Na semana passada celebrei o meu aniversário e, andando em busca de uma receita de bolo para o lanche com as minhas colegas, encontrei esta da Colher-de-Pau, que serviu na perfeição para gastar umas claras que tinha guardadas para quando encontrasse a "receita ideal"...
8 claras
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
250gr de açucar em pó
140gr de farinha sem fermento
1 colher de chá de extracto de baunilha
raspa da casca de um limão
Cobertura:
3 colheres de sopa de sumo de limão
150gr de açucar em pó
chocolate granulado e missangas coloridas
Bata as claras juntamente com uma pitada de sal e o bicarbonato de sódio até estarem em castelo. Junte depois o açucar em pó peneirado, aos poucos e poucos, batendo bem com a batedeira eléctrica cerca de 20 segundos entre cada adição de açucar. Envolva depois a farinha, em três vezes, cuidadosamente com a colher de pau. Junte depois o extracto de baunilha e a raspa de limão.
Coloque a mistura numa forma com buraco (tem mesmo que ser uma forma com buraco), com 18cm de diâmetro, mas não unte a forma nem a polvilhe. Leve a cozinhar em forno previamente aquecido a 160º durante cerca de 35 minutos ou até o bolo estar cozido.
Assim que o retirar do forno vire a forma ao contrário sobre uma tábua ou prato de servir e deixe ficar assim. O bolo acabará por cair naturalmente à medida que arrefece. Deixe arrefecer completamente.
Entretanto prepare a cobertura misturando o açucar em pó com o sumo de limão
Espalhe sobre o bolo já frio e decore com o granulado de chocolate e as missangas coloridas.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
"DO FUNDO DO CORAÇÃO"
Este livro foi-me recomendado por uma amiga no Facebook como "sendo de leitura obrigatória" pois essa amiga disse-me que a história era muito bonita e comovente.
Consegui comprá-lo online na Fnac a preço promocional, pela simpática quantia de 3€, e em boa hora o fiz, pois neste momento o livro encontra-se esgotado.
E realmente essa amiga, em quem em confio plenamente a nível de opiniões literárias (e graças a ela tenho enriquecido a minha biblioteca particular com excelentes obras) tinha toda a razão: a história é linda, conta-nos a importância que têm os laços de sangue entre irmãos, a falta que os pais nos fazem em qualquer idade, a força e o valor da amizade verdadeira....
As crianças retratadas nesta obra poderiam ser qualquer um de nós...
É uma história de amor, morte e redenção, um retrato doloroso e desapaixonado de uma família que sofre uma tragédia pessoal devastadora numa comunidade rural pequena e fechada - Crow Lake -, onde o tempo não passou.
Quando os pais Morisson morrem subitamente num acidente, deixam para trás quatro crianças: Kate, de sete anos, Bo, a mais nova, e dois irmãos mais velhos, Luke e Matt, que tentam forjar o seu próprio caminho, lutando para não serem separados e repartidos por familiares.
A frágil inocência da infância é destroçada naquele irrevogável momento e nada será jamais o mesmo. Há que fazer sacrifícios e adiar sonhos, mas as crianças frequentemente ultrapassam tragédias inenarráveis e a forma como se unem, a força dos laços familiares e a ajuda da pequena comunidade movem montanhas.
Notas sobre a autora:
Mary Lawson nasceu e cresceu numa comunidade rural, em Ontário, Canadá.
Em 1968, depois de se ter formado em Psicologia, mudou-se para Inglaterra, onde vive com o marido, Richard, e os seus dois filhos.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
SOPA DE AGRIÃO COM OVO COZIDO
Hoje por cá está um daqueles dias em que nem apetece pôr o nariz fora de casa.... não é que esteja frio, a temperatura até está bastante agradável para a época do ano em que estamos. Mas chove... chove... e com a chuva apetece-nos é estar no quentinho do lar, de preferência com algo que nos conforte e que nos ajude a esquecer o tempo cinzento.
Com a ajuda da Mycook e com uma receita da revista "Teleculinária Robot de Cozinha" do passado mês de Março preparamos uma sopa saborosa, que não faz passar a chuva mas que nos aconchega o estômago...
1 molho de agriões
3 cenouras
2 batatas (usei curgettes)
1 cebola pequena
3 colheres de sopa de azeite
1 ovo
sal q.b.
