Um policial muito interessante que aborda, entre outros temas, a doença de Parkinson e as suas inevitáveis limitações progressivas.
Joe, um psicológo habituado a "entrar" nas mentes de várias pessoas, entre elas criminosos, vê-se enredado numa trama em que todas as circunstâncias apontam contra si.
Quando todas as provas convergem para a mesma pessoa, isso fará com que essa pessoa seja culpada do que é acusada?
Conhecemos realmente as pessoas com quem nos relacionamos?
Um livro que nos faz pensar nas atrocidades que a mente humana é capaz...
Joseph O’Loughlin aparenta ter a vida perfeita: uma mulher bonita, uma filha adorável e uma bem
sucedida carreira como psicólogo clínico. Porém, até mesmo a existência mais irrepreensível pode
cair por terra num abrir e fechar de olhos. Para tal basta uma rapariga assassinada, um jovem
perturbado e a maior mentira da sua vida.
A polícia pede ajuda a Joseph para tentar determinar se a morte da rapariga foi suicídio ou não. O
psicólogo reconhece a vítima como sendo uma antiga colega, e quando um dos seus pacientes
alega estar envolvido no crime, O’Loughlin acabar por se envolver numa complexa teia de
enganos…
Notas sobre o autor:
Começou a trabalhar como jornalista no jornal da noite Sydney, mudando-se depois para Londres, onde desenvolveu sua carreira jornalística em jornais como o Mail on Sunday, The Sunday Times e Daily Telegraph. Em 1993, abandonou o jornalismo para dedicar-se à escrita de biografias de pessoas do mundo da arte, da política, da ciência e desporto, com um grande sucesso. Em 2005 publicou o seu primeiro romance, que o impulsionou para o sucesso desde então. Já ganhou vários prêmios literários.
sábado, 26 de outubro de 2013
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
"PROMESSA DE UMA VIDA A DOIS"
Achei este livro tão engraçado e tão divertido, que de vez em quando dava por mim a dar fortes gargalhadas enquanto o lia.
A história é simples e gira em volta de um casal que tem um longo namoro e que decide casar. As peripécias que acontecem durante os preparativos de casamento são hilariantes.
Desde a lista de convidados, ao local da boda, à escolha do vestido de noiva, etc; tudo é vivido com grande frenesim...
A noiva, Rita, tem momentos de insegurança e chega ao ponto de não saber se está a tomar a decisão correcta.
O noivo, Vasco, bom rapaz mas um tanto sovina, põe-se à margem da maior parte dos preparativos e decisões.
A mãe de Vasco, a "querida" sogra de Rita, é mais uma "pedra no sapato" do que outra coisa...
As amigas de Rita são como as tábuas de salvação da noiva nas alturas mais críticas.
Em resumo... é daqueles livros que, à primeira vista, podemos pensar que é destinado a jovens adolescentes, mas que se lê bem em qualquer idade, pois acima de tudo é uma leitura muito divertida.
Após a incursão pela literatura juvenil com dois títulos publicados, Sandra Pinto estendeu a sua criatividade ao universo dos adultos, mais especificamente daqueles adultos que se preparam para o momento em que a vida irá mudar para sempre: o dia do casamento. Tendo como pano de fundo a cidade Invicta, a autora chama à cena Rita Duarte e Vasco Tavares, os protagonistas que irão contrair matrimónio. A acção desenrola-se nos quatro meses que antecedem o casamento. Diante do olhar atento do leitor vão passando descontraidamente todas as peripécias inerentes à organização de um casamento, desde a simples escolha das alianças até à conturbada resolução de todo o tipo de problemas. 200 convidados aguardam com expectativa Rita e Vasco mas até estar tudo pronto, muitos contratempos se irão suceder. Um divertido e fiel retrato de costumes sobre os conturbados meses de preparação de um casamento habilmente conciliados com a atarefada existência quotidiana.
Notas sobre a autora:
Sandra Pinto nasceu em 1974 na Póvoa de Varzim. Licenciada em Comunicação Social pela Universidade do Minho, trabalhou na Portugal Telecom. Desde 2000, é técnica de comunicação no Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto. Tem já publicados alguns artigos em jornais e dois livros publicados na colecção "Clube das Amigas".
