Um romance bem ao jeito de Nicholas Sparks, mas com algumas partes que para mim foram algo monótonas.
A história gira em volta de duas histórias de amor, uma vivida no passado e a outra a desenvolver-se no momento presente. Confesso que não estava a perceber bem o porquê de o autor estar sempre a narrar um amor do passado, e foi nessas partes - com a personagem Ira - que achei a história um pouco aborrecida.
Mas no final do livro conseguimos perceber de que maneira um romance do passado e um amor do presente se podem entrelaçar.
Embora não tenha sido um dos meus livros preferidos do autor, é de facto um bom livro de leitura fácil.
Quando Sophia Danko conhece Luke, algo dentro dela muda para sempre.
Luke é muito diferente dos homens ricos e privilegiados que a rodeiam.
Através dele, Sophia conhece um mundo mais genuíno e puro do que o seu,
mas também mais implacável. Ela tem uma vida protegida. Ele vive no
limite. À medida que se descobrem e apaixonam, Sophia encara a
possibilidade de um futuro diferente do que tinha imaginado. Um futuro
que Luke tem o poder de reescrever... se o segredo que o atormenta não
os destruir a ambos.
Não muito longe, algures numa estrada escura, um desconhecido está em
apuros. Ira Levinson tem 90 anos e acabou de sofrer um acidente de
carro. Ao tentar manter-se consciente, Ira sente a presença de Ruth, a
sua mulher que morreu há 9 anos, materializar-se a seu lado. Ela
encoraja-o a lutar pela vida, relembrando a história de amor que os
uniu. Ira sabe que Ruth não pode estar no carro com ele mas agarra-se às
suas delicadas memórias, revivendo as tristezas e alegrias que
definiram a sua paixão.
Ira e Ruth. Sophia e Luke. Dois casais com pouco em comum, cujas vidas
vão cruzar-se com uma intensidade inesperada nesta celebração do poder
do amor e da memória.
Uma viagem extraordinária aos limites mais profundos do coração humano pela mão de Nicholas Sparks.
Notas sobre o autor:
Nicholas Sparks nasceu em 1965 em Omaha, Nebraska. Cresceu em Fair Oaks
na Califórnia e vive actualmente na Carolina do Norte com a família. Foi
durante algum tempo delegado de informação médica até que Theresa Park,
agente literária, decidiu começar a representá-lo, vendendo os direitos
do seu primeiro romance O Diário da Nossa Paixão (The Notebook)
à Warner Books. O sucesso foi imediato e a obra permaneceu durante 56
semanas consecutivas nos tops americanos. Seguiram-se livros como As Palavras que Nunca te Direi (Message in a Bottle) e Um Momento Inesquecível (A Walk to Remember), Corações em Silêncio (The Rescue)
também eles sucessos editoriais de grandes proporções, tendo o primeiro
sido adaptado para versão cinematográfica pelo próprio autor.
Considerado o golden boy da ficção comercial americana é um autor
consagrado internacionalmente pelo público.
segunda-feira, 24 de junho de 2019
terça-feira, 18 de junho de 2019
BOLO DE CENOURA
Um bolo delicioso, daqueles a que ninguém resiste na hora do lanche, com um belo cházinho a acompanhar.
A receita é da página Mundo de Receitas Bimby mas fiz algumas alterações para adaptar ao estilo Paleo. Estava algo receosa que não ficasse bem, mas o resultado final foi muito bom, um bolo húmido e com um agradável sabor a cenoura, tal como era esperado...
250gr de cenoura
50gr de miolo de amêndoa
4 ovos
1 iogurte grego
50gr de azeite
180gr de açucar de coco
220gr de farinha de mandioca
1 colher de sopa de fermento de padeiro
1 colher de chá de canela
Pré-aqueça o forno a 180º. Unte uma forma de coroa com manteiga e polvilhe com farinha de mandioca. Reserve.
Coloque no copo a cenoura e o miolo de amêndoa e rale 15 segundos, velocidade 9.
Adicione os ovos, o azeite, o iogurte e o açucar e programe 1 minuto, velocidade 6.
