiu Sleep Pale Sister (1993). Ambas as obras passaram despercebidas pela crítica, nunca chegando a ser reeditadas. No entanto, dez anos após o aparecimento do seu primeiro trabalho, surgiu com Chocolat (1999). A obra, que constituiu um sucesso de vendas imediato, foi nomeada para um Prémio Whitbread. Situado num lugar exótico no vale do Loire, em França, o romance contava a história de uma jovem viúva que chega a uma aldeia oprimida e decide abrir uma lojas de chocolates, que usa para adoçar a amargura da população. Foi adaptado para o cinema pelo realizador Lasse Hallström, contando com a presença de Juliette Binoche no papel principal. No ano de 2001 apareceu Five Quarters Of The Orange (Cinco Quartos de Laranja), a que seguiram Blackberry Wine (2001), The French Kitchen, A Cookbook (2002), Coastliners (2002, A Praia Roubada) e Holy Fools (2003).

terça-feira, 29 de março de 2016

CALDO DE CARNE CASEIRO

Ultimamente tenho tentado "desabituar-me" de cozinhar com caldos processados (os chamados tipo "caldo Knorr"), sejam eles de carne, peixe, legumes, marisco, etc. Não tem sido fácil pois cada vez há uma maior variedade de caldos no mercado a apelar à nossa imaginação: caldos para massa, caldos para arroz, caldos para francesinhas, caldos para molhos de bife... a lista não acaba nunca!
Mas a partir de agora resolvi começar a fazer caldos caseiros em casa, pois além de saírem muito mais baratos, são mais saudáveis, aguentam bastante no frigorífico e não têm substâncias estranhas adicionadas. A receita está no Mundo de Receitas Bimby e é muito simples de confeccionar e ainda mais simples de usar.
300gr de carne sem nervos, cortada em pedaços (usei lombo)
300gr de legumes variados (aipo, cenoura, cebola, alho, tomate)
4 ramos de ervas frescas variadas (salva, alecrim, salsa), só as folhas
300gr de sal grosso marinho
30gr de vinho tinto
1 folha de louro
1 cravinho

Coloque no copo a carne e pique 10 segundos, velocidade 8. Retire e reserve.
Coloque no copo os legumes e as ervas e pique 10 segundos, velocidade 6.
Adicione o sal, a carne reservada, o vinho, o louro, o cravinho e programe 20 minutos, 120º, velocidade 2. Retire o copo de medida e coloque o cesto sobre a tampa para evitar salpicos.
Retire o cesto e a folha de louro, coloque o copo de medida e programe 1 minuto, indo progressivamente até à velocidade 7.
Retire para um frasco bem lavado e esterilizado e deixe arrefecer. Conserve no frio.
Notas: Pode guardar-se no frigorífico durante vários meses (se quiser coloque em cuvetes de gelo e conserve na arca congeladora).
Dicas para quantidades: 1 colher de chá (corresponde aproximadamente a 1 caldo) por cada 500gr de água, para obter 500gr de caldo. 
1 colher como a da foto para cozinhar uma refeição para 4 a 5 pessoas.

quinta-feira, 24 de março de 2016

"GRITOS DO PASSADO"

Neste segundo livro a autora melhorou a escrita e o mistério ficou ainda mais "apetitoso".
É sem dúvida uma história muito melhor e mais interessante do que "A Princesa de Gelo", embora a acção decorra no mesmo local e hajam personagens em comum.
O enredo está muito bem montado e há uma enorme curiosidade em perceber e deslindar os mistérios do passado que se entrelaçam com os acontecimentos presentes.
Uma boa aposta que me deixa com vontade de continuar a ler esta autora.

Numa manhã de um Verão particularmente quente, um rapazinho brinca nas rochas em Fjällbacka - o pequeno porto turístico onde decorreu a acção de A Princesa de Gelo - quando se depara com o cadáver de uma mulher. 
A polícia confirma rapidamente que se tratou de um crime, mas o caso complica-se com a descoberta, no mesmo sítio de dois esqueletos. 
O inspector Patrick Hedström é encarregado da investigação naquele período estival em que o incidente poderia fazer fugir os turistas, mas, sem testemunhas, sem elementos determinantes, a polícia não pode fazer mais do que esperar os resultados das análises dos serviços especiais. 
Entretanto, Erica Falk, nas últimas semanas de gravidez, decide ajudar Patrick pesquisando informações na biblioteca local e novas revelações começam a dar forma ao quadro: os esqueletos são certamente de duas jovens desaparecidas há mais de vinte anos, Mona e Siv. 
Volta assim à ribalta a família Hult, cujo patriarca, Ephraim, magnetizava as multidões acompanhado dos dois filhos, os pequenos Gabriel e Johannes, dotados de poderes curativos. Depois dessa época, e de um estranho suicídio, a família dividiu-se em dois ramos que agora se odeiam.
Ao mesmo tempo que Patrick reúne as peças do puzzle, sabe-se que Jenny, uma adolescente de férias num parque de campismo, desapareceu. A lista cresce….