Descasque e lave as curgettes e a cebola, corte-as em quartos e deite-as no copo do robot. Descasque as cenouras, lave-as, corte-as em pedaços e junte-os ao copo. Adicione 800gr de água e o azeite e tempere com sal.
Encaixe por cima o recipiente para cozinhar a vapor e junte as folhas de agrião lavadas. Feche e programe na temperatura vapor (120º) durante 30 minutos na velocidade 2. Entretanto coza o ovo em água no fogão, retire-o, descasque-o e corte-o em cubinhos.
Ligue o robot na velocidade 8 durante 40 segundos ou até ficar um puré, junte as folhas de agrião e envolva com a espátula. Deite para tigelas, polvilhe com o ovo cozido e sirva.
Nota: se preferir use 1/3 de um pacote de folhas de agrião de compra.
Com a ajuda da Mycook e com uma receita da revista "Teleculinária Robot de Cozinha" do passado mês de Março preparamos uma sopa saborosa, que não faz passar a chuva mas que nos aconchega o estômago...
1 molho de agriões
3 cenouras
2 batatas (usei curgettes)
1 cebola pequena
3 colheres de sopa de azeite
1 ovo
sal q.b.
Descasque e lave as curgettes e a cebola, corte-as em quartos e deite-as no copo do robot. Descasque as cenouras, lave-as, corte-as em pedaços e junte-os ao copo. Adicione 800gr de água e o azeite e tempere com sal.
Encaixe por cima o recipiente para cozinhar a vapor e junte as folhas de agrião lavadas. Feche e programe na temperatura vapor (120º) durante 30 minutos na velocidade 2. Entretanto coza o ovo em água no fogão, retire-o, descasque-o e corte-o em cubinhos.
Ligue o robot na velocidade 8 durante 40 segundos ou até ficar um puré, junte as folhas de agrião e envolva com a espátula. Deite para tigelas, polvilhe com o ovo cozido e sirva.
Nota: se preferir use 1/3 de um pacote de folhas de agrião de compra.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
PUDIM DE MASSA COM BACALHAU
Muitas vezes prometo a mim mesma que não comprarei mais revistas de culinária, pois praticamente já não tenho espaço para guardá-las, para além de que já existem umas boas centenas cá em casa.
Mas ao deparar-me com esta edição da "Mulher Moderna na Cozinha" - "Especial Massas", não consegui resistir.
Tem pratos para todos os gostos e feitios, com carne, peixe, doces, etc.... mas esta receita de pudim de massa com bacalhau deixou-me de imediato encantada.
Testada e aprovada... um prato colorido para animar estes dias cinzentos de Outono.
150gr de fusilli tricolor
1 cebola
1 dente de alho
50ml de azeite
300gr de migas de bacalhau cozido
3 ovos
200ml de natas
1 colher (de sopa) de salsa picada
sal e pimenta q.b.
Coza a massa em água abundante, temperada com sal. Pique a cebola e o dente de alho e refogue-os no azeite. Tempere com sal e pimenta e reserve. Escorra a massa já cozida e envolva-a, cuidadosamente, no refogado, para não partir a massa. Acrescente o bacalhau e deixe em lume brando.
À parte bata os ovos com as natas e a salsa picada, tempere com sal e pimenta e envolva no preparado. Unte uma forma redonda com manteiga e verta o refogado para dentro da mesma.
Leve a meio do forno, a 180º, e deixe cozer durante 20 minutos.
Sirva acompanhado de uma boa salada.
Mas ao deparar-me com esta edição da "Mulher Moderna na Cozinha" - "Especial Massas", não consegui resistir.
Tem pratos para todos os gostos e feitios, com carne, peixe, doces, etc.... mas esta receita de pudim de massa com bacalhau deixou-me de imediato encantada.
Testada e aprovada... um prato colorido para animar estes dias cinzentos de Outono.
150gr de fusilli tricolor
1 cebola
1 dente de alho
50ml de azeite
300gr de migas de bacalhau cozido
3 ovos
200ml de natas
1 colher (de sopa) de salsa picada
sal e pimenta q.b.
Coza a massa em água abundante, temperada com sal. Pique a cebola e o dente de alho e refogue-os no azeite. Tempere com sal e pimenta e reserve. Escorra a massa já cozida e envolva-a, cuidadosamente, no refogado, para não partir a massa. Acrescente o bacalhau e deixe em lume brando.
