Sugestões para oferecer ou para ler...


sábado, 1 de janeiro de 2011

MOUSSE DE PÊSSEGOS

Ano novo, vida nova... e para variar cá estou eu a trabalhar... eh eh eh. Depois de uma bela noite de passagem de ano, alguém tem que trabalhar neste país, o que faz com que eu e a minha colega aqui estejamos a esta hora, ela desde as 08h e eu desde as 09h.
Com uma cara de zombies a olhar uma para a outra... é verdade... que ninguém se deitou a horas decentes.
Deixando a conversa de parte, que tal uma mousse super fácil de fazer para "estrear" este primeiro dia do ano?
500gr de pêssegos em calda
1 limão
250gr de açucar
250ml de natas
3 folhas de gelatina
bolachas torradas q.b.
café frio q.b.

Escorrer os pêssegos da calda e triturá-los, juntanto ao puré obtido umas gotinhas de sumo de limão. Entretanto colocar as folhas de gelatina a demolhar.
Bater as natas com o açucar até ficarem firmes e juntá-las ao puré de pêssego.
No final envolver as folhas de gelatina, previamente escorridas e dissolvidas numa colher de sopa de água quente.
No fundo de uma travessa colocar uma camada de bolachas torradas passadas por café, deitar por cima a mousse e decorar a gosto.
Levar ao frigorífico e servir bem fresca.
Feliz 2011 para todos os que me acompanham...

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

FEBRAS À PARMESIANA

Hoje publico uma receita de carne, para desenjoar dos doces e bacalhau no Natal... eh eh eh.
Tenho esta receita há muitos e muitos anos, está num dos meus cadernos manuscritos de receitas que tenho desde o tempo de solteira, por isso não faço ideia qual é a sua origem nem de onde a retirei, provavelmente de alguma revista ou alguém que me deu a receita.
Seja como for, a refeição tornou-se muito agradável. Quem disse que as receitas antigas não prestam?
5 febras
1 cebola
3 tomates
2 colheres de sopa de polpa de tomate
2 dentes de alho
1/2 cubo de caldo de carne
1dl de vinho branco
sal e pimenta q.b.
margarina
azeite
1 lata pequena de cogumelos laminados
queijo flamengo em fatias

Fazer um molho de tomate pondo a cebola picada a alourar em azeite quente. Quando loura juntar o tomate partido em pedaços, mexendo bem. Juntar ainda o vinho branco, a polpa de tomate, o alho picado, o cubo de caldo de carne, os cogumelos e temperar com uma pitada de sal e pimenta.
Deixar em lume brando até o molho ficar bem apurado.
Derreter um pouco de margarina numa frigideira e alourar as febras, temperadas apenas com uma pitada de sal e sumo de limão, até ganharem cor.
Colocar as febras num pirex, deitar por cima o molho de tomate e em cima de cada febra colocar uma fatia de queijo.
Vai ao forno quente a gratinar. Servir com massa e ovo cozido picado.
Nota: esta receita pode ser preparada com bifes de vaca, perú ou frango.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

BOLO DE PÊRAS COM NOZ E MEL

Aposto que toda a gente ainda está enjoada dos doces de Natal (eu falo por mim, comi mais do que devia e devo ter engordado um par de quilos nestes dias) mas não podia deixar de partilhar convosco esta receita retirada do verso de um pacote de açucar amarelo.
Fica um bolo muito fresco e saboroso, o problema foi ter sido pincelado com mel e depois o ter deixado na forma, pois colou de tal maneira que para desenformá-lo foi uma carga de trabalhos... daí o aspecto algo "esfarelado".
Por isso agora já sei... da próxima vez é pincelar com mel e desenformar logo de seguida!!!
120gr de açucar amarelo
120gr de manteiga
3 ovos
230gr de farinha
1 colher de sopa de fermento em pó
3 colheres de sopa de leite
60gr de miolo de noz
575gr de pêras
1 limão (raspa)
mel q.b.

Bata a manteiga com o açucar amarelo e a raspa do limão até obter um creme.
Junte os ovos e a farinha peneirada com o fermento. Mexa muito bem.
Adicione o leite e por fim envolva as pêras previamente descascadas e cortadas aos cubos e o miolo de noz partido.
Coloque a massa numa forma previamente untada com margarina e polvilhada com farinha.
Leve ao forno médio (180º) durante cerca de 50 minutos (faça o teste do palito para verificar a cozedura). Depois de cozido e ainda quente pincele o bolo com o mel.
Vai uma fatia para nos prepararmos para a passagem de ano?