Notas sobre a autora:
Nascida em 1974, Camilla Läckberg licenciou-se na Universidade de Economia de Gotemburgo antes de se mudar para Estocolmo, onde foi economista durante alguns anos. Contudo, um curso sobre escrita criativa de livros policiais despoletou uma mudança drástica de carreira. Foi considerada a escritora sueca do ano em 2004 e 2005, e os seus quatro primeiros livros atingiram o primeiro lugar no top de vendas da Suécia. Actualmente, a autora vive com os dois filhos em Estocolmo.

terça-feira, 22 de março de 2016

CROUTONS NA ACTIFRY

Desde que ganhei uma Actifry no Natal tenho experimentado muitas receitas cá por casa e todas elas têm sido um sucesso.
Desengane-se quem pensa (tal como eu pensava) que a Actifry só serve para fazer batatas fritas... dá para confeccionar uma infinidade de pratos.
No caso de hoje não é uma refeição mas sim aproveitamento de pão duro, que se transformou nuns deliciosos croutons para a salada e/ou sopa, sendo que são sempre muito mais saudáveis que os de compra.
Não há desculpas para desperdiçar pão!!!
Fatiar o pão duro e cortar as fatias em cubos de tamanho regular.
Colocar na cuba da Actifry e temperar com alho picado, oregãos, salsa e manjericão picados e um fio de azeite.
Programar 5 minutos, mexendo a meio do tempo.
Dependendo da textura do pão e do tamanho dos cubos, poderá ou não ter que colocar mais alguns minutos, de modo a que os croutons fiquem tostados ao gosto de cada um.
Deixar arrefecer e guardar numa caixa hermética, servindo com sopa ou salada.

sexta-feira, 18 de março de 2016

"IRÈNE"

Tinha grandes expectativas em relação a este livro, mas todas elas saíram goradas, para grande pena Como é que um autor que escreveu um livro tão bom e arrepiante como "Alex" consegue escrever um livro em que se disperse tanto...
O início da história é muito bom e dá-nos "pica" e curiosidade, mas depois das primeiras 50 páginas o livro fica tão confuso e a história enrola-se tanto que estive várias vezes para o colocar de parte.
No final a história volta a ficar interessante, mas mesmo assim não é nada de espantar.
Para mim é um livro que só tem interesse no início e final, definitivamente não gostei muito!
Irène é um dos mais originais e poderosos thrillers dos últimos anos. Uma homenagem à literatura policial que só poderia ser escrita por um apaixonado pelo género e por um grande escritor como Pierre Lemaitre. O autor recorre a cinco cenas clássicas de crimes - de Bret Easton Ellis a James Ellroy -para criar uma obra psicologicamente densa, surpreendente e arrebatadora.
Notas sobre o autor:
Pierre Lemaître nasceu em Paris, em 1956. Deu aulas de Literatura francesa e americana durante vários anos e atualmente dedica-se à escrita e ao teatro. Foi galardoado com o Prémio Le Point do Romance Policial Europeu em 2010. Os cinco policiais que escreveu, premiados pela crítica e aplaudidos pelos leitores, fizeram dele um dos grandes nomes das letras francesas e granjearam-lhe o reconhecimento internacional.

quarta-feira, 2 de março de 2016

TOMATES RECHEADOS


Cada vez gosto mais de legumes e embora este seja um prato que tem cor de Verão, e o frio teime em não nos deixar, resolvi experimentar esta receita do blog Santa Melancia para ver se o Inverno toma vergonha na cara e começa a fazer as malas para nos deixar em paz, porque a nossa amiga Primavera está ansiosa por chegar... e eu estou com muitas saudades do calor.
Pode ser que o Sr. Inverno leia o meu blog e perceba a dica... eh eh eh. Entretanto aqui fica a receita desta maravilha.
4 tomates grandes maduros
2 colheres de sopa de azeite virgem extra
1/2 cebola picada
1 dente de alho picado
100gr de fiambre de aves (peito de perú ou frango)
4 cogumelos frescos
1 mozzarella fresca light
folhas de manjericão
4 ovos pequenos
sal e pimenta q.b.

Pique finamente a cebola, o alho e as folhas de manjericão. Reserve separadamente.
Corte em cubos pequenos os cogumelos e o fiambre de aves e reserve.
Corte o topo dos tomates e retire o seu conteúdo com a ajuda de uma colher. Rejeite o sumo e as sementes e pique o miolo obtido.
Numa frigideira leve ao lume o azeite, a cebola e o alho picados. Deixe alourar e junte o fiambre de aves cortado em pequenos cubos. Deixe cozinhar e mexa. Junte o conteúdo cortado do interior do tomate à mistura e mexa. No final junte os cogumelos e o manjericão.
Tempere com um pouco de sal e pimenta a gosto. Depois de tudo cozinhado retire do lume e deixe arrefecer durante cerca de 10 a 15 minutos. Junte o queijo em cubos.
Num tabuleiro pincelado com um fio de azeite coloque os tomates e coloque o recheio até mais de meio. No topo de cada tomate coloque um ovo partido, temperando com sal e pimenta.
Leve ao forno pré-aquecido a 180º durante cerca de 20 minutos.
Estará pronto quando os ovos estiverem passados. Retire e sirva de seguida.