Sugestões para oferecer ou para ler...


sexta-feira, 31 de maio de 2013

"ESC@NDALO"

Um livro que narra a história de amor proibido entre dois adolescentes e em que várias vezes me deu vontade de "torcer o pescoço" ao pai da protagonista, pois retrata perfeitamente a imagem do homem que, pelo simples facto de ter uma conta bancária recheada, acha que pode mandar no mundo e no destino de quem o rodeia.
Amelia - a protagonista - podia ter um papel mais activo na história, ao invés de ficar fechada em casa enquanto o namorado é acusado e preso... O final do livro é o esperado: tudo está bem quando acaba bem.
Em resumo, uma leitura leve, ideal para levar para a praia.
Em "Esc@ndalo", Therese Fowler dá-nos a sua mais cativante história, até à data - uma história que poderia ter sido arrancada dos cabeçalhos dos jornais, sobre o ardente amor entre jovens e um pesadelo legal que ameaça destruir as duas famílias.
O controlador pai de Amelia Wilkes não permite que ela namore, mas isso não impede a talentosa finalista do liceu de manter um romance com o colega Anthony Winter. Desesperadamente apaixonados, os dois sonham com uma vida em conjunto e planeiam contar aos pais de Amelia apenas quando ela fizer dezoito anos e se tornar, legalmente, adulta. A mãe de Anthony, Kim, que lecciona na escola que ambos frequentam, sabe - e guarda - o segredo que os une. Mas a paixão deles é exposta mais cedo do que planeavam. O pai de Amelia, Harlan, fica chocado e furioso ao encontrar fotografias de Anthony, nu, no computador da filha. Meras horas depois Anthony é preso.
Apesar dos veementes protestos de Amelia, Harlan usa a sua fortuna e influência, junto das autoridades e media locais para passar a imagem que Anthony é um predador sexual que se aproveitou da sua filha. Encabeçada por um procurador demasiado zeloso e ansioso em tornar o caso numa cruzada pública contra o fenómeno do "sexting", a investigação depressa dá uma reviravolta perturbante e alarmante.
Quando os acontecimentos começam a espiralar fora de controlo e o caso toma uma dimensão nacional, Amelia e Anthony arriscam tudo numa ousada e perigosa tentativa de limpar os seus nomes e terminar com a loucura em que tudo aquilo se tornou.
Notas sobre a autora:
Therese Fowler é autora de Souvenir e Reunion. Trabalhou no Civil Service, foi gerente de uma loja de roupa, viveu nas Filipinas, foi mãe, vendeu imóveis, tirou um mestrado em Sociologia, vendeu carros usados, regressou à escola onde tirou uma especialização em escrita criativa, e ensinou universitários sobre literatura e escrita de ficção - mais ou menos por esta ordem. Os seus livros foram publicados em nove línguas e vendidos um pouco por todo o mundo, agora Fowler escreve a tempo inteiro, na sua casa em Wake Forest, na Carolina do Norte, que partilha com o marido, quatro amáveis gatos e quatro filhos, quase adultos.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

CARAPAUS ASSADOS NO FORNO

Peixe é das opções mais saudáveis que há para a nossa alimentação... e já nem vale a pena dar a desculpa das espinhas, pois hoje em dia podemos comprá-lo em forma de filetes, medalhões, etc, que faz com que seja apenas e só polpa.
A sugestão para hoje passa por uns carapaus assados no forno, para variar dos tradicionais carapaus grelhados... sim, porque o tempo continua frio e nem apetece comer os grelhados ao ar livre, como é costume nesta altura do ano.
Inspirada numa receita que vi no site Sabor Intenso saíu este belo jantar.
3 carapaus grandes arranjados e sem cabeça
1kg de batatas
150ml de azeite
1 cebola grande
4 dentes de alho
2 folhas de louro
1/2 pimento verde cortado em tiras
1 lata de tomate pelado
salsa picada q.b.
1 colher de sopa de margarina
400ml de vinho branco
sumo de limão, sal e pimenta q.b.

Dê uns golpes no lombo dos carapaus e tempere com sal, pimenta e sumo de limão. Reserve por cerca de 2 horas.
Num tacho leve ao lume metade do azeite, a cebola e os alhos picados, o louro e o pimento, mexendo e deixando refogar um pouco, mas sem deixar alourar muito. Junte o tomate pelado, a salsa picada e o vinho branco. Mexa e logo que comece a ferver apague o lume.
Noutro tacho leve ao lume o restante azeite e junte as batatas, previamente descascadas e cortadas em gomos, temperando com sal e pimenta. Mexa e deixe alourar cerca de 10 minutos.
Com uma escumadeira retire o refogado do caldo e coloque no fundo de um tabuleiro. Por cima coloque os carapaus e em volta as batatas salteadas. Regue tudo com o caldo do refogado e coloque uma nozinha de margarina em cima de cada carapau.
Leve ao forno, pré-aquecido a 180º, durante cerca de 40 minutos, sendo que a meio do tempo deve virar-se os carapaus com cuidado, para não se partirem,
Convém ir vigiando, de modo a que o peixe não fique muito seco.
Retire do forno e acompanhe com uma salada ou legumes à escolha.

