Digam lá se, olhando para esta receita de sopa da nossa querida Colher-de-Pau, alguém consegue resistir?
Eu não consegui... não sei se foi pelo facto de ter pouquíssimos ingredientes, se pela facilidade de confecção, se pelo facto de a receita deixar adivinhar que a sopa ficaria super cremosa, bem ao jeito que a minha filha gosta.
Façam e apreciem... é uma maravilha para combater o frio que aí vem!
1 cabeça de couve flor pequena (apenas a parte branca)
300ml de leite
sal, pimenta e noz moscada q.b.
Lave a couve flor e separe-a em raminhos. Coloque-a depois numa panela e cubra-a com o leite.
Leve a cozinhar em lume brando até a couve estar bem cozida (atenção para o leite não transbordar).
Triture depois a sopa e, se achar muito grossa, junte um pouco de água.
Tempere de sal, pimenta e noz moscada e leve novamente ao lume até ferver. Sirva quente.
Fácil não é? E garanto que é muito boa... palavra de Risonha!
terça-feira, 25 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
BIFES DA ALCATRA COM MAIONESE
Os bifes, normalmente, tendem sempre a ser confeccionados da mesma forma: grelhados, com natas e cogumelos, fritos, etc...
Cusquei daqui e dali, vi revistas e receitas da net, e, juntando um bocadinho de tudo o que encontrei, saíram estes bifes da alcatra confeccionados no forno, com uma "capa" estaladiça e muito saborosa.
Já que dizem por aí que o frio vem a caminho, nada como vestir uma capa aos bifes para eles não sentirem frio, certo?
4 bifes da alcatra
sal e pimenta
sumo de um limão
2 dentes de alho
2 colheres de sopa de margarina
2 colheres de sopa de maionese
2 colheres de sopa de mostarda
1 gema
Tempere os bifes com sal, pimenta, o sumo de limão e os alhos esmagados, deixando tomar sabor durante algumas horas.
Core os bifes na margarina, de ambos os lados, e disponha-os num tabuleiro.
Envolva a maionese e a mostarda com a gema e barre os bifes com a mistura.
Leve ao forno, pré-aquecido a 190º, durante cerca de 30 minutos.
Acompanhe com esparguete e salada e, de preferência, um bom vinho tinto...
Cusquei daqui e dali, vi revistas e receitas da net, e, juntando um bocadinho de tudo o que encontrei, saíram estes bifes da alcatra confeccionados no forno, com uma "capa" estaladiça e muito saborosa.
Já que dizem por aí que o frio vem a caminho, nada como vestir uma capa aos bifes para eles não sentirem frio, certo?
4 bifes da alcatra
sal e pimenta
sumo de um limão
2 dentes de alho
2 colheres de sopa de margarina
2 colheres de sopa de maionese
2 colheres de sopa de mostarda
1 gema
Tempere os bifes com sal, pimenta, o sumo de limão e os alhos esmagados, deixando tomar sabor durante algumas horas.
Core os bifes na margarina, de ambos os lados, e disponha-os num tabuleiro.
Envolva a maionese e a mostarda com a gema e barre os bifes com a mistura.
Leve ao forno, pré-aquecido a 190º, durante cerca de 30 minutos.
Acompanhe com esparguete e salada e, de preferência, um bom vinho tinto...
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
"SEGREDOS DO PASSADO"
É o segundo livro que leio desta autora e se gostei do primeiro, acho que ainda consegui gostar mais do segundo. É interessante a "ponte" que a autora faz entre o passado e o presente, e como factos do passado podem mudar completamente a vida de duas crianças, condicionando a sua vida futura de adultas.
Uma boa sugestão de leitura, agora que as tardes frias e chuvosas estão quase a chegar e que nos apetece ficar em casa na companhia de um bom livro.
Filha de uma respeitada família de Dunderry, na Geórgia, Claire Maloney era uma menina caprichosa e mimada, mas isso não a impediu de travar amizade com Roan Sullivan, um rapaz feroz, órfão de mãe, que vivia numa caravana com o pai alcoólico. Nunca ninguém conseguiu compreender o laço que unia as duas crianças rebeldes. Mas Roan e Claire pertenciam um ao outro... até à violenta tarde em que o terror tomou conta das suas vidas e Roan desapareceu.
Durante vinte anos, Claire procurou o rosto do seu amor de infância por entre a multidão. Durante vinte anos, esperou ansiosamente uma carta e sobressaltou-se a cada toque do telefone. No entanto, quando Roan surge novamente na sua vida, a alegria de Claire não é completa, pois ao contrário do que se afirma o tempo não apaga todas as feridas.
Algumas permanecem ocultas, prestes a reabrir-se ao mais pequeno incidente. Que segredos do passado envenenam o presente e minam o futuro?