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

ALETRIA COM PUDIM BOCA-DOCE

Aletria cheira sempre a Natal, certo? E é um doce que quase nunca faço em casa, pois somos mais fãs do tradicional arroz doce, feito pela minha mãe, que é o melhor do mundo, embora já tenha publicado aqui e aqui receitas de aletria.
Entretanto descobri mais esta receita no blog da Paulinha e achei-a tão simples que não resisti a experimentar. Mais uma sugestão para as nossas mesas de Natal.
500gr de aletria
1l de água
1l de leite
1 casca de limão
1 pau de canela
1 colher de chá de sal
1 colher de sopa de manteiga
350gr de açucar
1 saqueta de pudim Boca-Doce de baunilha
canela em pó q.b.

Leve a água, o leite, a casca do limão, o pau de canela, o sal e a manteiga ao lume.
Retire um pouco de leite para um recipiente, misture o pó do pudim Boca-Doce e reserve.
Retire a casca do limão e o pau de canela que tem ao lume e adicione a aletria desfeita, deixando cozinhar cerca de 5 minutos, mexendo sempre.
Findo esse tempo, adicione o açucar mexendo um pouco.
Adicione por fim o pudim Boca-Doce previamente dissolvido no leite e volte a mexer delicadamente, de modo a ficar cremoso.
Verta para uma travessa ou taças e decore a gosto com canela em pó.
Nota: o pudim a utilizar pode ser sabor de baunilha ou caramelo, conforme o que tivermos em casa.
A todos os que aqui passam desejo um Santo Natal, cheio de paz, amor, alegria e acima de tudo muita saúde.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

"O FIM DA INOCÊNCIA"

Este livro que acabei de ler chocou-me, não só pela sua linguagem "crua", como pelo facto de nós, pais, pensarmos que conhecemos bem os nossos filhos e acharmos que sabemos sempre tudo o que eles fazem... nem sempre é assim.
Um livro muito realista e uma história verídica de uma realidade que muitas vezes temos mesmo ao nosso lado (esperando que nunca a tenhamos dentro das nossas casas) que nos alerta para os perigos a que a juventude hoje em dia está exposta. Sem dúvida que deveria ser lida por todos os pais e/ou educadores.
Aqui fica mais uma sugestão de leitura para a Academia dos Livros.
Aos olhos do mundo, Inês é a menina perfeita. Frequenta um dos melhores colégios nos arredores de Lisboa e relaciona-se com filhos de embaixadores e presidentes de grandes empresas. Por detrás das aparências, a realidade é outra, e bem distinta. Inês e os seus amigos são consumidores regulares de drogas, participam em arriscados jogos sexuais e utilizam desregradamente a internet, transformando as suas vidas numa espiral marcada pelo descontrolo físico e emocional.
Francisco Salgueiro dá voz à história real e chocante de uma adolescente portuguesa, contada na primeira pessoa. Um aviso para os pais estarem mais atentos ao que se passa nas suas casas.
Uma confissãoque não vai deixar ninguém indiferente.
Terá coragem de ler?
Notas sobre o autor:
Francisco Salgueiro nasceu em Lisboa, em Junho de 1972. O pai é médico; a mãe professora. Tem duas irmãs. Foi apra o Colégio Inglês, seguindo as pisadas do pai. Na altura, com o "disco rígido" ainda muito vazio, Francisco ganhou aí um grande interesse pela cultura anglo-saxónica.
Pensou em inscrever-se em Psicologia, mas acabou por escolher o curos de Comunicação Empresarial, no Instituto Superior de Comunicação Empresarial. Passados quatro anos, estava a trabalhar na TV Cabo Portugal, na criação do Gabinete de Comunicação e Imagem.
Profissionalmente, destaca a autoria do programa Templo dos Jogos, na SIC; os artigos para a Notícias Magazine; a publicação do primeiro livro e a criação da empresa de conteúdos Letras Digitais. Actualmente é sócio da empresa de marketing digital Wibii Marketing Tailors.
Publicou, entre outros romances, Homens Há Muitos, Viva o Amor, Amei-te em Copacabana e A Praia da Saudade.
O Fim da Inocência é o seu sétimo livro.
Mais informações sobre o autor podem ser encontradas nas páginas www.franciscosalgueiro.com
e www.franciscosalgueiro.blogspot.com ou na página do Faceboobk www.facebook.com/francisosalgueiro.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

BACALHAU GRATINADO

Bacalhau lembra sempre Natal, pois normalmente este "fiel amigo" nunca falta na maioria das mesas da consoada.
Mas porque é que há-de ser sempre o tradicional bacalhau cozido com legumes a acompanhar?
Porque não uma forma diferente de confeccionar o bacalhau?
Eu e as "mulheres cozinheiras" da minha família (mãe, sogra e cunhada) já decidimos que este ano o bacalhau vai ser confeccionado de forma diferente, para desenjoar do tradicional bacalhau cozido.
Para quem quiser arriscar um bacalhau diferente neste Natal, aqui fica uma proposta...
800gr de bacalhau
1 colher de sopa de azeite
2 dentes de alho picados
200gr de cogumelos frescos
4 gemas
1 colher de sopa de farinha
4dl de leite
2 colheres de sopa de queijo ralado
sal, pimenta e noz moscada

