Com um grande apreciador de bacalhau cá em casa, ando sempre em busca de receitas diferentes.
Esta receita é da revista Bimby do passado mês de Abril e adaptando alguns ingredientes é fácil transformá-la numa refeição enquadrada no conceito Paleo.
Aqui fica mais uma sugestão das muitas formas de cozinhar bacalhau...
10gr de salsa
800gr de água
1,5 colher de chá de sal
800gr de batata doce cortada em rodelas grossas
600gr de postas de bacalhau demolhado
sumo de 1 limão
4 gemas de ovo
35gr de azeite
100gr de cebola
1 dente de alho
30gr de polvilho
pimenta q.b.
Coloque no copo a salsa e pique 2 segundos, velocidade 7. Retire e reserve.
Coloque no copo a água, 1 colher de chá de sal, o cesto com as batatas e a Varoma com o bacalhau, e coza 25 minutos, temperatura Varoma, velocidade 2. Retire a Varoma, retire o cesto com a ajuda da espátula e reserve a água da cozedura. Retire a pele e as espinhas ao bacalhau e disponha, em camadas alternadas com as batatas, num pirex untado com azeite.
Coloque um recipiente sobre a Bimby, pese 35gr de sumo de limão, adicione as gemas e misture com a ajuda de um garfo. Reserve.
Coloque no copo o azeite, a cebola e o alho e pique 5 segundos, velocidade 5, e refogue 5 minutos, temperatura Varoma, velocidade 1.
Adicione o polvilho, 400gr de água da cozedura reservada, 1/2 colher de chá de sal e a pimenta, e cozinhe 8 minutos, 100º, velocidade 4.
De seguida programe 2 minutos, 90º, velocidade 3 e adicione, em fio através do bocal da tampa, as gemas reservadas. Retire, deite sobre o bacalhau, polvilhe com salsa picada e sirva de seguida,
sexta-feira, 19 de outubro de 2018
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
"A SEREIA DE BRIGHTON"
Um livro apaixonante e ao mesmo tempo intrigante, com capítulos curtos e concisos e que nos transporta frequentemente ao passado, para que aos poucos se consiga entender o caso da Sereia de Brighton e a implicação que esse caso teve na vida de uma série de personagens.
O livro segue uma linha algo diferente do que a autora já nos habituou, pois esta obra roça o mistério e a intriga, conseguindo prender-nos a atenção até ao final.
Quanto à conclusão da história e do mistério da Sereia, é deveras surpreendente, a autora conseguiu guardar a "cartada final" muito bem escondida e faz-nos ficar surpreendidos e admirados com o encerramento do mistério.
Sem dúvida um livro a não perder!
As adolescentes Nell e Jude descobrem o corpo de uma jovem na praia e, quando ninguém o reclama, a vítima passa a ser conhecida como A Sereia de Brighton. Três semanas mais tarde, Jude desaparece e Nell, ainda chocada com os acontecimentos na praia, fica completamente desamparada.
Passados 25 anos, Nell vive atormentada pelo passado, abandonando o emprego para descobrir a verdadeira identidade da jovem assassinada – e o que aconteceu à amiga naquele verão inesquecível.
Quanto mais perto fica da verdade, maior é o perigo. Alguém parece estar a seguir cada passo de Nell, que já não sabe em quem confiar.
Da autora bestseller de a filha da minha melhor amiga, chega-nos uma intrigante história sobre irmãs, segredos e crime.
Notas sobre a autora:
Traduzida em 30 línguas e com mais de 2 milhões de livros vendidos em todo o mundo, Dorothy Koomson é hoje uma das maiores referências do romance feminino.
Ao livro mais emblemático – A filha da minha melhor amiga – seguiram-se outros sucessos que a tornaram uma das autoras preferidas dos leitores portugueses. Descubra mais sobre a autora em : www.dorothykoomson.co.uk e www.facebook.com/dorothykoomsonportugal
O livro segue uma linha algo diferente do que a autora já nos habituou, pois esta obra roça o mistério e a intriga, conseguindo prender-nos a atenção até ao final.