Um romance comovente e original que relata um amor inocente capaz de sobreviver a todas as adversidades.
Uma boa sugestão de leitura, agora que as tardes frias e chuvosas estão quase a chegar e que nos apetece ficar em casa na companhia de um bom livro.
Filha de uma respeitada família de Dunderry, na Geórgia, Claire Maloney era uma menina caprichosa e mimada, mas isso não a impediu de travar amizade com Roan Sullivan, um rapaz feroz, órfão de mãe, que vivia numa caravana com o pai alcoólico. Nunca ninguém conseguiu compreender o laço que unia as duas crianças rebeldes. Mas Roan e Claire pertenciam um ao outro... até à violenta tarde em que o terror tomou conta das suas vidas e Roan desapareceu.
Durante vinte anos, Claire procurou o rosto do seu amor de infância por entre a multidão. Durante vinte anos, esperou ansiosamente uma carta e sobressaltou-se a cada toque do telefone. No entanto, quando Roan surge novamente na sua vida, a alegria de Claire não é completa, pois ao contrário do que se afirma o tempo não apaga todas as feridas.
Algumas permanecem ocultas, prestes a reabrir-se ao mais pequeno incidente. Que segredos do passado envenenam o presente e minam o futuro?
Um romance comovente e original que relata um amor inocente capaz de sobreviver a todas as adversidades.
Notas sobre a autora:
Deborah Smith é uma das autoras americanas mais lidas em todo o mundo: a sua obra já vendeu mais de três milhões de exemplares. Nomeada para diversos prémios importantes, como o RITA Award da Romance Writers of America e o Best Contemporany Fiction da Romance Reviews Today, foi distinguida com o Prémio de Carreira atribuído pela Romantic Times Magazine. O seu romance A Doçura da Chuva, já publicado no nosso país, obteve assinalável êxito junto dos leitores portugueses.
sábado, 15 de outubro de 2011
MOUSSE FRESCA DE CAFÉ
As férias acabaram, pois o que é bom não pode durar para sempre... embora confesse que já sentia falta da rotina do dia-a-dia.
Depois de uma semana de férias passada num local quente, com belas praias de água límpida e uma temperatura de Verão, eis que regresso a casa e encontro um tempo espectacular - este Outono está a ser uma verdadeira surpresa, o tempo continua óptimo e ainda se consegue fazer praia.
Continua uma altura ideal para sobremesas frescas, por isso deixo-vos com esta mousse, cuja receita foi retirada da revista "Saúde à Mesa" do passado mês de Agosto. Muito saborosa e melhor que isso... light... para compensar os excessos das férias.
6 folhas de gelatina
5 ovos
5 colheres de sopa de adoçante
5 colheres de sopa de café solúvel
2dl de leite magro morno
Coloque a gelatina a demolhar em água fria. Bata as gemas com metade do adoçante até obter um creme claro.
Adicione o café e o leite em fio, mexendo sempre.
Deite a mistura para um tacho e leve ao lume, mexendo sempre até ferver.
Retire do lume, incorpore a gelatina escorrida e mexa bem. Deite para uma taça e deixe arrefecer.
Bata as claras em castelo firme, juntando o resto do adoçante aos poucos, envolva-as delicadamente na mistura anterior e deite para uma forma.
Leve ao frio para solidificar.
Depois de uma semana de férias passada num local quente, com belas praias de água límpida e uma temperatura de Verão, eis que regresso a casa e encontro um tempo espectacular - este Outono está a ser uma verdadeira surpresa, o tempo continua óptimo e ainda se consegue fazer praia.
Continua uma altura ideal para sobremesas frescas, por isso deixo-vos com esta mousse, cuja receita foi retirada da revista "Saúde à Mesa" do passado mês de Agosto. Muito saborosa e melhor que isso... light... para compensar os excessos das férias.
6 folhas de gelatina
5 ovos
5 colheres de sopa de adoçante
5 colheres de sopa de café solúvel
2dl de leite magro morno
Coloque a gelatina a demolhar em água fria. Bata as gemas com metade do adoçante até obter um creme claro.
Adicione o café e o leite em fio, mexendo sempre.
Deite a mistura para um tacho e leve ao lume, mexendo sempre até ferver.
Retire do lume, incorpore a gelatina escorrida e mexa bem. Deite para uma taça e deixe arrefecer.
Bata as claras em castelo firme, juntando o resto do adoçante aos poucos, envolva-as delicadamente na mistura anterior e deite para uma forma.
Leve ao frio para solidificar.