A história é simples e gira em volta de um casal que tem um longo namoro e que decide casar. As peripécias que acontecem durante os preparativos de casamento são hilariantes.
Desde a lista de convidados, ao local da boda, à escolha do vestido de noiva, etc; tudo é vivido com grande frenesim...
A noiva, Rita, tem momentos de insegurança e chega ao ponto de não saber se está a tomar a decisão correcta.
O noivo, Vasco, bom rapaz mas um tanto sovina, põe-se à margem da maior parte dos preparativos e decisões.
A mãe de Vasco, a "querida" sogra de Rita, é mais uma "pedra no sapato" do que outra coisa...
As amigas de Rita são como as tábuas de salvação da noiva nas alturas mais críticas.
Em resumo... é daqueles livros que, à primeira vista, podemos pensar que é destinado a jovens adolescentes, mas que se lê bem em qualquer idade, pois acima de tudo é uma leitura muito divertida.
Após a incursão pela literatura juvenil com dois títulos publicados, Sandra Pinto estendeu a sua criatividade ao universo dos adultos, mais especificamente daqueles adultos que se preparam para o momento em que a vida irá mudar para sempre: o dia do casamento. Tendo como pano de fundo a cidade Invicta, a autora chama à cena Rita Duarte e Vasco Tavares, os protagonistas que irão contrair matrimónio. A acção desenrola-se nos quatro meses que antecedem o casamento. Diante do olhar atento do leitor vão passando descontraidamente todas as peripécias inerentes à organização de um casamento, desde a simples escolha das alianças até à conturbada resolução de todo o tipo de problemas. 200 convidados aguardam com expectativa Rita e Vasco mas até estar tudo pronto, muitos contratempos se irão suceder. Um divertido e fiel retrato de costumes sobre os conturbados meses de preparação de um casamento habilmente conciliados com a atarefada existência quotidiana.
Notas sobre a autora:
Sandra Pinto nasceu em 1974 na Póvoa de Varzim. Licenciada em Comunicação Social pela Universidade do Minho, trabalhou na Portugal Telecom. Desde 2000, é técnica de comunicação no Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto. Tem já publicados alguns artigos em jornais e dois livros publicados na colecção "Clube das Amigas".
terça-feira, 22 de outubro de 2013
IOGURTE DE BANANA E CANELA
Começou o tempo de chuva... o tempo em que as tardes vão ser passadas em casa, pois acabou-se a época de praia e os lanches ao ar livre.
Assim sendo, nada como preparar uns iogurtes caseiros que, para além de serem mais saudáveis e de saírem muito mais baratos que os de compra, proporcionam-nos uns belos lanches.
A receita foi retirada de um grupo do Facebook e, uma vez mais, recorri à Mycook para elaborar estas delícias! A combinação de banana com canela resulta sempre bem...
1lde leite meio gordo
1 iogurte natural
2 colheres de sopa de leite em pó magro
3 ou 4 bananas pequenas
7 colheres de café de canela
2 colheres de sopa de açucar baunilhado
50gr de açucar
sumo de 1/2 limão
Colocar no copo as bananas descascadas e partidas em pedaços, juntamente com o sumo de limão e 1 colher de sopa de açucar baunilhado. Programar 8 minutos, 100º, velocidade 2. Distribuir pelos copinhos e deixar arrefecer. Colocar por cima, depois de frio, uma colher de café de canela em cada copinho.
De seguida preparar o iogurte: no copo limpo deitar o leite, o leite em pó e os açucares. Programar 15 segundos, velocidade 4. De seguida programar 9 minutos, 90º, velocidade 3.
Deixar arrefecer até aos 50º (mais ou menos 10 minutos), juntar o iogurte e misturar 20 segundos, velocidade 4.
Distribuir pelos copinhos e levar à iogurteira durante cerca de 10 horas. Após este tempo retirar e colocar no frigorífico, deixando pelo menos 4 horas antes de consumir.
Aqui fica um lanche saudável e saboroso!
Assim sendo, nada como preparar uns iogurtes caseiros que, para além de serem mais saudáveis e de saírem muito mais baratos que os de compra, proporcionam-nos uns belos lanches.