À parte bata os ovos com as natas e a salsa picada, tempere com sal e pimenta e envolva no preparado. Unte uma forma redonda com manteiga e verta o refogado para dentro da mesma.
Leve a meio do forno, a 180º, e deixe cozer durante 20 minutos.
Sirva acompanhado de uma boa salada.
domingo, 21 de outubro de 2012
"OS FILHOS DO AFECTO"
Numa tarde chuvosa como esta nada melhor do que estar quentinha em casa, com uma bela chávena de chá, uma manta em cima das pernas, tendo como companhia a minha filha, sendo que cada uma de nós está "agarrada" ao seu livro (sim... ela também é viciada em livros como a mãe... lol).
Nunca tinha lido nada desta autora e gostei bastante deste livro, especialmente porque os casos que aqui são descritos são reais, são crianças com quem a autora efectivamente trabalhou, com quem passou os seus dias, as dificuldades que as ajudou a superar, as frustrações que com elas teve que lutar...
Um livro cativante que se lê de um fôlego.
Os Filhos do Afecto é mais um livro extraordinário de Torey Hayden, a autora dos bestsellers A Criança Que Não Queria Falar e A Menina Que Nunca Chorava. Nele voltamos a encontrar a excelente contadora de histórias que Hayden é e o mesmo universo perturbador e pleno de entrega e sensibilidade das suas obras anteriores.
Claudia, uma menina de doze anos expulsa da escola que frequentava por ter ficado grávida; Tomaso, um rapazino de onze anos que viu a madrasta assassinar o seu pai; Lori, uma linda menina de sete anos que sofre de graves lesões cerebrais causadas por maus-tratos familiares; e Boo, um menino autista, também de sete anos de idade, são as quatro crianças com necessidades especiais a quem Hayden irá devotar toda a sua atenção e amor.
A sua imensa determinação acabará por produzir frutos, e aquele grupo inicialmente caótico irá transformar-se numa família coesa, alicerçada na interajuda e na compreensão mútua. Uma história de vida e afectos, profundamente enternecedora.
Notas sobre a autora:
Torey Hayden nasceu em 1951, em Montana, nos Estados Unidos. Formou-se em Psicologia e em Pedagogia e tem desenvolvido a sua actividade sobretudo na área do ensino especial. E é justamente a sua vivência quotidiana como professora de crianças com necessidades especiais que tem sido a fonte de inspiração para os livros que escreve, que invariavelmente se tornam bestsellers e tocam profundamente os leitores.
Ao franco reconhecimento internacional que o seu trabalho tem merecido não será de todo alheio o seu notável talento para a escrita. Os Filhos do Afecto vendeu 250 mil exemplares nos EUA e meio milhão de exemplares no Reino Unido. Tornou-se num bestseller no Japão, na Finlândia, na Suécia e na Indonésia.
Nunca tinha lido nada desta autora e gostei bastante deste livro, especialmente porque os casos que aqui são descritos são reais, são crianças com quem a autora efectivamente trabalhou, com quem passou os seus dias, as dificuldades que as ajudou a superar, as frustrações que com elas teve que lutar...
Um livro cativante que se lê de um fôlego.
Os Filhos do Afecto é mais um livro extraordinário de Torey Hayden, a autora dos bestsellers A Criança Que Não Queria Falar e A Menina Que Nunca Chorava. Nele voltamos a encontrar a excelente contadora de histórias que Hayden é e o mesmo universo perturbador e pleno de entrega e sensibilidade das suas obras anteriores.
Claudia, uma menina de doze anos expulsa da escola que frequentava por ter ficado grávida; Tomaso, um rapazino de onze anos que viu a madrasta assassinar o seu pai; Lori, uma linda menina de sete anos que sofre de graves lesões cerebrais causadas por maus-tratos familiares; e Boo, um menino autista, também de sete anos de idade, são as quatro crianças com necessidades especiais a quem Hayden irá devotar toda a sua atenção e amor.
A sua imensa determinação acabará por produzir frutos, e aquele grupo inicialmente caótico irá transformar-se numa família coesa, alicerçada na interajuda e na compreensão mútua. Uma história de vida e afectos, profundamente enternecedora.