Informação Nutricional da revista "Saúde à Mesa":
Ingredientes para 6 pessoas
Calorias por dose: 106 Kcal
Interesse Nutricional: rica em proteínas e cálcio
domingo, 2 de outubro de 2011
"FOGO LENTO"
Antes de sair definitivamente de férias acabei o livro que estava a ler, para poder levar outros dois livros (sim... leram bem... dois livros) na mala de viagem.
Este é do tipo de livros policiais que eu gosto - muito bem escrito, um enredo muito interessante, e só praticamente no último capítulo é que se descobre o verdadeiro culpado, embora todas as pistas pareçam apontar para outras pessoas.
E quem diria que o culpado era........... bem, não vos vou dizer que era... leiam o livro e ficarão a saber... eh eh eh.
Kate MacKeena sempre se mostrou capaz de transformar os seus desafios em triunfos. Mas agora parece que o destino conspira contra ela...
Depois de escapar quase ilesa a uma explosão no jardim de um amigo, Kate recebe a notícia de que pode perder a sua pequena, mas promissora empresa. Quase de imediato é ameaçada por um pretendente da sua irmã mais nova, toma conhecimento de que a sua melhor amiga vai ser submetida a uma delicada operação cirúrgica, apaixona-se por um homem que considera incapaz de a fazer feliz e descobre que há muita gente que a quer ver morta.
Porém, graças à sua inesgotável força interior, não serão estes acontecimentos trágicos que a impedirão de alcançar os seus objectivos.
Este é do tipo de livros policiais que eu gosto - muito bem escrito, um enredo muito interessante, e só praticamente no último capítulo é que se descobre o verdadeiro culpado, embora todas as pistas pareçam apontar para outras pessoas.
E quem diria que o culpado era........... bem, não vos vou dizer que era... leiam o livro e ficarão a saber... eh eh eh.
Kate MacKeena sempre se mostrou capaz de transformar os seus desafios em triunfos. Mas agora parece que o destino conspira contra ela...
Depois de escapar quase ilesa a uma explosão no jardim de um amigo, Kate recebe a notícia de que pode perder a sua pequena, mas promissora empresa. Quase de imediato é ameaçada por um pretendente da sua irmã mais nova, toma conhecimento de que a sua melhor amiga vai ser submetida a uma delicada operação cirúrgica, apaixona-se por um homem que considera incapaz de a fazer feliz e descobre que há muita gente que a quer ver morta.
Porém, graças à sua inesgotável força interior, não serão estes acontecimentos trágicos que a impedirão de alcançar os seus objectivos.
Notas sobre a autora:
Julie Garwood é autora de muitos bestsellers internacionais. Os seus livros estão publicados em vinte e oito países e já venderam mais de trinta milhões de exemplares. A sua reputação de excelente contadora de histórias baseia-se na rara capacidade de criar narrativas com personagens cativantes, emoções fortes e enredos com desfechos surpreendentes. Os leitores referem que é o humor, bem como a força das suas histórias, que os entretém e os faz rir e chorar.
sábado, 24 de setembro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
"A MENTIRA"
Mais um livro terminado e arrumado na estante... eh eh eh. Agora, que o tempo começa a arrefecer, as tardes de Domingo vão deixar de ser passadas na praia, passando a ser em casa, no sofá, a ver filmes e a pôr a leitura em dia.
Este livro foi mais uma excelente compra que fiz no blog da Vera "Um Livro e um Café", comprei-o por metade do preço que me custaria na livraria.
Conta a história de uma mulher que descobre a traição do seu marido logo após a morte deste, todos os sentimentos contraditórios que se seguem e o seu esforço para reequilibrar e recomeçar uma nova vida.
O que mais me impressionou foi que esta é a história real da autora, é preciso ter coragem para escrever uma história destas. Se puderem não deixem de ler este livro...
Quando o marido lhe morre nos braços, numa manhã de Janeiro, Julie sente que o seu mundo começa a desabar. "Ele amava-te tanto!", dizem-lhe no funeral. Centenas de pessoas choram com ela a morte súbita de Henry, o irresistível Henry, o homem perfeito.
Julie é agora uma jovem víuva, com uma filha pequena. Deixa de comer, de trabalhar, mergulha numa depressão profunda. Mas tem amigas, muitas, que a arrancam aos poucos do torpor. Começa a sair, abre-se de novo para o amor. Ironicamente, é o novo amante quem lhe dá a primeira pista, que levanta a ponta do véu, que lhe revela a dupla identidade do perfeito Harry...
A Mentira é a história real de Julie Metz, uma nova-iorquina sofisticada presa numa pequena vila onde reina a lei do silêncio - onde todos, menos ela, conhecem o segredo de Henry. E é a história de uma mulher que tudo fará para descobrir a verdade, e para recuperar - para si e para a filha - a felicidade perdida.