Quanto à conclusão da história e do mistério da Sereia, é deveras surpreendente, a autora conseguiu guardar a "cartada final" muito bem escondida e faz-nos ficar surpreendidos e admirados com o encerramento do mistério.
Sem dúvida um livro a não perder!
As adolescentes Nell e Jude descobrem o corpo de uma jovem na praia e, quando ninguém o reclama, a vítima passa a ser conhecida como A Sereia de Brighton. Três semanas mais tarde, Jude desaparece e Nell, ainda chocada com os acontecimentos na praia, fica completamente desamparada.
Passados 25 anos, Nell vive atormentada pelo passado, abandonando o emprego para descobrir a verdadeira identidade da jovem assassinada – e o que aconteceu à amiga naquele verão inesquecível.
Quanto mais perto fica da verdade, maior é o perigo. Alguém parece estar a seguir cada passo de Nell, que já não sabe em quem confiar.
Da autora bestseller de a filha da minha melhor amiga, chega-nos uma intrigante história sobre irmãs, segredos e crime.
Notas sobre a autora:
Traduzida em 30 línguas e com mais de 2 milhões de livros vendidos em todo o mundo, Dorothy Koomson é hoje uma das maiores referências do romance feminino.
Ao livro mais emblemático – A filha da minha melhor amiga – seguiram-se outros sucessos que a tornaram uma das autoras preferidas dos leitores portugueses. Descubra mais sobre a autora em : www.dorothykoomson.co.uk e www.facebook.com/dorothykoomsonportugal
quarta-feira, 10 de outubro de 2018
O MELHOR BOLO DE BANANA DO MUNDO
Mais uma receita de bolo muito fácil, com poucos ingredientes e que se enquadra no conceito Paleo, ideal para servir acompanhado de um belo e aromático café.
Quando tiverem visitas em casa podem servir este bolo, e nem precisam dizer que é Paleo, pois ninguém vai notar que é um bolo com ingredientes diferentes dos que se utilizam frequentemente.
A receita veio do "Blog À Trois" e desta vez foi a filhota que esteve na cozinha e confeccionou esta maravilha...
Dica: usem e abusem da canela!!!
4 bananas da Madeira bem maduras
2 ovos
4 colheres de sopa de óleo de coco derretido
1/2 chávena de farinha de amêndoa (ou de trigo sarraceno)
1/2 chávena de farinha de coco
1 colher de sopa bem cheia de fermento
canela q.b.
Amassar com um garfo 3 bananas até ficarem bem desfeitas. Juntar os ingredientes líquidos (ovos óleo de coco) e depois os secos (farinhas, fermento e bastante canela - usem 2 a 3 colheres de sopa).
Misturar bem a massa até ficar homogénea e colocar numa forma de silicone.
Por fim cortar em rodelas a banana restante e colocar as rodelas por cima do bolo.
Levar ao forno, pré-aquecido a 180º, durante aproximadamente 30 minutos (fazer o teste do palito).
Deixar arrefecer e desenformar. Se quiserem podem servir com uma bola de gelado Paleo.
Quando tiverem visitas em casa podem servir este bolo, e nem precisam dizer que é Paleo, pois ninguém vai notar que é um bolo com ingredientes diferentes dos que se utilizam frequentemente.
A receita veio do "Blog À Trois" e desta vez foi a filhota que esteve na cozinha e confeccionou esta maravilha...
Dica: usem e abusem da canela!!!
4 bananas da Madeira bem maduras
2 ovos
4 colheres de sopa de óleo de coco derretido
1/2 chávena de farinha de amêndoa (ou de trigo sarraceno)
1/2 chávena de farinha de coco
1 colher de sopa bem cheia de fermento
canela q.b.
Amassar com um garfo 3 bananas até ficarem bem desfeitas. Juntar os ingredientes líquidos (ovos óleo de coco) e depois os secos (farinhas, fermento e bastante canela - usem 2 a 3 colheres de sopa).
Misturar bem a massa até ficar homogénea e colocar numa forma de silicone.
Por fim cortar em rodelas a banana restante e colocar as rodelas por cima do bolo.