terça-feira, 28 de maio de 2013

IOGURTE LÍQUIDO DE LIMÃO E CANELA

Desde que tenho a Mycook cada vez mais opto por fazer iogurtes em casa, pois além de sair muito mais em conta, são uma opção mais saudável e dá para fazer uma variedade enorme de sabores.
Desta vez a receita veio directamente do blog da Gasparzinha e só vos digo que estes iogurtes líquidos foram dos melhores que já fiz até hoje.
1l de leite
casca de 1 limão
1 pau de canela
80gr de açucar amarelo
1 colher de sopa de iogurte natural

Coloque no copo o leite, a casca do limão e o pau de canela e programe 10 minutos, 90º, velocidade 2. Deixe arrefecer até atingir 50º.
Retire a casca do limão e o pau de canela. Junte o açucar e o iogurte e programe 15 segundos, velocidade 3. Retire o jarro, mantenha tapado e embrulhe numa manta polar, de modo a ficar bem abafado. Deixe fermentar durante 8 horas.
Depois desse tempo coloque novamente o copo na máquina e misture 15 segundos, velocidade 5.
Deite em garrafas de vidro e conserve no frigorífico. Sirva bem fresco.
Para o pequeno-almoço ou lanche é do melhor que há!

sábado, 25 de maio de 2013

"SEGUNDA CAMPA À ESQUERDA"

O primeiro livro que li desta autora foi "Primeira Campa à Direita" e gostei muito. Este vem no seguimento da história e gostei mais ainda, talvez por já estar familiarizada com as personagens.
Um policial cheio de mistério, com um toque de fantasia e uma boa dose de humor, fazem com que seja uma leitura deliciosa e divertida.
Aguardo ansiosamente pelo 3º livro desta série...

Se se dá com os mortos, a sua vida pode tornar-se muito complicada. Veja o exemplo de Charley Davidson, detective privada a tempo parcial e ceifeira negra a tempo inteiro. Complicada e o seu segundo nome.

Quando Charley e Cookie têm de descobrir uma mulher desaparecida, o caso não é tão evidente como parecia. Enquanto isso, Reyes Alexander Farrow, filho de Satã, abandonou o corpo e anda a assombrar Charley. Fê-lo por estar a ser torturado por demónios que querem atrair Charley. Mas Reyes tem de os impedir. Se os demónios apanham Charley, obtêm uma entrada para o paraíso. E se o conseguirem... bem, digamos que isso não vai ser bonito de se ver.
Será que Charley aguenta noites agitadas com Reyes e dias ainda mais agitados com a investigação de uma mulher desaparecida? E haverá doses de café e chocolate suficientes para ela aguentar tudo isto?
Eis a tabuleta que conduz a uma leitura hilariante e sexy: Segunda Campa à Esquerda.
Notas sobre a autora:
Darynda Jones foi a vencedora do Prémio Golden Heart de 2009 para Melhor Romance Paranormal pela obra Primeira Campa à Direita.
Darynda não se lembra de não escrever. Vive no Novo México com o marido e os dois filhos.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

COMPOTA DE KIWI

Cada vez gosto mais de fazer doces e compotas em casa, pois desta forma sei sempre que a fruta utilizada tem qualidade e não se faz uso de corantes nem conservantes.
Desde que tenho a Mycook fazer doces tornou-se ainda mais fácil e divertido, pois basta colocar tudo no copo e deixar que a máquina trabalhe por mim.
Aqui fica esta receita muito simples e rápida de confeccionar.

700gr de kiwis (peso depois de descascados)
200gr de açucar branco
250gr de açucar amarelo
1 colher de café de sumo de limão

Cortar os kiwis em pedaços e colocá-los no copo, juntamente com o açucar branco e o açucar amarelo. Triturar 10 segundos na velocidade 5.
Juntar o sumo de limão e programar 30 minutos, 100º, velocidade 2.
Se achar que o doce está muito líquido programar mais 10 minutos, 100º velocidade 2, sem o copinho da tampa.
Quando finalizar colocar em frascos herméticos.
Servir com bolachas ou tostas ou usar em recheio de bolos.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

"O CONFESSOR"

Já tinha ouvido críticas muito positivas sobre este autor, há até quem diga que se pode equiparar a Dan Brown, mas na minha opinião fica muito longe... o livro é interessante mas tem, quanto a mim, um número excessivo de personagens, parte delas eram perfeitamente dispensáveis, pois em certos pontos chegamos a ficar confusos com tantos nomes.
O final da história é bom, passado num verdadeiro ambiente de filme policial, com algum mistério e suspense à mistura.
Gostei do autor e vou com certeza ler outros livros dele, mas decididamente não ficou sendo um dos meus preferidos.