Demolhe e desfie o bacalhau. Leve ao lume um tacho com o azeite e os alhos.
Junte o bacalhau e os cogumelos, previamente picados e deixe cozinhar um pouco.
Numa tigela, envolva as gemas com a farinha e o leite e tempere com sal, pimenta e noz moscada.
Misture este preparado com o bacalhau e leve novamente a lume brando até engrossar.
Coloque numa assadeira, polvilhe com o queijo ralado e leve ao forno até gratinar.
Sirva acompanhado de uma boa salada.

domingo, 19 de dezembro de 2010

"UM NATAL QUE NÃO ESQUECEMOS"

Comprei este livro na passada segunda-feira, na feira do livro que decorria na biblioteca da escola que a minha filha frequenta, pela módica quantia de 8€. Fico sempre desconfiada quando encontro livros baratos, acho que devem ter o preço baixo por serem obras sem interesse.
Mas ainda bem que o que eu penso nem sempre corresponde à realidade: a história é boa e carregada de emoção e leva-nos a reflectir sobre a forma como encaramos a morte.
Uma bela sugestão para quem ainda precise de comprar uma prenda de Natal e mais uma contribuição para a Academia dos Livros.
Da mesma autora de Profundo como o Mar, um romance que deu origem à obra cinematográfica com o mesmo nome, esta narrativa tem uma intensidade humana que por todos os motivos a torna uma leitura de eleição. Com aquela capacidade de empatia com as suas personagens que lhe é peculiar, Jacquelyn Mitchard conta-nos a história de uma família vulgar, pessoas ligadas por laços de amor que, numa simples noite, são afectadas por acontecimentos que inteiramente as ultrapassam, fazendo delas, no espaço de poucas horas, seres que não existiam até então.
Na antevéspera de Natal, Laura e Elliot comemoram mais um aniversário de casamento particularmente feliz, com um jantar romântico. No regresso a casa, o carro sofre uma avaria num túnel de Boston e, enquanto aguardam que os tirem dali, Laura é acometida por uma estranha dor de cabeça...
O que se segue poderia ser melodramático, não fora o estilo da autora, capaz de captar até momentos de inesperado humor. Talvez por dominar assim todos os recursos que põe ao serviço da sua narração, esta história se encontre imbuída de um espírito tão próximo do brilho irisado das paisagens natalícias.
Notas sobre a autora:
Jacquelyn Mitchard é escritora e jornalista e tem colaborado ao longo dos anos com publicações como Milwaukee Journal Sentinel, Parade, Reader’s Digest, Good Housekeeping e Real Simple. Entre os seus bestsellers encontram-se os títulos Profundo como o Mar, A Mais Amada, Um Pai muito Especial, Um Natal Que não Esquecemos e Antes Que Seja Tarde, já publicados em Portugal. Jacquelyn Mitchard vive no Wisconsin com o marido e sete filhos.

sábado, 18 de dezembro de 2010

PANNACOTTA DE CÔCO COM FRUTOS SILVESTRES

Há poucos dias encontrei leite de côco em promoção no supermercado, e comprei três latas por 1,30€. Depois foi tratar de pesquisar receitas onde pudesse usar o leite de côco e deparei-me com esta receita da Anette que me pareceu muito boa, e ainda por cima super fácil de fazer.
A única alteração que fiz, conforme a Anette sugeriu, foi aumentar o número de folhas de gelatina (usei 7 em vez das 5 pedidas na receita) e na decoração acrescentei uns frutos silvestres para ficar mais bonito.
Um doce muito chique para as nossas mesas de Natal...
400ml de leite de côco light
400ml de natas frescas
3/4 chávena de açucar amarelo
7 folhas de gelatina
doce de frutos silvestres q.b.
frutos silvestres para decorar
* a chávena utilizada tem a capacidade de 250ml

Colocar o leite de côco, as natas e o açucar numa panela e cozinhar, mexendo, sem deixar ferver.
Retirar do lume.
Enquanto isso, pôr água numa tigela, colocar as folhas de gelatina de molho e deixar repousar até ficarem moles.
Retirar e juntar ao leite de côco e natas, mexendo bem até se dissolverem.
Despejar para copos ou taças (eu usei uma forma de bolo inglês). Deixar arrefecer um pouco e levar ao frigorífico (fiz o doce de véspera).
Na altura de servir colocar por cima o doce e decorar a gosto com frutos silvestres.
Fácil, económico e muito bom!!!
Vejam agora mais uma ideia engraçada para aproveitarmos materiais que temos em casa.
No reciclar é que está o ganho, certo? Então com um simples copo de iogurte, daqueles em vidro, algumas flores secas e colocando a imaginação a funcionar, fiz uma decoração que alegra qualquer mesa.
Há um ano atrás falei-vos de: Creme de Abóbora com Côco