Levar ao forno, pré-aquecido a 180º, durante aproximadamente 30 minutos (fazer o teste do palito).
Deixar arrefecer e desenformar. Se quiserem podem servir com uma bola de gelado Paleo.
terça-feira, 2 de outubro de 2018
"O DIA EM QUE TE PERDI"
Um livro diferente e bastante mais pequeno do que aqueles a que autora nos habituou, sendo que esta é uma das minhas autora favoritas.
A história é cativante e aborda temas fortes como a pedofilia, rapto de menores, maus tratos infantis e laços familiares que se vão desfazendo ao longo dos anos.
Quando Maisy se vê a braços com o desaparecimento inesperado e misterioso do seu irmão gémeo, vai fazer de tudo para encontrá-lo; e as coisas que vai descobrindo ao longo da história são surpreendentes e por vezes até repugnantes.
Uma vez mais volto a salientar que o livro é bastante bom, mas confesso que esperava muito mais da autora.
Na noite em que a mãe lhes foi arrancada, os gémeos Maisy e Duncan perceberam que só podiam contar um com o outro. Se até então a vida deles não fora fácil, a partir desse momento piora dramaticamente pois o pai decide enviá-los para casa da avó, a ríspida Violet.
Os gémeos sentem-se mais abandonados do que nunca. Mas a negligência da avó tem um lado positivo: Maisy e Duncan passam a desfrutar de uma liberdade inesperada e podem explorar o campo e fazer novas amizades sem terem de se justificar a ninguém. Até ao dia em que Duncan desaparece sem deixar rasto.
À medida que os dias dão lugar a semanas, perante a ineficácia da polícia e a indiferença da avó, Maisy decide descobrir por si própria o que aconteceu à única pessoa que verdadeiramente ama. E vai começar por Grace Deville, a excêntrica amiga do irmão. Grace vive isolada na floresta... e tem segredos por revelar…
O Dia em Que Te Perdi explora ternamente temas delicados e atuais. Lesley Pearse, uma contadora de histórias nata, fala-nos de perda, de esperança, de força interior, e dos inquebráveis laços de família.
Notas sobre a autora:
A história é cativante e aborda temas fortes como a pedofilia, rapto de menores, maus tratos infantis e laços familiares que se vão desfazendo ao longo dos anos.
Quando Maisy se vê a braços com o desaparecimento inesperado e misterioso do seu irmão gémeo, vai fazer de tudo para encontrá-lo; e as coisas que vai descobrindo ao longo da história são surpreendentes e por vezes até repugnantes.
Uma vez mais volto a salientar que o livro é bastante bom, mas confesso que esperava muito mais da autora.
Na noite em que a mãe lhes foi arrancada, os gémeos Maisy e Duncan perceberam que só podiam contar um com o outro. Se até então a vida deles não fora fácil, a partir desse momento piora dramaticamente pois o pai decide enviá-los para casa da avó, a ríspida Violet.
Os gémeos sentem-se mais abandonados do que nunca. Mas a negligência da avó tem um lado positivo: Maisy e Duncan passam a desfrutar de uma liberdade inesperada e podem explorar o campo e fazer novas amizades sem terem de se justificar a ninguém. Até ao dia em que Duncan desaparece sem deixar rasto.
À medida que os dias dão lugar a semanas, perante a ineficácia da polícia e a indiferença da avó, Maisy decide descobrir por si própria o que aconteceu à única pessoa que verdadeiramente ama. E vai começar por Grace Deville, a excêntrica amiga do irmão. Grace vive isolada na floresta... e tem segredos por revelar…
O Dia em Que Te Perdi explora ternamente temas delicados e atuais. Lesley Pearse, uma contadora de histórias nata, fala-nos de perda, de esperança, de força interior, e dos inquebráveis laços de família.
Notas sobre a autora:
Lesley
Pearse é uma das escritoras preferidas do público português, autora de
uma vasta obra já traduzida para mais de trinta línguas, tendo vendido
cerca de três milhões de exemplares. A própria vida da escritora é uma
grande fonte de material para os seus romances, quer esteja a escrever
sobre a dor do primeiro amor, crianças indesejadas e maltratadas,
adopção, rejeição, pobreza ou vingança, uma vez que conheceu tudo isso
em primeira mão. Ela é uma lutadora, e a estabilidade e o sucesso que
atingiu na vida deve-os à escrita.