Notas sobre a autora:
Torey Hayden nasceu em 1951, em Montana, nos Estados Unidos. Formou-se em Psicologia e em Pedagogia e tem desenvolvido a sua actividade sobretudo na área do ensino especial. E é justamente a sua vivência quotidiana como professora de crianças com necessidades especiais que tem sido a fonte de inspiração para os livros que escreve, que invariavelmente se tornam bestsellers e tocam profundamente os leitores.
Ao franco reconhecimento internacional que o seu trabalho tem merecido não será de todo alheio o seu notável talento para a escrita. Os Filhos do Afecto vendeu 250 mil exemplares nos EUA e meio milhão de exemplares no Reino Unido. Tornou-se num bestseller no Japão, na Finlândia, na Suécia e na Indonésia.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
"OS OSSOS DO ARCO-ÍRIS"
Este é daqueles livros que eu nem sei bem como hei-de classificá-lo... quando li a sinopse pareceu-me interessante, ainda para mais porque gosto de experimentar autores portugueses.
Ao começar a ler o livro comecei a ficar confusa... se calhar é assim que eu deveria classificar este livro - confuso - a meu ver, claro! É a minha singela opinião e conta apenas como isso mesmo.
A história enrola, desenrola, fantasia muito... entendi que não ia colocar o livro de lado e que o iria ler até ao fim.. e sinceramente só gostei da obra já bem perto do final.
Só por isso já foi bom ter lido o livro até à última página.
Uma vila assombrada por um misterioso visitante, vestido de negro, que traz consigo matilhas de cães.
Uma alma prisioneira num corpo imprevisto que se transforma em algo que não deverá existir.
Uma criatura fantástica que descobre a sua identidade com a ajuda de um inabilitado.
Associando fantasia, realismo mágico e horror, David Soares convida-nos para uma viagem que não voltaremos a esquecer.
Notas sobre o autor:
David Soares escreve prosa, ensaio e foi galardoado com dois prémios nacionais para "Melhor Argumentista" pelos seus álbuns de banda desenhada. Já publicado em Portugal e França, é reconhecido pela crítica especializada como a melhor voz da ficção especulativa portuguesa. Os Ossos do Arco-Íris é o seu título mais recente.
Ao começar a ler o livro comecei a ficar confusa... se calhar é assim que eu deveria classificar este livro - confuso - a meu ver, claro! É a minha singela opinião e conta apenas como isso mesmo.
A história enrola, desenrola, fantasia muito... entendi que não ia colocar o livro de lado e que o iria ler até ao fim.. e sinceramente só gostei da obra já bem perto do final.
Só por isso já foi bom ter lido o livro até à última página.
Uma vila assombrada por um misterioso visitante, vestido de negro, que traz consigo matilhas de cães.
Uma alma prisioneira num corpo imprevisto que se transforma em algo que não deverá existir.
Uma criatura fantástica que descobre a sua identidade com a ajuda de um inabilitado.
Associando fantasia, realismo mágico e horror, David Soares convida-nos para uma viagem que não voltaremos a esquecer.
Notas sobre o autor:
David Soares escreve prosa, ensaio e foi galardoado com dois prémios nacionais para "Melhor Argumentista" pelos seus álbuns de banda desenhada. Já publicado em Portugal e França, é reconhecido pela crítica especializada como a melhor voz da ficção especulativa portuguesa. Os Ossos do Arco-Íris é o seu título mais recente.
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
DOCE DE CURGETTE
Este ano tive uma produção de curgettes na minha horta como nunca tinha tido... deu para comer curgettes de toda a maneira e feitio: em sopa, grelhadas, recheadas e gratinadas no forno, etc.
Já tinha ouvido falar de doce de curgette mas confesso que era algo que não tinha muita vontade de experimentar, embora quem tivesse provado me dissesse que era muito bom.
Como tenho a Mycook para me ajudar na cozinha e como a produção de curgettes era grande, desta vez resolvi arriscar fazendo uma pequena quantidade...
Afinal é um doce muito saboroso, para usar em torradas e/ou tostas ou até para rechear um bolo ou torta.
A minha mãe, que é quem prova sempre em primeiro lugar os doces e compotas cá de casa, elegeu este doce como um dos seus preferidos. Nada mal!!!