A receita foi retirada de um grupo do Facebook e, uma vez mais, recorri à Mycook para elaborar estas delícias! A combinação de banana com canela resulta sempre bem...
1lde leite meio gordo
1 iogurte natural
2 colheres de sopa de leite em pó magro
3 ou 4 bananas pequenas
7 colheres de café de canela
2 colheres de sopa de açucar baunilhado
50gr de açucar
sumo de 1/2 limão
Colocar no copo as bananas descascadas e partidas em pedaços, juntamente com o sumo de limão e 1 colher de sopa de açucar baunilhado. Programar 8 minutos, 100º, velocidade 2. Distribuir pelos copinhos e deixar arrefecer. Colocar por cima, depois de frio, uma colher de café de canela em cada copinho.
De seguida preparar o iogurte: no copo limpo deitar o leite, o leite em pó e os açucares. Programar 15 segundos, velocidade 4. De seguida programar 9 minutos, 90º, velocidade 3.
Deixar arrefecer até aos 50º (mais ou menos 10 minutos), juntar o iogurte e misturar 20 segundos, velocidade 4.
Distribuir pelos copinhos e levar à iogurteira durante cerca de 10 horas. Após este tempo retirar e colocar no frigorífico, deixando pelo menos 4 horas antes de consumir.
Aqui fica um lanche saudável e saboroso!
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
"ALEX"
Um livro arrepiante mas muito bem escrito, que nos faz perceber das atrocidades de que a mente humana é capaz.
O autor é óptimo a descrever tanto os cenários como as situações, consegue gerar em nós sentimentos contraditórios em relação a Alex, que num momento é vítima e noutro começa a ser "carrasco".
O inspector Camille, talvez devido à sua baixa estatura e os transtornos que isso possa acarretar, é um querido, lidando a custo com as dores do passado: a morte da mulher, da mãe, etc...
O final do livro é surpreendente mas magnífico.
Poderá ser considerado uma leitura algo violenta em algumas das passagens, mas quem gosta de um bom thriller tem aqui um livro que não deve perder de vista. É sem dúvida um dos melhores livros que li este ano.
Quem conhece verdadeiramente Alex? Ela é bela. Excitante. É por isso que a raptaram e torturaram de forma inimaginável? Quando o comandante da polícia Camille Verhœven descobre por fim o local do sequestro, Alex já tinha desaparecido. Alex, mais inteligente que o seu carrasco. Alex, que não perdoa a ninguém, que nada esquece.
Um thriller gelado que joga com os códigos da loucura assassina, um mecanismo diabólico e imprevisível, onde nos encontramos com o enorme talento de Pierre Lemaître. Alex foi um dos romances finalistas do Grand Prix de la littérature policière 2011.
Notas sobre o autor:
Pierre Lemaître nasceu em Paris. Foi galardoado com o Prémio Le Point do Romance Policial Europeu em 2010. Os seus romances foram várias vezes premiados e estão traduzidos em treze línguas. Três deles estão a ser adaptados ao cinema: Robe de mariée, Cadres noirs e Alex.
O autor é óptimo a descrever tanto os cenários como as situações, consegue gerar em nós sentimentos contraditórios em relação a Alex, que num momento é vítima e noutro começa a ser "carrasco".
O inspector Camille, talvez devido à sua baixa estatura e os transtornos que isso possa acarretar, é um querido, lidando a custo com as dores do passado: a morte da mulher, da mãe, etc...
O final do livro é surpreendente mas magnífico.
Poderá ser considerado uma leitura algo violenta em algumas das passagens, mas quem gosta de um bom thriller tem aqui um livro que não deve perder de vista. É sem dúvida um dos melhores livros que li este ano.
Quem conhece verdadeiramente Alex? Ela é bela. Excitante. É por isso que a raptaram e torturaram de forma inimaginável? Quando o comandante da polícia Camille Verhœven descobre por fim o local do sequestro, Alex já tinha desaparecido. Alex, mais inteligente que o seu carrasco. Alex, que não perdoa a ninguém, que nada esquece.
Um thriller gelado que joga com os códigos da loucura assassina, um mecanismo diabólico e imprevisível, onde nos encontramos com o enorme talento de Pierre Lemaître. Alex foi um dos romances finalistas do Grand Prix de la littérature policière 2011.