Com o apoio da editora Penguin, criou o Women of Courage Award para distinguir mulheres comuns dotadas de uma coragem extraordinária.
quarta-feira, 26 de setembro de 2018
PIZZA DE FRIGIDEIRA COM BASE DE CLARAS
Mais uma alternativa saudável de pizza para podermos aproveitar quando temos claras de sobra no frigorífico.
Embora vos possa parecer estranho uma pizza com base feita de claras, só vos digo que a base fica muito boa, sendo que o recheio pode variar com os ingredientes que tenham à mão e que mais gostem.
Uma vez mais retirei a receita da página de Facebook "Na Cozinha com a Evans".
Experimentem e não se irão arrepender...
6 claras de ovo
2 colheres de farinha de coco ou de polvilho azedo
1 colher de chá de fermento
sal q.b.
Bater as claras ligeiramente até ficarem espumosas e depois juntar a farinha peneirada e o fermento.
Deitar a massa numa frigideira aquecida, tapar com uma tampa, e quando começarem a aparecer bolhinhas à superfície, virar a massa com cuidado, deixando passar do outro lado.
Cobrir com molho de tomate, guarnecer a gosto, polvilhar com queijo ralado e levar ao forno uns minutos até gratinar.
Servir de seguida.
Embora vos possa parecer estranho uma pizza com base feita de claras, só vos digo que a base fica muito boa, sendo que o recheio pode variar com os ingredientes que tenham à mão e que mais gostem.
Uma vez mais retirei a receita da página de Facebook "Na Cozinha com a Evans".
Experimentem e não se irão arrepender...
6 claras de ovo
2 colheres de farinha de coco ou de polvilho azedo
1 colher de chá de fermento
sal q.b.
Bater as claras ligeiramente até ficarem espumosas e depois juntar a farinha peneirada e o fermento.
Deitar a massa numa frigideira aquecida, tapar com uma tampa, e quando começarem a aparecer bolhinhas à superfície, virar a massa com cuidado, deixando passar do outro lado.
Cobrir com molho de tomate, guarnecer a gosto, polvilhar com queijo ralado e levar ao forno uns minutos até gratinar.
Servir de seguida.
sábado, 22 de setembro de 2018
"O DESPARECIMENTO DE STEPHANIE MAILER"
Um livro que para mim foi difícil de ler, pois tem um excesso de personagens e tantos momentos desnecessários no enredo, que se torna difícil prender a nossa atenção.
Foi com grande custo que levei o livro até ao final e para mim este é sem sombra de dúvida o pior livro do autor, pois nunca me lembro de levar tanto tempo a ler uma obra.
O final é bom e está bastante bem pensado, mas sinceramente acho que o livro seria muito melhor com metade das personagens e sem metade do texto...
Na noite de 30 de Julho de 1994, a pacata vila de Orphea, na costa leste dos Estados Unidos, assiste ao grande espectáculo de abertura do festival de teatro. Mas o presidente da Câmara está atrasado para a cerimónia… Ao mesmo tempo, Samuel Paladin percorre as ruas desertas da vila à procura da mulher, que saiu para correr e não voltou. Só para quando encontra o seu corpo em frente à casa do presidente da Câmara. Dentro da casa, toda a família do presidente está morta.
A investigação é entregue a Jesse Rosenberg e Derek Scott, dois jovens polícias do estado de Nova Iorque. Ambiciosos e tenazes, conseguem cercar o assassino e são condecorados por isso. Vinte anos mais tarde, na cerimónia de despedida de Rosenberg da Polícia, a jornalista Stephanie Mailer confronta-o com uma revelação inesperada: o assassino não é quem eles pensavam, e a jornalista reclama ter informações-chave para encontrar o verdadeiro culpado.
Dias depois, Stephanie desaparece.