Adicione a farinha de mandioca, o fermento e a canela e envolva 15 segundos, velocidade 3.
Deite o preparado na forma e leve ao forno por cerca de 40 minutos.
Retire do forno, espere que arrefeça e sirva.
A receita é da página Mundo de Receitas Bimby mas fiz algumas alterações para adaptar ao estilo Paleo. Estava algo receosa que não ficasse bem, mas o resultado final foi muito bom, um bolo húmido e com um agradável sabor a cenoura, tal como era esperado...
250gr de cenoura
50gr de miolo de amêndoa
4 ovos
1 iogurte grego
50gr de azeite
180gr de açucar de coco
220gr de farinha de mandioca
1 colher de sopa de fermento de padeiro
1 colher de chá de canela
Pré-aqueça o forno a 180º. Unte uma forma de coroa com manteiga e polvilhe com farinha de mandioca. Reserve.
Coloque no copo a cenoura e o miolo de amêndoa e rale 15 segundos, velocidade 9.
Adicione os ovos, o azeite, o iogurte e o açucar e programe 1 minuto, velocidade 6.
Adicione a farinha de mandioca, o fermento e a canela e envolva 15 segundos, velocidade 3.
Deite o preparado na forma e leve ao forno por cerca de 40 minutos.
Retire do forno, espere que arrefeça e sirva.
quinta-feira, 6 de junho de 2019
"O SOL DA MEIA-NOITE"
Este livro foi a minha estreia do autor, embora tenha em casa mais obras de Jo Nesbo para ler. Não posso dizer que tenha ficado maravilhada... fiquei antes curiosa para ler outros livros, pois a escrita é acessível e prende a nossa atenção.
A história fala de um "pseudo-criminoso" que está em fuga e que procura refúgio num sítio distante, onde pensa que não levantará suspeitas e que ninguém irá reparar nele.
Mas "O Pescador", a pessoa que o procura, tem meios para descobrir quem quer que se queira esconder ou fugir dele.
Uma história intrigante e carregada de emoção!
Jon sai do autocarro a meio da noite, num canto inóspito da Noruega, algures no planalto de Finnmark, tão a norte que o Sol nunca se põe. É ali que espera poder refugiar-se, junto do povo da Lapónia, até traçar uma estratégia para escapar ao Pescador. Até àquele momento, limitara-se a improvisar, pois temia que qualquer plano fosse descortinado pelo seu perseguidor.
Mas não duvida de que, mais cedo ou mais tarde, o encontrarão.
Escondido numa cabana no meio da floresta, tudo o que separa Jon do seu destino é Lea e o filho, Knut. Lea ofereceu-lhe uma arma para se defender, uma cabana onde dormir e, mais importante do que isso, uma razão pela qual lutar contra o seu fatal destino. Mas à medida que o tempo passa, Jon percebe que os homens do Pescador se aproximam e é urgente encontrar uma saída.
Como diz um dos capangas do chefe da máfia: «O Pescador nunca desiste de procurar quem lhe deve dinheiro enquanto não vir o cadáver. Nunca. E o Pescador encontra sempre o que procura. Tu e eu podemos não saber como, mas ele sabe. Sempre. É por isso que lhe chamam Pescador.»
Uma narrativa ímpar, com a mesma genialidade, mas muito diferente daquelas a que Jo Nesbø nos habituou, não só pela história em si como pelo cenário em que se desenrola, o planalto de Finnmark, que como refere o autor: «é um território desconhecido até para os noruegueses.»
Notas sobre o autor:
Jo Nesbø tem um nome que termina com uma letra que nem sequer existe no nosso alfabeto. Pronuncia-se como o Ö alemão - ou, como explica o autor, «tal e qual como Peter Sellers diz "bomb" no filme da Pantera Cor-de-Rosa». Jo Nesbø nasceu em 1960. Só começou a escrever aos 37 anos. Leu - os favoritos são Hemingway e Nabokov -, jogou futebol com ambições profissionais (mas os ligamentos dos joelhos não o acompanharam), foi guitarrista num grupo rock . Tornou-se um autor em ascensão há dez anos; as suas histórias com Harry Hole são multipremiadas, e é a grande vedeta dos autores escandinavos, um dos mais talentosos e bem sucedidos escritores europeus. Em suma: altamente recomendado.