Notas sobre o autor:
Pierre Lemaître nasceu em Paris. Foi galardoado com o Prémio Le Point do Romance Policial Europeu em 2010. Os seus romances foram várias vezes premiados e estão traduzidos em treze línguas. Três deles estão a ser adaptados ao cinema: Robe de mariée, Cadres noirs e Alex.
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
"A MENINA DO PAPÁ"
Há quem nasce com um jeito enorme para a escrita e contra isso nada há a fazer. Sou fã assumida de Mary Higgins Clark e este é mais um belíssimo livro com a sua assinatura.
As personagens são apaixonantes, a morte brutal de uma jovem consegue sempre mexer com os sentimentos de qualquer pessoa e neste livro ninguém consegue ficar indiferente ao sofrimento das pessoas que viveram e estiveram à volta desse acontecimento.
Os pormenores da história vão-nos sendo dados no "timing" perfeito o que faz com que a leitura seja viciante.
A intrigante história começa quando Ellie Cavanaugh tem apenas sete anos e a irmã adolescente, Andrea, é assassinada perto de casa, em Oldham-on-the-Hudston. Três homens são dados como suspeitos: Rob Westerfield, Paul Strobel, e Will Nebels, mas quem acabou por ser preso foi um homem que não estava na lista de suspeitos. Anos mais tarde, quando pesquisa sobre o crime fica surpreendida com o facto de afinal estar por trás do assassinato da irmã um criminoso desesperado.
Notas sobre a autora:
Mary Higgins Clark é autora de mais de trinta romances que obtiveram um êxito assinalável, tendo vendido mais de 80 milhões de livros em todo o mundo. O facto de ter sido criada no Bronx e a morte prematura do pai não auguravam boas perspectivas de carreira, mas a autora soube vencer todas as adversidades. Trabalhou como secretária e depois como hospedeira, e depois de se casar dedicou-se à escrita. Com a morte prematura do marido, que a deixou com cinco crianças pequenas para sustentar, a autora investiu na escrita de guiões para rádio, e depois nos romances. Rapidamente tornou-se num dos grandes nomes da literatura de suspense, conquistando os tops de vendas, a crítica e os fãs. Mary Higgins Clark escreve igualmente em parceria com a filha, a escritora Carol Higgins Clark.
As personagens são apaixonantes, a morte brutal de uma jovem consegue sempre mexer com os sentimentos de qualquer pessoa e neste livro ninguém consegue ficar indiferente ao sofrimento das pessoas que viveram e estiveram à volta desse acontecimento.
Os pormenores da história vão-nos sendo dados no "timing" perfeito o que faz com que a leitura seja viciante.
A intrigante história começa quando Ellie Cavanaugh tem apenas sete anos e a irmã adolescente, Andrea, é assassinada perto de casa, em Oldham-on-the-Hudston. Três homens são dados como suspeitos: Rob Westerfield, Paul Strobel, e Will Nebels, mas quem acabou por ser preso foi um homem que não estava na lista de suspeitos. Anos mais tarde, quando pesquisa sobre o crime fica surpreendida com o facto de afinal estar por trás do assassinato da irmã um criminoso desesperado.
Notas sobre a autora:
Mary Higgins Clark é autora de mais de trinta romances que obtiveram um êxito assinalável, tendo vendido mais de 80 milhões de livros em todo o mundo. O facto de ter sido criada no Bronx e a morte prematura do pai não auguravam boas perspectivas de carreira, mas a autora soube vencer todas as adversidades. Trabalhou como secretária e depois como hospedeira, e depois de se casar dedicou-se à escrita. Com a morte prematura do marido, que a deixou com cinco crianças pequenas para sustentar, a autora investiu na escrita de guiões para rádio, e depois nos romances. Rapidamente tornou-se num dos grandes nomes da literatura de suspense, conquistando os tops de vendas, a crítica e os fãs. Mary Higgins Clark escreve igualmente em parceria com a filha, a escritora Carol Higgins Clark.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
ARROZ DE ATUM COM ESPINAFRES E FEIJÃO
O tempo já começou a refrescar, especialmente de manhã e os finais do dia, pelo que já vai apetecendo uma comida mais "aconchegante". A sugestão de hoje veio da revista Bimby do passado mês de Setembro e, como é habitual, recorri à minha ajudante Mycook para a sua preparação.