Assim começa este thriller colossal, de ritmo vertiginoso, entrelaçando tramas, personagens, surpresas e volte-faces, sacudindo o leitor e impelindo-o, sem possibilidade de parar, até ao inesperado e inesquecível desenlace.
O que aconteceu a Stephanie Mailer?
Notas sobre o autor:
Joël Dicker nasceu em Genève, Suíça, em 1985. A verdade sobre o caso Harry Quebert é o seu segundo romance, com o qual arrecadou vários prémios: Prix de la Vocation Bleustein-Blanchet, o Grande Prémio do Romance da Academia Francesa, o Prémio Goncourt des Lycéens e o prémio da revista Lire para Melhor Romance em língua francesa. O seu primeiro romance, Les derniers jours de nos pères, venceu o Prémio dos Escritores de Genève. O desaparecimento de Stephanie Mailer é o seu quarto romance e confirma a mestria de Dicker no género do mistério literário.
Foi com grande custo que levei o livro até ao final e para mim este é sem sombra de dúvida o pior livro do autor, pois nunca me lembro de levar tanto tempo a ler uma obra.
O final é bom e está bastante bem pensado, mas sinceramente acho que o livro seria muito melhor com metade das personagens e sem metade do texto...
Na noite de 30 de Julho de 1994, a pacata vila de Orphea, na costa leste dos Estados Unidos, assiste ao grande espectáculo de abertura do festival de teatro. Mas o presidente da Câmara está atrasado para a cerimónia… Ao mesmo tempo, Samuel Paladin percorre as ruas desertas da vila à procura da mulher, que saiu para correr e não voltou. Só para quando encontra o seu corpo em frente à casa do presidente da Câmara. Dentro da casa, toda a família do presidente está morta.
A investigação é entregue a Jesse Rosenberg e Derek Scott, dois jovens polícias do estado de Nova Iorque. Ambiciosos e tenazes, conseguem cercar o assassino e são condecorados por isso. Vinte anos mais tarde, na cerimónia de despedida de Rosenberg da Polícia, a jornalista Stephanie Mailer confronta-o com uma revelação inesperada: o assassino não é quem eles pensavam, e a jornalista reclama ter informações-chave para encontrar o verdadeiro culpado.
Dias depois, Stephanie desaparece.
Assim começa este thriller colossal, de ritmo vertiginoso, entrelaçando tramas, personagens, surpresas e volte-faces, sacudindo o leitor e impelindo-o, sem possibilidade de parar, até ao inesperado e inesquecível desenlace.
O que aconteceu a Stephanie Mailer?
Notas sobre o autor:
Joël Dicker nasceu em Genève, Suíça, em 1985. A verdade sobre o caso Harry Quebert é o seu segundo romance, com o qual arrecadou vários prémios: Prix de la Vocation Bleustein-Blanchet, o Grande Prémio do Romance da Academia Francesa, o Prémio Goncourt des Lycéens e o prémio da revista Lire para Melhor Romance em língua francesa. O seu primeiro romance, Les derniers jours de nos pères, venceu o Prémio dos Escritores de Genève. O desaparecimento de Stephanie Mailer é o seu quarto romance e confirma a mestria de Dicker no género do mistério literário.
quarta-feira, 12 de setembro de 2018
CREME DE COGUMELOS COM ALHO FRANCÊS E MANJERICÃO
Há quem tenha a teoria que a sopa só se come no Inverno e quando está tempo frio, mas cá em casa gosto de comer sopa todo o ano. Por isso quando vi esta receita na página de Facebook da Evans AC - Na Cozinha com a Evans - resolvi experimentar e só vos digo que é das sopas mais saborosas e reconfortantes que provei nos últimos tempos.
Se quiserem esperar pelo Inverno para colocarem a receita em prática, estejam à vontade...
100gr de cogumelos frescos
1 alho francês médio
2 curgettes pequenas ou 1 grande
1 cebola média
2 dentes de alho
folhas de manjericão a gosto
noz moscada, sal, pimenta preta moída e azeite q.b.