A história fala de um "pseudo-criminoso" que está em fuga e que procura refúgio num sítio distante, onde pensa que não levantará suspeitas e que ninguém irá reparar nele.
Mas "O Pescador", a pessoa que o procura, tem meios para descobrir quem quer que se queira esconder ou fugir dele.
Uma história intrigante e carregada de emoção!
Jon sai do autocarro a meio da noite, num canto inóspito da Noruega, algures no planalto de Finnmark, tão a norte que o Sol nunca se põe. É ali que espera poder refugiar-se, junto do povo da Lapónia, até traçar uma estratégia para escapar ao Pescador. Até àquele momento, limitara-se a improvisar, pois temia que qualquer plano fosse descortinado pelo seu perseguidor.
Mas não duvida de que, mais cedo ou mais tarde, o encontrarão.
Escondido numa cabana no meio da floresta, tudo o que separa Jon do seu destino é Lea e o filho, Knut. Lea ofereceu-lhe uma arma para se defender, uma cabana onde dormir e, mais importante do que isso, uma razão pela qual lutar contra o seu fatal destino. Mas à medida que o tempo passa, Jon percebe que os homens do Pescador se aproximam e é urgente encontrar uma saída.
Como diz um dos capangas do chefe da máfia: «O Pescador nunca desiste de procurar quem lhe deve dinheiro enquanto não vir o cadáver. Nunca. E o Pescador encontra sempre o que procura. Tu e eu podemos não saber como, mas ele sabe. Sempre. É por isso que lhe chamam Pescador.»
Uma narrativa ímpar, com a mesma genialidade, mas muito diferente daquelas a que Jo Nesbø nos habituou, não só pela história em si como pelo cenário em que se desenrola, o planalto de Finnmark, que como refere o autor: «é um território desconhecido até para os noruegueses.»
Notas sobre o autor:
Jo Nesbø tem um nome que termina com uma letra que nem sequer existe no nosso alfabeto. Pronuncia-se como o Ö alemão - ou, como explica o autor, «tal e qual como Peter Sellers diz "bomb" no filme da Pantera Cor-de-Rosa». Jo Nesbø nasceu em 1960. Só começou a escrever aos 37 anos. Leu - os favoritos são Hemingway e Nabokov -, jogou futebol com ambições profissionais (mas os ligamentos dos joelhos não o acompanharam), foi guitarrista num grupo rock . Tornou-se um autor em ascensão há dez anos; as suas histórias com Harry Hole são multipremiadas, e é a grande vedeta dos autores escandinavos, um dos mais talentosos e bem sucedidos escritores europeus. Em suma: altamente recomendado.
terça-feira, 4 de junho de 2019
PÃEZINHOS DE BETERRABA
Já há bastante tempo que andava com vontade de experimentar estes pãezinhos, pois ficam com uma cor linda... e só vos digo que o sabor e a textura são uma maravilha.
Confesso que não sou grande fã de beterraba, mas estava muito curiosa com estes pães, e garanto que não será a última vez que os faço, pois foram aprovados por todos cá em casa.
A receita é do blog da Mamã Paleo e é muito simples e rápida de confeccionar.
250gr de beterraba cozida
50ml de água morna
30ml de azeite
70gr de linhaça moída
60gr de polvilho azedo
60gr de farinha de trigo sarraceno
50gr de farinha de coco
1 colher de café de vinagre de cidra
1 colher de chá de fermento para bolos
sal q.b.
1 colher de chá de psyllium husk em pó
1 colher de sopa de sementes de chia
Coloque a beterraba, a água, o vinagre, o sal e o azeite num recipiente e triture tudo até obter um puré.
Adicione os restantes ingredientes e mexa muito bem.