Fica um prato diferente e muito saboroso... até a filhota, que não é adepta de verdes (leia-se espinafres) comeu e gostou.
400gr de espinafres descongelados espremidos
250gr de feijão encarnado cozido, escorrido
30gr de azeite
200gr de cebola
100gr de tomate em pedaços
900gr de água
1 colher de chá de sal
250gr de arroz agulha
250gr de atum em azeite escorrido
Coloque na Varoma os espiafres e o feijão. Reserve.
Coloque no copo o azeite, a cebola e o tomate, pique 5 segundos, velocidade 5. Refogue 5 minutos, 120º, velocidade 2.
Adicione a água, o sal e o arroz, envolva bem com a ajuda da espátula, soltando o arroz do fundo do copo.
Coloque a Varoma e programe 16 minutos, 120º, velocidade 2. Retire o arroz, envolva com o feijão, os espinafres e o atum e sirva de seguida.
Fica um prato diferente e muito saboroso... até a filhota, que não é adepta de verdes (leia-se espinafres) comeu e gostou.
400gr de espinafres descongelados espremidos
250gr de feijão encarnado cozido, escorrido
30gr de azeite
200gr de cebola
100gr de tomate em pedaços
900gr de água
1 colher de chá de sal
250gr de arroz agulha
250gr de atum em azeite escorrido
Coloque na Varoma os espiafres e o feijão. Reserve.
Coloque no copo o azeite, a cebola e o tomate, pique 5 segundos, velocidade 5. Refogue 5 minutos, 120º, velocidade 2.
Adicione a água, o sal e o arroz, envolva bem com a ajuda da espátula, soltando o arroz do fundo do copo.
Coloque a Varoma e programe 16 minutos, 120º, velocidade 2. Retire o arroz, envolva com o feijão, os espinafres e o atum e sirva de seguida.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
"A HERANÇA DE STONEHENGE"
Só podia mesmo dar 5 estrelas de classificação a um livro tão bem escrito como este.
Bem ao estilo de Dan Brown, aborda um tema muito interessante e as personagens são encantadoras.
Simpatizei bastante com Gideon, uma das personagens principais, pela sua força e determinação em descobrir os segredos do passado do pai, mesmo sabendo que isso pode alterar de certa forma os seus sentimentos por ele.
A detective Meg é amorosa, dividida entre o seu trabalho que lhe toma muito tempo e o seu papel de mãe, que na maior parte das vezes é delegado a outras pessoas pelo facto de o trabalho a envolver profundamente.
A paisagem e história de Stonehenge é maravilhosamente descrita e faz com que sintamos que já estivemos presentes naquele local em alguma época da nossa vida.
O livro é deveras envolvente e as últimas páginas, durante o desfecho da história, são de tal forma emocionantes que damos por nós a prender a respiração... um livro MUITO BOM mesmo!!!
Oito dias antes do solstício de verão, um homem é esquartejado num terrível sacrifício no local antigo de Stonehenge perante uma congregação de adoradores com trajes cerimoniais. Em poucas horas, um dos mais famosos caçadores de tesouros do mundo suicida-se na sua mansão no campo. E deixa uma carta indecifrável ao seu filho, o jovem arqueólogo Gideon Chase Juntando-se à intrépida mulher polícia de Wiltshire, Gideon rapidamente desmascara uma sociedade secreta uma legião antiga e internacional devota ao Stonehenge durante centenas de anos. Com um novo e carismático líder para a conduzir, este culto encontra-se no momento envolvido em rituais com sacrifícios humanos numa tentativa horripilante de desvendar o segredo das pedras. Repleto de códigos, simbologia, suspense impiedoso e detalhes fascinantes sobre a história de um dos mais misteriosos lugares do mundo, A Herança do Stonehenge é um thriller de enorme sucesso que rivaliza com o melhor de Dan Brown.
Notas sobre o autor:
Sam Christer foi toda a sua vida um entusiasta do Stonehenge que passa o tempo entre Londres e Derbyshire.
Bem ao estilo de Dan Brown, aborda um tema muito interessante e as personagens são encantadoras.