500gr de curgette descascada
180gr de açucar amarelo
200gr de açucar branco
20gr de açucar baunilhado
1 pau de canela
1 cravinho
casca de um limão
Colocar as curgettes em pedaços no copo da Mycook e triturar 10 segundos, velocidade 6.
Juntar os açucares, a casca de limão, o pau de canela e o cravinho e programar 30 minutos, 100º, velocidade 2.
No final do programa, se achar o doce muito líquido, programar mais 10 minutos, 120º, velocidade 2, substituindo o copinho da tampa pelo cesto.
Colocar em frascos e servir com torradas ou tostas.
Não franzam o nariz por ser doce de curgette... é uma delícia!
Já tinha ouvido falar de doce de curgette mas confesso que era algo que não tinha muita vontade de experimentar, embora quem tivesse provado me dissesse que era muito bom.
Como tenho a Mycook para me ajudar na cozinha e como a produção de curgettes era grande, desta vez resolvi arriscar fazendo uma pequena quantidade...
Afinal é um doce muito saboroso, para usar em torradas e/ou tostas ou até para rechear um bolo ou torta.
A minha mãe, que é quem prova sempre em primeiro lugar os doces e compotas cá de casa, elegeu este doce como um dos seus preferidos. Nada mal!!!
500gr de curgette descascada
180gr de açucar amarelo
200gr de açucar branco
20gr de açucar baunilhado
1 pau de canela
1 cravinho
casca de um limão
Colocar as curgettes em pedaços no copo da Mycook e triturar 10 segundos, velocidade 6.
Juntar os açucares, a casca de limão, o pau de canela e o cravinho e programar 30 minutos, 100º, velocidade 2.
No final do programa, se achar o doce muito líquido, programar mais 10 minutos, 120º, velocidade 2, substituindo o copinho da tampa pelo cesto.
Colocar em frascos e servir com torradas ou tostas.
Não franzam o nariz por ser doce de curgette... é uma delícia!
terça-feira, 16 de outubro de 2012
BOLINHOS DE LIMÃO SEM OVOS
De regresso ao trabalho, depois de umas relaxantes férias, e de regresso também às lides culinárias aqui no blog.
Hoje trago uns bolinhos deliciosos para o lanche. Agora que o tempo começa a ficar mais fresco nada como uns bolinhos simples e saborosos para acompanhar uma bela chávena de chá. A receita veio do blog da Belinha Gulosa e o único problema foi que, por eu estar a falar ao telefone, deixei os bolos mais tempo no forno do que devia, por isso alguns ficaram cozidos demais.
Regra nr. 1: nunca fiquem coladas ao telefone quando tiverem algo no forno... eh eh eh!
3 chávenas de farinha
1 chávena de açucar amarelo
250gr de margarina
sumo e raspa de um limão
Ligue o forno e regule-o para os 220º. Trabalhe a farinha com o açucar e a margarina em pedaços, no robot de cozinha, até ter uma areia grossa (ou com as pontas dos dedos até obter o mesmo resultado).
Junte o sumo e a raspa do limão e amasse tudo para ligar.
Separe bocadinhos de massa e molde bolinhas do tamanho de nozes, ou na forma que quiser.
Coza no forno durante cerca de 15 minutos e passe os biscoitos, ainda quentes, por açucar.
Hoje trago uns bolinhos deliciosos para o lanche. Agora que o tempo começa a ficar mais fresco nada como uns bolinhos simples e saborosos para acompanhar uma bela chávena de chá. A receita veio do blog da Belinha Gulosa e o único problema foi que, por eu estar a falar ao telefone, deixei os bolos mais tempo no forno do que devia, por isso alguns ficaram cozidos demais.
Regra nr. 1: nunca fiquem coladas ao telefone quando tiverem algo no forno... eh eh eh!
3 chávenas de farinha
1 chávena de açucar amarelo
250gr de margarina
sumo e raspa de um limão
Ligue o forno e regule-o para os 220º. Trabalhe a farinha com o açucar e a margarina em pedaços, no robot de cozinha, até ter uma areia grossa (ou com as pontas dos dedos até obter o mesmo resultado).
Junte o sumo e a raspa do limão e amasse tudo para ligar.
Separe bocadinhos de massa e molde bolinhas do tamanho de nozes, ou na forma que quiser.
Coza no forno durante cerca de 15 minutos e passe os biscoitos, ainda quentes, por açucar.
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