Molde 6 a 8 bolas e coloque num tabuleiro forrado com papel de forno. Se for necessário pode usar polvilho doce para ajudar a moldar (no meu caso não foi necessário, moldee muito bem assim).
Leve ao forno pré-aquecido a 180º durante 35 minutos.
Retire, coloque sobre uma grelha e deixe arrefecer antes de partir.
Confesso que não sou grande fã de beterraba, mas estava muito curiosa com estes pães, e garanto que não será a última vez que os faço, pois foram aprovados por todos cá em casa.
A receita é do blog da Mamã Paleo e é muito simples e rápida de confeccionar.
250gr de beterraba cozida
50ml de água morna
30ml de azeite
70gr de linhaça moída
60gr de polvilho azedo
60gr de farinha de trigo sarraceno
50gr de farinha de coco
1 colher de café de vinagre de cidra
1 colher de chá de fermento para bolos
sal q.b.
1 colher de chá de psyllium husk em pó
1 colher de sopa de sementes de chia
Coloque a beterraba, a água, o vinagre, o sal e o azeite num recipiente e triture tudo até obter um puré.
Adicione os restantes ingredientes e mexa muito bem.
Molde 6 a 8 bolas e coloque num tabuleiro forrado com papel de forno. Se for necessário pode usar polvilho doce para ajudar a moldar (no meu caso não foi necessário, moldee muito bem assim).
Leve ao forno pré-aquecido a 180º durante 35 minutos.
Retire, coloque sobre uma grelha e deixe arrefecer antes de partir.
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Pães e similares,
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Receitas emprestada
domingo, 2 de junho de 2019
"EM NOME DO AMOR"
Há pessoas que nasceram mesmo com um dom para a escrita e Lesley Pearse é uma delas.
Uma vez mais as personagens femininas abundam no livro, tendo um papel de destaque, sendo que a autora desta vez resolveu abordar um tema controverso mas cada vez mais constante nos nossos dias - as mulheres vítimas de violência doméstica.
As personagens são envolventes, a história está bem estruturada e só o que me deixou pena foi o facto do livro ser mais pequeno do que os livros que habitualmente são publicados pela mão desta autora.
Recomendo este livro em qualquer idade e a todas as pessoas.
Notas sobre a autora:
Uma vez mais as personagens femininas abundam no livro, tendo um papel de destaque, sendo que a autora desta vez resolveu abordar um tema controverso mas cada vez mais constante nos nossos dias - as mulheres vítimas de violência doméstica.
As personagens são envolventes, a história está bem estruturada e só o que me deixou pena foi o facto do livro ser mais pequeno do que os livros que habitualmente são publicados pela mão desta autora.
Recomendo este livro em qualquer idade e a todas as pessoas.
Katy
Speed tem 23 anos e o sonho de viver em Londres, longe da pequena
cidade de Bexhill-On-Sea e do temperamento difícil da mãe.
Enquanto não consegue escapar, acompanha avidamente a vida de Gloria Reynolds, a simpática e glamorosa vizinha da frente. Para Katy, entediada com a pacatez do seu dia a dia, as estranhas movimentações na casa de Gloria são um alimento para a imaginação...
Quem serão as mulheres que a visitam ao sábado num carro preto? E porque é que por vezes vêm acompanhadas de crianças? O certo é que essas atividades suspeitas provocam algum desconforto na comunidade. Uma noite, porém, um incêndio devastador vai por fim a tudo isso… e também à vida de Gloria e da filha. Depressa se torna evidente que se tratou de fogo posto, uma notícia chocante para todos mas principalmente para Katy, pois o principal suspeito é o seu pai.
Ela sabe que ele é inocente.
E vai fazer tudo para o provar... nem que para isso tenha de arriscar a própria vida.
Romance de amor e história de coragem, Em Nome do Amor é uma incursão perturbante ao lado negro das relações humanas. No magnífico retrato de uma época já distante, a autora bestseller trata com profundidade e coragem temas tremendamente relevantes ainda nos dias de hoje.