Simpatizei bastante com Gideon, uma das personagens principais, pela sua força e determinação em descobrir os segredos do passado do pai, mesmo sabendo que isso pode alterar de certa forma os seus sentimentos por ele.
A detective Meg é amorosa, dividida entre o seu trabalho que lhe toma muito tempo e o seu papel de mãe, que na maior parte das vezes é delegado a outras pessoas pelo facto de o trabalho a envolver profundamente.
A paisagem e história de Stonehenge é maravilhosamente descrita e faz com que sintamos que já estivemos presentes naquele local em alguma época da nossa vida.
O livro é deveras envolvente e as últimas páginas, durante o desfecho da história, são de tal forma emocionantes que damos por nós a prender a respiração... um livro MUITO BOM mesmo!!!
Oito dias antes do solstício de verão, um homem é esquartejado num terrível sacrifício no local antigo de Stonehenge perante uma congregação de adoradores com trajes cerimoniais. Em poucas horas, um dos mais famosos caçadores de tesouros do mundo suicida-se na sua mansão no campo. E deixa uma carta indecifrável ao seu filho, o jovem arqueólogo Gideon Chase Juntando-se à intrépida mulher polícia de Wiltshire, Gideon rapidamente desmascara uma sociedade secreta uma legião antiga e internacional devota ao Stonehenge durante centenas de anos. Com um novo e carismático líder para a conduzir, este culto encontra-se no momento envolvido em rituais com sacrifícios humanos numa tentativa horripilante de desvendar o segredo das pedras. Repleto de códigos, simbologia, suspense impiedoso e detalhes fascinantes sobre a história de um dos mais misteriosos lugares do mundo, A Herança do Stonehenge é um thriller de enorme sucesso que rivaliza com o melhor de Dan Brown.
Sam Christer foi toda a sua vida um entusiasta do Stonehenge que passa o tempo entre Londres e Derbyshire.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
ESPARGUETE COM NATAS E BACON
Às vezes as refeições simples são as que nos sabem melhor... e nos dias em que não sabemos o que inventar para o jantar e em que nos apetece uma coisa rápida e que não dê muito trabalho, esta é uma boa opção. Se recorrermos à ajuda de um robot de cozinha como a Mycook, ainda temos o trabalho muito mais facilitado.
400gr de esparguete
300gr de bacon em cubos
1 pacote de natas
1 lata de cogumelos laminados
50gr de manteiga
2 dentes de alho
sal e pimenta q.b.
No copo da Mycook coloque 1,200kg de água, uma pitada de sal e um fio de azeite. Programe 10 minutos, 100º, velocidade 2. Depois adicione o esparguete pelo bocal do copo e programe 9 minutos, 100º velocidade 2. Escorra e reserve.
Sem lavar o copo adicione o bacon e a manteiga e programe 5 minutos, 100º, velocidade 2.
Junte as natas, os dentes de alho, tempere e programe 15 minutos, 100º, velocidade 2.
De seguida programe 5 minutos, 100º, velocidade 2 e com a máquina em funcionamento vá deitando pelo bocal do copo o esparguete anteriormente reservado, de modo a que fique tudo envolvido.
Sirva de seguida polvilhado com queijo ralado.
Et voilá... em pouco mais de meia hora temos o jantar na mesa!
400gr de esparguete
300gr de bacon em cubos
1 pacote de natas
1 lata de cogumelos laminados
50gr de manteiga
2 dentes de alho
sal e pimenta q.b.
No copo da Mycook coloque 1,200kg de água, uma pitada de sal e um fio de azeite. Programe 10 minutos, 100º, velocidade 2. Depois adicione o esparguete pelo bocal do copo e programe 9 minutos, 100º velocidade 2. Escorra e reserve.
Sem lavar o copo adicione o bacon e a manteiga e programe 5 minutos, 100º, velocidade 2.
Junte as natas, os dentes de alho, tempere e programe 15 minutos, 100º, velocidade 2.
De seguida programe 5 minutos, 100º, velocidade 2 e com a máquina em funcionamento vá deitando pelo bocal do copo o esparguete anteriormente reservado, de modo a que fique tudo envolvido.
Sirva de seguida polvilhado com queijo ralado.
Et voilá... em pouco mais de meia hora temos o jantar na mesa!
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