Gabriel Alon, restaurador de arte, tenta esquecer o seu passado nos serviços secretos. Mas Benjamin Stern, seu amigo, um professor que se tornou muito conhecido com o seu trabalho sobre o Holocausto, é assassinado em Munique. Allon volta a ser chamado.
A Polícia alemã parece certa de que Stern foi morto por extremistas de direita. Allon duvida. Sobretudo porque desapareceu tudo o que fazia parte da investigação de Stern para o livro que estava a escrever.
Entretanto, o novo papa, em Roma, passeia pelo jardim enquanto reflecte num plano perigoso que tenciona accionar. Se for bem sucedido, revolucionará a Igreja. Mas se falhar, poderá destruí-la.
Os destinos destes dois homens vão cruzar-se. Segredos há muito enterrados, feitos impensáveis, virão à superfície. E a vida de ambos irá alterar-se irremediavelmente.
Notas sobre o autor:
Daniel Silva foi jornalista, tendo trabalhado para a UPI, primeiro em Washington e depois como correspondente para o Médio Oriente, no Cairo; nesse período, cobriu diversos conflitos políticos e a guerra Irão-Iraque. Conheceu a sua mulher, correspondente da NBC, e regressaram aos Estados Unidos da América, onde Daniel Silva esteve na CNN, como produtor , durante vários anos. Foi o responsável por alguns programas muito populares, como Crossfire, The International Hour e The World Today, entre outros.
Em 1997, algum tempo depois do êxito do seu primeiro livro, The Unlikely Spy, Daniel Silva resolveu dedicar-se por completo à escrita. É autor dos best-sellers mundiais The Mark of the Assassin, The Marching Season, The Kill Artist e The English Assasin. O Washington Post coloca-o "entre os melhores jovens autores de literatura de espionagem norte-americanos" e é com frequência comparado a Graham Greene e John Le Carré. Vive em Washington D.C., com a mulher e os dois filhos.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

PÃO RÚSTICO DE IOGURTE NATURAL

Não há nada melhor do que o cheiro de pão quente a sair do forno, e não é preciso ir á padaria da esquina para poder sentir esse aroma delicioso.
Hoje em dia há uma série de receitas de pão muito fáceis de confeccionar, tal como esta que "roubei" do blog Foodwithameaning, e se tivermos a ajuda de um robot de cozinha como a Mycook, a receita torna-se ainda mais simples de confeccionar.
Tomem o vosso lugar à mesa, pois o pão está quase, quase a sair do forno!
500gr de farinha de trigo tipo 65
2 iogurtes naturais + o restante peso em água até prefazer 300ml
2 colheres de sopa de açucar
1 colher de chá de sal
5gr de Fermipan

Colocar no copo o iogurte, a água e o fermento. Programar 30 graus, 1 minuto, velocidade 3.
Adicionar os restantes ingredientes e marcar 2 minutos na velocidade Amassar.
Deixar a massa levedar num tupperware fechado.
Quando tiver duplicado de volume, colocar numa superfície enfarinhada e moldar de modo a que fique com um aspecto rústico. Polvilhar com farinha e levar a cozer em forno, previamente aquecido a 200º, cerca de 20 minutos.
Notas:
O tempo de cozedura do pão pode variar de forno para forno.
Quando o pão já tiver crescido e ganhado cor, podemos verificar se o interior está cozido batendo com os nós dos dedos na lateral ou no cimo do pão; se o som for oco é sinal que o pão está pronto.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

"O QUARTO DE JACK"

Este é dos livros mais impressionantes que já li até hoje e confesso que houve momentos em que senti a lágrima ao canto do olho.
Um menino de 5 anos, que sempre viveu confinado a um simples quarto, pelo facto de a sua mãe ter sido raptada ainda antes do seu nascimento... é impressionante como este "pequeno mundo" visto pelos olhos de uma criança nos pode tocar o coração, sendo mais impressionante ainda a mudança a que a criança é sujeita quando conhece o mundo exterior. Uma leitura altamente recomendável.

Original, poderoso e soberbo. "O Quarto de Jack" é um lugar que não vai esquecer; o mundo é um sítio que nunca mais olhará da mesma maneira.

Para Jack, de 5 anos, o quarto é o mundo todo. É onde ele e a Mamã comem, dormem, brincam e aprendem. Embora Jack não saiba, o sítio onde ele se sente completamente seguro e protegido, aquele quarto de 11 metros quadrados, é também a prisão onde a mãe tem sido mantida contra a sua vontade.
Contada na divertida e comovente voz de Jack, esta é uma história de um amor imenso que sobrevive a circunstâncias aterradoras e da ligação umbilical que une mãe e filho.
Notas sobre a autora:
Emma Donoghue é escritora de romances históricos e contemporâneos. Nasceu em Dublin, em 1969, e vive actualmente no Canadá.
O Quarto de Jack é o seu título mais conhecido mas Emma já escreve desde os 23 anos e a sua carreira conta com alguns bestsellers como Slammerkin, The sealed letter, Landing, Life-Mask, Hood e Stir-Fry.