Enquanto não consegue escapar, acompanha avidamente a vida de Gloria Reynolds, a simpática e glamorosa vizinha da frente. Para Katy, entediada com a pacatez do seu dia a dia, as estranhas movimentações na casa de Gloria são um alimento para a imaginação...
Quem serão as mulheres que a visitam ao sábado num carro preto? E porque é que por vezes vêm acompanhadas de crianças? O certo é que essas atividades suspeitas provocam algum desconforto na comunidade. Uma noite, porém, um incêndio devastador vai por fim a tudo isso… e também à vida de Gloria e da filha. Depressa se torna evidente que se tratou de fogo posto, uma notícia chocante para todos mas principalmente para Katy, pois o principal suspeito é o seu pai.
Ela sabe que ele é inocente.
E vai fazer tudo para o provar... nem que para isso tenha de arriscar a própria vida.
Romance de amor e história de coragem, Em Nome do Amor é uma incursão perturbante ao lado negro das relações humanas. No magnífico retrato de uma época já distante, a autora bestseller trata com profundidade e coragem temas tremendamente relevantes ainda nos dias de hoje.
Notas sobre a autora:
Lesley
Pearse é uma das escritoras preferidas do público português, autora de
uma vasta obra já traduzida para mais de trinta línguas, tendo vendido
cerca de três milhões de exemplares. A própria vida da escritora é uma
grande fonte de material para os seus romances, quer esteja a escrever
sobre a dor do primeiro amor, crianças indesejadas e maltratadas,
adopção, rejeição, pobreza ou vingança, uma vez que conheceu tudo isso
em primeira mão. Ela é uma lutadora, e a estabilidade e o sucesso que
atingiu na vida deve-os à escrita.
Com o apoio da editora Penguin, criou o Women of Courage Award para distinguir mulheres comuns dotadas de uma coragem extraordinária.
sábado, 25 de maio de 2019
"JOGOS CRUÉIS"
Quanto mais leio Jodi Picoult mais me apaixono pela escrita desta autora. Este é, uma vez mais um livro fantástico, que nos consegue prender da primeira à última página... e na última página, ou melhor, na última frase, é feita uma revelação deveras surpreendente.
Poderá um homem ser condenado injustamente? E passado algum tempo, se for acusado do mesmo crime, conseguirá provar a sua inocência? Ou alguém que seja um dia condenado por um crime que nem cometeu, fica com esse "estigma" gravado em si, como uma tatuagem?
As personagens são envolventes e algumas delas verdadeiramente enervantes.
Adorei este livro, recomendo vivamente a sua leitura!
Vitima ou suspeito? O homem que ama é acusado de violação. E não é a primeira vez.
O juiz repetiu,: «Admite que teve conscientemente contato sexual com Catherine Marsh para satisfazer os seus próprios desejos» «Sim, Meritíssimo», respondeu Jack com uma voz que continuava a não ser a dele.
Jack St Bride, um bonito rapaz de trinta e um anos que acaba de cumprir pena por um crime sexual que não cometeu contra uma adolescente, decidiu refazer a vida na primeira cidade onde o seu instinto lhe disse para parar. Mas o passado não se apaga tão facilmente quanto queremos. Em Salem Falls, cidade maldita onde, em 1692, as famosas bruxas com o mesmo nome foram perseguidas... o destino tem reservado para Jack um desafio cruel.
Notas sobre a autora:
Jodi Picoult nasceu e cresceu em Long Island. Estudou Inglês e Escrita Criativa na Universidade de Princeton e publicou dois contos na revista Seventeen enquanto ainda era estudante. O seu espírito realista e a necessidade de pagar a renda levaram-na a ter uma série de empregos diferentes depois de se formar: trabalhou numa corretora e numa editora, foi copywriter numa agência de publicidade e foi professora de inglês. Em 2003, foi galardoada com o New England Bookseller Award for Fiction e a esta consagração muitas outras se seguiram. Com mais de catorze milhões de exemplares vendidos, está traduzida em 34 idiomas.
Poderá um homem ser condenado injustamente? E passado algum tempo, se for acusado do mesmo crime, conseguirá provar a sua inocência? Ou alguém que seja um dia condenado por um crime que nem cometeu, fica com esse "estigma" gravado em si, como uma tatuagem?