Este livro foi mais uma excelente compra que fiz no blog da Vera "Um Livro e um Café", comprei-o por metade do preço que me custaria na livraria.
Conta a história de uma mulher que descobre a traição do seu marido logo após a morte deste, todos os sentimentos contraditórios que se seguem e o seu esforço para reequilibrar e recomeçar uma nova vida.
O que mais me impressionou foi que esta é a história real da autora, é preciso ter coragem para escrever uma história destas. Se puderem não deixem de ler este livro...
Quando o marido lhe morre nos braços, numa manhã de Janeiro, Julie sente que o seu mundo começa a desabar. "Ele amava-te tanto!", dizem-lhe no funeral. Centenas de pessoas choram com ela a morte súbita de Henry, o irresistível Henry, o homem perfeito.
Julie é agora uma jovem víuva, com uma filha pequena. Deixa de comer, de trabalhar, mergulha numa depressão profunda. Mas tem amigas, muitas, que a arrancam aos poucos do torpor. Começa a sair, abre-se de novo para o amor. Ironicamente, é o novo amante quem lhe dá a primeira pista, que levanta a ponta do véu, que lhe revela a dupla identidade do perfeito Harry...
A Mentira é a história real de Julie Metz, uma nova-iorquina sofisticada presa numa pequena vila onde reina a lei do silêncio - onde todos, menos ela, conhecem o segredo de Henry. E é a história de uma mulher que tudo fará para descobrir a verdade, e para recuperar - para si e para a filha - a felicidade perdida.
Notas sobre a autora:
Julie Metz é artista, designer gráfica e jornalista freelance. Escreveu vários ensaios e artigos para publicações como o New York Times, The Huffington Post ou a Glamour. Bolsista da MacDowell Fellowship, aproveitou a sua passagem por aquela colónia de artistas para escrever o seu primeiro livro, A Mentira.
A autora vive com a filha e dois gatos em Brooklyn, Nova Iorque.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
SOPA DE COGUMELOS
Está aberta a temporada das sopas cá em casa. Embora goste de comer sopa durante todo o ano, quando se aproxima o Outono a sopa começa a ser presença mais assídua na minha mesa.
Esta é daquelas sopas que a minha filha come sem reclamar: tem cogumelos (que gostamos muito), é cremosa e não tem "coisas verdes"... lol... por isso foi por ela considerada uma das melhores sopas de sempre.
A receita é de um dos fascículos da revista "TV 7Dias" em que, como é habitual, substitui as batatas por curgettes.
300gr de curgettes
1 cebola
1 dente de alho
1/2 alho francês
2 colheres de sopa de margarina
1 lata de cogumelos
1,2l de água
1 pacote de natas
100gr de cogumelos frescos
sal, pimenta e salsa q.b.
Corte as curgettes, a cebola, o alho e o alho francês em pedaços e refogue-os em metade da margarina. Junte a lata dos cogumelos escorridos e verta a água. Tempere com sal e pimenta e deixe cozer.
Quando os legumes se encontrarem cozidos, triture-os e passe a sopa por um passador de rede. Junte-lhe as natas e leve novamente ao lume, até ferver.
Lamine os cogumelos frescos e core-os na restante margarina. Retire-os e sirva-os sobre a sopa.
Decore com salsa e sirva de seguida.
Eis uma sopa com uma cremosidade incrível...
Há um ano atrás falei-vos de: Doce de Figo com Especiarias no Microondas
Esta é daquelas sopas que a minha filha come sem reclamar: tem cogumelos (que gostamos muito), é cremosa e não tem "coisas verdes"... lol... por isso foi por ela considerada uma das melhores sopas de sempre.
A receita é de um dos fascículos da revista "TV 7Dias" em que, como é habitual, substitui as batatas por curgettes.
300gr de curgettes
1 cebola
1 dente de alho
1/2 alho francês
2 colheres de sopa de margarina
1 lata de cogumelos
1,2l de água
1 pacote de natas
100gr de cogumelos frescos
sal, pimenta e salsa q.b.
Corte as curgettes, a cebola, o alho e o alho francês em pedaços e refogue-os em metade da margarina. Junte a lata dos cogumelos escorridos e verta a água. Tempere com sal e pimenta e deixe cozer.
Quando os legumes se encontrarem cozidos, triture-os e passe a sopa por um passador de rede. Junte-lhe as natas e leve novamente ao lume, até ferver.
Lamine os cogumelos frescos e core-os na restante margarina. Retire-os e sirva-os sobre a sopa.
Decore com salsa e sirva de seguida.
Eis uma sopa com uma cremosidade incrível...
Há um ano atrás falei-vos de: Doce de Figo com Especiarias no Microondas
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