3 rodelas de chouriço crocante (ou bacon) e 3 cogumelos laminados para polvilhar
Levar ao lume a cebola cortada em quartos com o azeite. Refogar. Adicionar o alho francês e a curgette, lavados e cortados em pedaços. Temperar com sal e pimenta. Adicionar os alhos laminados.
Preencher os legumes com água e deixar cozer alguns minutos em lume médio. Adicionar os cogumelos laminados, juntar a noz moscada e deixar cozer por mais 10 minutos ou até os legumes se encontrarem bem cozidos.
Adicionar as folhas de manjericão e passar a varinha mágica. Rectificar os temperos.
Cortar a chouriça em pedaços pequenos e laminar os cogumelos. Levar uma frigideira ao lume, sem gordura, até tostar e chouriça e grelhar os cogumelos.
Polvilhar sobre a sopa e servir. Se quiser pode ainda polvilhar com sementes de abóbora ou outras sementes a gosto.
Se quiserem esperar pelo Inverno para colocarem a receita em prática, estejam à vontade...
100gr de cogumelos frescos
1 alho francês médio
2 curgettes pequenas ou 1 grande
1 cebola média
2 dentes de alho
folhas de manjericão a gosto
noz moscada, sal, pimenta preta moída e azeite q.b.
3 rodelas de chouriço crocante (ou bacon) e 3 cogumelos laminados para polvilhar
Levar ao lume a cebola cortada em quartos com o azeite. Refogar. Adicionar o alho francês e a curgette, lavados e cortados em pedaços. Temperar com sal e pimenta. Adicionar os alhos laminados.
Preencher os legumes com água e deixar cozer alguns minutos em lume médio. Adicionar os cogumelos laminados, juntar a noz moscada e deixar cozer por mais 10 minutos ou até os legumes se encontrarem bem cozidos.
Adicionar as folhas de manjericão e passar a varinha mágica. Rectificar os temperos.
Cortar a chouriça em pedaços pequenos e laminar os cogumelos. Levar uma frigideira ao lume, sem gordura, até tostar e chouriça e grelhar os cogumelos.
Polvilhar sobre a sopa e servir. Se quiser pode ainda polvilhar com sementes de abóbora ou outras sementes a gosto.
terça-feira, 21 de agosto de 2018
LEITE CREME PALEO
Para quando temos visitas em casa, para quando nos apetece algo doce, ou simplesmente porque sim... nada como um leite creme fresquinho e adaptado à "filosofia" paleo.
Para quem pensa que não comemos doces, aqui fica a prova que comemos sim! Os doces devem é ser confeccionados de acordo com os os princípios paleo e usando ingredientes saudáveis.
A receita foi retirada algures da net, mas não me lembro de onde, por isso não posso dar os merecidos créditos.
800gr de leite de coco
6 gemas de ovo
100gr de mel
10gr de goma xantana
200gr de água
casca de um limão
canela para polvilhar ou açucar de coco para caramelizar
Coloque no copo da Bimby o leite, a água, as gemas de ovo, o mel, a goma xantana e a casca de limão e programe 8 minutos, 90º, velocidade 3.
Retire para taças, deixe arrefecer um pouco, polvilhe com açucar de coco e queime com o ferro em brasa. Em alternativa pode polvilhar com canela em pó.
Sirva bem fresco.
Para quem pensa que não comemos doces, aqui fica a prova que comemos sim! Os doces devem é ser confeccionados de acordo com os os princípios paleo e usando ingredientes saudáveis.
A receita foi retirada algures da net, mas não me lembro de onde, por isso não posso dar os merecidos créditos.
800gr de leite de coco
6 gemas de ovo
100gr de mel
10gr de goma xantana
200gr de água
casca de um limão
canela para polvilhar ou açucar de coco para caramelizar
Coloque no copo da Bimby o leite, a água, as gemas de ovo, o mel, a goma xantana e a casca de limão e programe 8 minutos, 90º, velocidade 3.
Retire para taças, deixe arrefecer um pouco, polvilhe com açucar de coco e queime com o ferro em brasa. Em alternativa pode polvilhar com canela em pó.
Sirva bem fresco.
Subscrever:
Mensagens (Atom)