As personagens são envolventes e algumas delas verdadeiramente enervantes.
Adorei este livro, recomendo vivamente a sua leitura!
Vitima ou suspeito? O homem que ama é acusado de violação. E não é a primeira vez.
O juiz repetiu,: «Admite que teve conscientemente contato sexual com Catherine Marsh para satisfazer os seus próprios desejos» «Sim, Meritíssimo», respondeu Jack com uma voz que continuava a não ser a dele.
Jack St Bride, um bonito rapaz de trinta e um anos que acaba de cumprir pena por um crime sexual que não cometeu contra uma adolescente, decidiu refazer a vida na primeira cidade onde o seu instinto lhe disse para parar. Mas o passado não se apaga tão facilmente quanto queremos. Em Salem Falls, cidade maldita onde, em 1692, as famosas bruxas com o mesmo nome foram perseguidas... o destino tem reservado para Jack um desafio cruel.
Notas sobre a autora:
Jodi Picoult nasceu e cresceu em Long Island. Estudou Inglês e Escrita Criativa na Universidade de Princeton e publicou dois contos na revista Seventeen enquanto ainda era estudante. O seu espírito realista e a necessidade de pagar a renda levaram-na a ter uma série de empregos diferentes depois de se formar: trabalhou numa corretora e numa editora, foi copywriter numa agência de publicidade e foi professora de inglês. Em 2003, foi galardoada com o New England Bookseller Award for Fiction e a esta consagração muitas outras se seguiram. Com mais de catorze milhões de exemplares vendidos, está traduzida em 34 idiomas.
quinta-feira, 23 de maio de 2019
CREPES VERDES COM RECHEIO DE LEGUMES
Confesso que sou apaixonada por "comidas verdes" em que se possam misturar outras paletes de cores, pois acho que um prato colorido fica muito mais apelativo e é saboreado com mais alegria.
Estes crepes podem também ser uma excelente alternativa para fazer com que as crianças comam espinafres (ingrediente quase sempre odiado pelos mais pequenos), pois facilmente se podem chamar de "Crepes Shrek" ou "Crepes Hulk", ou que a vossa imaginação ditar...
Os meus foram recheados com legumes, mas o recheio pode variar ao gosto de cada um.
Crepes:
180gr de folhas de espinafres
180gr de flocos de aveia
2 ovos
100ml de água
uma pitada de sal + uma pitada de oregãos
Recheio:
Mistura de legumes a gosto cortados em tirinhas
cubos de bacon
azeite, alho, sal, pimenta e curcuma q.b.
Colocar todos os ingredientes da massa no copo da Bimby e triturar 1 minuto, velocidade 9.
Aquecer bem uma frigideira anti-aderente, untar levemente com azeite e fazer os crepes, deixando cozinhar em lume médio (a quantidade de crepes depende da espessura com que fizerem os mesmos).
Saltear numa frigideira à parte o alho e a cebola picadinhos num pouco de azeite. Juntar os cubos de bacon, deixar alourar um pouco e adicionar os legumes, temperando com sal, pimenta e curcuma e deixando saltear a seu gosto.
Rechear os crepes com a mistura de legumes, sendo que podem ser servidos quentes ou frios.
Dica: se sobrarem crepes pode congelar, colocando um quadrado de papel vegetal entre cada um.
Estes crepes podem também ser uma excelente alternativa para fazer com que as crianças comam espinafres (ingrediente quase sempre odiado pelos mais pequenos), pois facilmente se podem chamar de "Crepes Shrek" ou "Crepes Hulk", ou que a vossa imaginação ditar...
Os meus foram recheados com legumes, mas o recheio pode variar ao gosto de cada um.
Crepes:
180gr de folhas de espinafres
180gr de flocos de aveia
2 ovos
100ml de água
uma pitada de sal + uma pitada de oregãos
Recheio:
Mistura de legumes a gosto cortados em tirinhas
cubos de bacon
azeite, alho, sal, pimenta e curcuma q.b.
Colocar todos os ingredientes da massa no copo da Bimby e triturar 1 minuto, velocidade 9.
Aquecer bem uma frigideira anti-aderente, untar levemente com azeite e fazer os crepes, deixando cozinhar em lume médio (a quantidade de crepes depende da espessura com que fizerem os mesmos).
Saltear numa frigideira à parte o alho e a cebola picadinhos num pouco de azeite. Juntar os cubos de bacon, deixar alourar um pouco e adicionar os legumes, temperando com sal, pimenta e curcuma e deixando saltear a seu gosto.
Rechear os crepes com a mistura de legumes, sendo que podem ser servidos quentes ou frios.
Dica: se sobrarem crepes pode congelar, colocando um quadrado de papel vegetal entre cada um.
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segunda-feira, 6 de maio de 2019
"MORRER DUAS VEZES"
Livro de Tess Gerritsen nunca me consegue desiludir, e este não foi excepção.
Uma vez mais a dupla Rizzoli e Isles trabalham lado a lado numa investigação com um toque algo "selvagem", pois as vítimas aparentemente foram mortas por animais selvagens - felinos de grande porte...
Mas será que foram mesmo? A história transporta-nos a um safari pela selva, ocorrido há muitos anos atrás e ao longo da leitura é fascinante perceber como pormenores do passado e do presente se encontram tão interligados.
No final do livro resta-me uma pergunta: para quando o lançamento do próximo livro da autora???
Notas sobre a autora:
De ascendência chinesa, Tess Gerritsen cresceu nos EUA e formou-se em Medicina na Universidade da Califórnia. Após o nascimento dos filhos, começou a escrever ficção, e em 1987 publicou o seu primeiro romance. Em 1996 publicou o seu primeiro thriller médico, Harvest, a que se seguiu este O Cirurgião e O Aprendiz, entre outros, protagonizados pela detective Jane Rizzoli. Com o sucesso alcançado, a autora desistiu da carreira em Medicina e dedicou-se à escrita a tempo inteiro. A sua obra está traduzida em mais de 30 línguas e já vendeu mais de 20 milhões de exemplares em todo o mundo.
Uma vez mais a dupla Rizzoli e Isles trabalham lado a lado numa investigação com um toque algo "selvagem", pois as vítimas aparentemente foram mortas por animais selvagens - felinos de grande porte...
Mas será que foram mesmo? A história transporta-nos a um safari pela selva, ocorrido há muitos anos atrás e ao longo da leitura é fascinante perceber como pormenores do passado e do presente se encontram tão interligados.
No final do livro resta-me uma pergunta: para quando o lançamento do próximo livro da autora???
Boston.
Um carteiro olha para a janela de uma casa e vê um cão com um dedo
humano na boca. Quando a detetive Jane Rizzoli e a médica-legista Maura
Isles são chamadas à cena do crime, encontram uma morte digna do mais
feroz animal da savana.
Botsuana.
Um safari de sonho transforma-se num pesadelo. Sem contacto com o mundo
exterior, e apenas um guia armado como proteção, o grupo aterrorizado
tinha esperança de ser salvo antes que os seus piores temores - ou os
animais selvagens que os rodeavam - pudessem liquidá-los. Mas o predador
não é nenhum animal de quatro patas.
Seis anos depois, Jane tem de convencer a única sobrevivente do massacre a enfrentar a morte. Pela segunda vez.
De ascendência chinesa, Tess Gerritsen cresceu nos EUA e formou-se em Medicina na Universidade da Califórnia. Após o nascimento dos filhos, começou a escrever ficção, e em 1987 publicou o seu primeiro romance. Em 1996 publicou o seu primeiro thriller médico, Harvest, a que se seguiu este O Cirurgião e O Aprendiz, entre outros, protagonizados pela detective Jane Rizzoli. Com o sucesso alcançado, a autora desistiu da carreira em Medicina e dedicou-se à escrita a tempo inteiro. A sua obra está traduzida em mais de 30 línguas e já vendeu mais de 20 milhões de exemplares em todo o mundo.
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